

BOSQUE DO MESTRE IRINEU ⎯ Manifesto em defesa da criação do 1º Parque Ambiental e Cultural
O problema
Manifesto meu apoio à dona Peregrina Gomes Serra, viúva do Mestre Raimundo Irineu Serra e dignatária do Centro de Iluminação Cristã Luz Universal ⎯ Alto Santo, que solicitou à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), órgão executor responsável pela administração da Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra (Aparis), para analisar o histórico do lote denominado "Bosque do Mestre Irineu" ou "Cafezal do Mestre", com vista a que seja declarado Parque Ambiental e Cultural de Rio Branco.
Localizada na Aparis, a área de 1 hectare, na margem esquerda da Estrada Raimundo Irineu Serra, no bairro homônimo, é identificada pelo Instituto de Terras do Acre como "Área Verde" e pela Semeia como "Área de Preservação Permanente".
Ao formalizar o pedido, dona Peregrina Gomes Serra relatou à Semeia:`
"O Mestre Raimundo Irineu Serra, meu saudoso esposo, iniciou o plantio de espécies nativas (café, seringueiras, castanheiras, mognos, jagubes e chacronas) no ano que casamos, em 1956, deixando um legado ambiental, histórico e cultural.
O Mestre tomou a iniciativa de formar o bosque para nos deixar como legado o exemplo de trabalho
e do respeito e amor à Terra, que é Mãe de toda humanidade. Quando doava terra aos seus primeiros seguidores, costumava dizer: "Não existe lugar ruim. O lugar é a gente que faz".
Durante mais de 10 anos, naquela pequena área, derramou suor para defini-la como bosque de
preservação ambiental. Fez isso quando a humanidade ainda estava bem distante de se preocupar
com meio ambiente e ecologia.
Tomei conhecimento, no segundo semestre de 2024, que o Bosque do Mestre está sendo disponibilizado para venda ao preço de R$ 500 mil, sendo considerada a possibilidade de fracionamento da área em quatro lotes para facilitar a venda.
Diante da possibilidade de venda fracionada ou não do Bosque do Mestre, solicito:
1. Análise técnica para declaração do lote como Parque Ambiental e Cultural, onde poderá ser
construída a sede da Aparis, e ser aberto à visitação.
2. Participação do Conselho Deliberativo da APARIS.
3. Avaliação da Procuradoria-Geral do Município.
4. Colaboração do Iteracre."
Portanto, solicito que as autoridades da Prefeitura de Rio Branco e do Governo do Estado do Acre atendam o pleito de dona Peregrina Gomes Serra defesa do meio ambiente e da cultura.

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O problema
Manifesto meu apoio à dona Peregrina Gomes Serra, viúva do Mestre Raimundo Irineu Serra e dignatária do Centro de Iluminação Cristã Luz Universal ⎯ Alto Santo, que solicitou à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), órgão executor responsável pela administração da Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra (Aparis), para analisar o histórico do lote denominado "Bosque do Mestre Irineu" ou "Cafezal do Mestre", com vista a que seja declarado Parque Ambiental e Cultural de Rio Branco.
Localizada na Aparis, a área de 1 hectare, na margem esquerda da Estrada Raimundo Irineu Serra, no bairro homônimo, é identificada pelo Instituto de Terras do Acre como "Área Verde" e pela Semeia como "Área de Preservação Permanente".
Ao formalizar o pedido, dona Peregrina Gomes Serra relatou à Semeia:`
"O Mestre Raimundo Irineu Serra, meu saudoso esposo, iniciou o plantio de espécies nativas (café, seringueiras, castanheiras, mognos, jagubes e chacronas) no ano que casamos, em 1956, deixando um legado ambiental, histórico e cultural.
O Mestre tomou a iniciativa de formar o bosque para nos deixar como legado o exemplo de trabalho
e do respeito e amor à Terra, que é Mãe de toda humanidade. Quando doava terra aos seus primeiros seguidores, costumava dizer: "Não existe lugar ruim. O lugar é a gente que faz".
Durante mais de 10 anos, naquela pequena área, derramou suor para defini-la como bosque de
preservação ambiental. Fez isso quando a humanidade ainda estava bem distante de se preocupar
com meio ambiente e ecologia.
Tomei conhecimento, no segundo semestre de 2024, que o Bosque do Mestre está sendo disponibilizado para venda ao preço de R$ 500 mil, sendo considerada a possibilidade de fracionamento da área em quatro lotes para facilitar a venda.
Diante da possibilidade de venda fracionada ou não do Bosque do Mestre, solicito:
1. Análise técnica para declaração do lote como Parque Ambiental e Cultural, onde poderá ser
construída a sede da Aparis, e ser aberto à visitação.
2. Participação do Conselho Deliberativo da APARIS.
3. Avaliação da Procuradoria-Geral do Município.
4. Colaboração do Iteracre."
Portanto, solicito que as autoridades da Prefeitura de Rio Branco e do Governo do Estado do Acre atendam o pleito de dona Peregrina Gomes Serra defesa do meio ambiente e da cultura.

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Abaixo-assinado criado em 16 de dezembro de 2024