Diga NÃO à poluição sonora no Sudoeste

O problema

Abaixo Assinado para eliminar o ruído de música ao vivo em bar e restaurante

Os shows dos restaurantes “Primeiro Cozinha de Bar” e “Quintal da Tia Sandra - ex Piratas” atormentam os moradores do Sudoeste.

Numerosos apelos e pedidos de solicitação foram feitos para que os proprietários desses estabelecimentos tomassem providências.

As duas casas não instalaram nenhum tipo de isolamento acústico em flagrante desrespeito à Lei, comprometendo seriamente a saúde e o bem-estar de toda a vizinhança.

O Primeiro Cozinha improvisou alguns poucos tapumes de acrílico, sem obedecer a nenhum critério de engenharia acústica, absolutamente inócuo, mas que são apresentados pelos proprietários como a perfeita solução de isolamento do som.

A falta de respeito e cuidado com os moradores do Sudoeste chega a ser absurda.
Os proprietários, os músicos, os responsáveis pelo funcionamento do local são até irônicos, insultuosos com os moradores.

Eles acreditam que fazem o bem, não compreendem por que os moradores das adjacências não gostam de música.

O nosso desconforto, o nosso mal-estar, a nossa saúde prejudicada, as nossas reclamações são exageradas.

Para eles não há barulho, não há incômodo porque estão trabalhando, ganhando dinheiro, e fazer som um pouco mais alto não há problema algum. Depois que fazem a algazarra, seguem para suas casas descansar sem a gritaria insuportável dos cantores, as pancadas intermináveis do surdo do samba e do contrabaixo do rock.

A comemoração de um aniversário ao ritmo de samba ou axé ou rock é um momento de terror para os moradores do bairro.

Nos fins de semana, a barulheira começa ao meio-dia com o pagode da batida do samba, emenda pelo início da noite com o rock, o sertanejo, o axé, e prossegue além do horário permitido de até 23 horas.

São 11/12 horas ininterruptas de barulho altíssimo, insuportável.

Ao longo da semana, a zoada inicia às 18 horas e segue até 23 horas, meia-noite.

Por que os moradores não chamam a Polícia Militar?
A Polícia Militar foi chamada numerosas vezes para intervir. Com a presença dos policiais, que sempre atendem aos pedidos dos moradores, os funcionários dessas casas de show apresentam alvará para música ao vivo, reduzem o volume de som imediatamente. No entanto, após algum tempo a barulheira recomeça.

No período de interdição da pandemia, havia paz no bairro nas áreas próximas ao “Primeiro Cozinha de Bar” e ao “Quintal da Tia Sandra”, que sucedeu ao bar Piratas.

Assim que o funcionamento de bares e restaurantes foi liberado pelo Governo do Distrito Federal, elevou-se ainda mais o volume da música ao vivo dessas duas casas de shows.

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Carlos CastroCriador do abaixo-assinado

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O problema

Abaixo Assinado para eliminar o ruído de música ao vivo em bar e restaurante

Os shows dos restaurantes “Primeiro Cozinha de Bar” e “Quintal da Tia Sandra - ex Piratas” atormentam os moradores do Sudoeste.

Numerosos apelos e pedidos de solicitação foram feitos para que os proprietários desses estabelecimentos tomassem providências.

As duas casas não instalaram nenhum tipo de isolamento acústico em flagrante desrespeito à Lei, comprometendo seriamente a saúde e o bem-estar de toda a vizinhança.

O Primeiro Cozinha improvisou alguns poucos tapumes de acrílico, sem obedecer a nenhum critério de engenharia acústica, absolutamente inócuo, mas que são apresentados pelos proprietários como a perfeita solução de isolamento do som.

A falta de respeito e cuidado com os moradores do Sudoeste chega a ser absurda.
Os proprietários, os músicos, os responsáveis pelo funcionamento do local são até irônicos, insultuosos com os moradores.

Eles acreditam que fazem o bem, não compreendem por que os moradores das adjacências não gostam de música.

O nosso desconforto, o nosso mal-estar, a nossa saúde prejudicada, as nossas reclamações são exageradas.

Para eles não há barulho, não há incômodo porque estão trabalhando, ganhando dinheiro, e fazer som um pouco mais alto não há problema algum. Depois que fazem a algazarra, seguem para suas casas descansar sem a gritaria insuportável dos cantores, as pancadas intermináveis do surdo do samba e do contrabaixo do rock.

A comemoração de um aniversário ao ritmo de samba ou axé ou rock é um momento de terror para os moradores do bairro.

Nos fins de semana, a barulheira começa ao meio-dia com o pagode da batida do samba, emenda pelo início da noite com o rock, o sertanejo, o axé, e prossegue além do horário permitido de até 23 horas.

São 11/12 horas ininterruptas de barulho altíssimo, insuportável.

Ao longo da semana, a zoada inicia às 18 horas e segue até 23 horas, meia-noite.

Por que os moradores não chamam a Polícia Militar?
A Polícia Militar foi chamada numerosas vezes para intervir. Com a presença dos policiais, que sempre atendem aos pedidos dos moradores, os funcionários dessas casas de show apresentam alvará para música ao vivo, reduzem o volume de som imediatamente. No entanto, após algum tempo a barulheira recomeça.

No período de interdição da pandemia, havia paz no bairro nas áreas próximas ao “Primeiro Cozinha de Bar” e ao “Quintal da Tia Sandra”, que sucedeu ao bar Piratas.

Assim que o funcionamento de bares e restaurantes foi liberado pelo Governo do Distrito Federal, elevou-se ainda mais o volume da música ao vivo dessas duas casas de shows.

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Carlos CastroCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 26 de julho de 2021