ABAIXO-ASSINADO PARA QUE CRIANÇA AGREDIDA FIQUE EM SEGURANÇA


ABAIXO-ASSINADO PARA QUE CRIANÇA AGREDIDA FIQUE EM SEGURANÇA
O problema
CRIANÇA CORRE PERIGO NO DF
#salveprincesinha
Nos ajude a salvar a vida de uma menininha que corre perigo no DF.
A criança vítima das agressões recentemente completou três anos de idade e ganhou uma bolsa de estudos integral, em julho de 2022, de sua madrinha, diretora de uma escola localizada em Águas Claras.
Segundo consta nos relatórios enviados às autoridades competentes, desde que iniciou seus estudos, a criança se mostrava insegura e atrasada com relação às crianças de sua idade e todas as vezes que chegava a hora de ir embora para a casa a criança apresentava choros e gritos, agarrando-se às professoras.
Frequentemente a criança chegava machucada à escola, e por vezes também apresentava desconfortos e vermelhidão em partes íntimas. Ao serem questionados, os tios afirmavam que a criança havia caído.
A escola procurou o Conselho Tutelar de Águas Claras para relatar acerca das possíveis agressões e pedir que tomassem as medidas necessárias; porém, o conselheiro tutelar Clebson Souza (Xuxa) não deu seguimento à denúncia. Existem ainda fortes indícios de que o conselheiro criou empecilho ao andamento da denúncia, isso porque, segundo relatos, o mesmo seria amigo do tio da criança, o que ficou mais evidenciado quando os dois compareceram juntos à Delegacia no momento em que o referido tio foi chamado para prestar esclarecimentos, posteriormente.
O tio continuou negando a violência contra a menina e inexplicavelmente a retirou da escola, preocupada com o bem estar da criança, a diretora acionou o Ministério Público e conseguiu sua guarda após decisão do juiz Redivaldo Dias Barbosa, da Primeira Vara da Infância e da Juventude do DF, que afirmou: ”A requerente (diretora) é a pessoa mais indicada para assumir a guarda da criança, pois é aquela que buscou proteger”.
O Juiz se baseou nas provas contidas no processo, consistentes em vídeos e fotos que comprovam a agressão. Apesar que não possuir laços sanguíneos com a menina, a diretora nutria laços afetivos com ela, tendo inclusive recebido o título de madrinha da criança pelos próprios tios! Além de ajudar a criança com a bolsa de estudos, a madrinha prestava apoio médico e material à criança, cuidando da mesma em diversos fins de semana! Consta, ainda, que a menina tinha convívio com a família da diretora, participando de várias ocasiões.
PORÉM.....
Após 12 dias de alegria, segurança, amor e proteção no novo lar, a criança teve de voltar ao tio.
NOVO RECURSO NAS MÃOS DO DESEMBARGADOR JOSÉ FIRMO REIS
A diretora da escola recorreu da decisão e o caso será julgado pelo desembargador José Firmo Reis Soub. Estamos aguardando.
AJUDE ESSA CAUSA:
ESSA CRIANÇA NÃO PODE CONTINUAR NA SITUAÇÃO QUE ESTÁ, PRECISA DE UM AMBIENTE ACOLHEDOR, SEGURO, AFETIVO E VOLTAR AO CONVÍVIO DOS AMIGOS.
Fonte: https://pandoranews.com.br/crianca-corre-perigo-no-df-sociedade-pede-explicacao/
O problema
CRIANÇA CORRE PERIGO NO DF
#salveprincesinha
Nos ajude a salvar a vida de uma menininha que corre perigo no DF.
A criança vítima das agressões recentemente completou três anos de idade e ganhou uma bolsa de estudos integral, em julho de 2022, de sua madrinha, diretora de uma escola localizada em Águas Claras.
Segundo consta nos relatórios enviados às autoridades competentes, desde que iniciou seus estudos, a criança se mostrava insegura e atrasada com relação às crianças de sua idade e todas as vezes que chegava a hora de ir embora para a casa a criança apresentava choros e gritos, agarrando-se às professoras.
Frequentemente a criança chegava machucada à escola, e por vezes também apresentava desconfortos e vermelhidão em partes íntimas. Ao serem questionados, os tios afirmavam que a criança havia caído.
A escola procurou o Conselho Tutelar de Águas Claras para relatar acerca das possíveis agressões e pedir que tomassem as medidas necessárias; porém, o conselheiro tutelar Clebson Souza (Xuxa) não deu seguimento à denúncia. Existem ainda fortes indícios de que o conselheiro criou empecilho ao andamento da denúncia, isso porque, segundo relatos, o mesmo seria amigo do tio da criança, o que ficou mais evidenciado quando os dois compareceram juntos à Delegacia no momento em que o referido tio foi chamado para prestar esclarecimentos, posteriormente.
O tio continuou negando a violência contra a menina e inexplicavelmente a retirou da escola, preocupada com o bem estar da criança, a diretora acionou o Ministério Público e conseguiu sua guarda após decisão do juiz Redivaldo Dias Barbosa, da Primeira Vara da Infância e da Juventude do DF, que afirmou: ”A requerente (diretora) é a pessoa mais indicada para assumir a guarda da criança, pois é aquela que buscou proteger”.
O Juiz se baseou nas provas contidas no processo, consistentes em vídeos e fotos que comprovam a agressão. Apesar que não possuir laços sanguíneos com a menina, a diretora nutria laços afetivos com ela, tendo inclusive recebido o título de madrinha da criança pelos próprios tios! Além de ajudar a criança com a bolsa de estudos, a madrinha prestava apoio médico e material à criança, cuidando da mesma em diversos fins de semana! Consta, ainda, que a menina tinha convívio com a família da diretora, participando de várias ocasiões.
PORÉM.....
Após 12 dias de alegria, segurança, amor e proteção no novo lar, a criança teve de voltar ao tio.
NOVO RECURSO NAS MÃOS DO DESEMBARGADOR JOSÉ FIRMO REIS
A diretora da escola recorreu da decisão e o caso será julgado pelo desembargador José Firmo Reis Soub. Estamos aguardando.
AJUDE ESSA CAUSA:
ESSA CRIANÇA NÃO PODE CONTINUAR NA SITUAÇÃO QUE ESTÁ, PRECISA DE UM AMBIENTE ACOLHEDOR, SEGURO, AFETIVO E VOLTAR AO CONVÍVIO DOS AMIGOS.
Fonte: https://pandoranews.com.br/crianca-corre-perigo-no-df-sociedade-pede-explicacao/
Vitória
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Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 8 de maio de 2023