Atualizar o código de ética dos psicólogos sobre vínculos pós-alta


Atualizar o código de ética dos psicólogos sobre vínculos pós-alta
O problema
A atual discussão sobre a atualização do Código de Ética Profissional do Psicólogo gira em torno do direito à autonomia e à liberdade de associação entre psicólogos e ex-pacientes após o término do processo terapêutico. Apesar da importância de manter a integridade profissional e garantir um atendimento imparcial, é igualmente crucial considerar os direitos dos indivíduos na busca por relações saudáveis e construtivas fora do contexto terapêutico.
Atualmente, a falta de clareza nas diretrizes sobre o estabelecimento de vínculos sociais, afetivos ou profissionais entre psicólogos e ex-pacientes pode gerar incertezas e até situações de conflito de interesse. Esta lacuna regulatória promove ansiedade entre os profissionais que desejam agir de maneira ética sem infringir normas desconhecidas ou ambíguas. Ao revisitar estas diretrizes, podemos promover um ambiente de confiança e respeito mútuo, garantindo que ambos os psicólogos e seus ex-pacientes tenham clareza sobre suas liberdades e limitações.
Defendemos que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e os Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs) considerem as práticas internacionais que já implementaram orientações claras sobre este tema. Países como o Canadá e a Austrália oferecem exemplos de regulamentações bem-sucedidas que equilibram responsabilidades profissionais com direitos individuais. Adaptar tais modelos ao contexto brasileiro poderia não apenas resolver ambiguidades, mas também promover boas práticas éticas entre todos os psicólogos do país.
Portanto, solicitamos uma revisão rigorosa e uma regulamentação bem fundamentada sobre essa questão, alinhando o Código de Ética do psicólogo brasileiro com as melhores práticas internacionais. Contamos com seu apoio nesta importante atualização. Assine a petição para proteger a liberdade de associação e garantir que nossos psicólogos possam continuar a desenvolver seu trabalho inestimável de forma ética e respeitosa.

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O problema
A atual discussão sobre a atualização do Código de Ética Profissional do Psicólogo gira em torno do direito à autonomia e à liberdade de associação entre psicólogos e ex-pacientes após o término do processo terapêutico. Apesar da importância de manter a integridade profissional e garantir um atendimento imparcial, é igualmente crucial considerar os direitos dos indivíduos na busca por relações saudáveis e construtivas fora do contexto terapêutico.
Atualmente, a falta de clareza nas diretrizes sobre o estabelecimento de vínculos sociais, afetivos ou profissionais entre psicólogos e ex-pacientes pode gerar incertezas e até situações de conflito de interesse. Esta lacuna regulatória promove ansiedade entre os profissionais que desejam agir de maneira ética sem infringir normas desconhecidas ou ambíguas. Ao revisitar estas diretrizes, podemos promover um ambiente de confiança e respeito mútuo, garantindo que ambos os psicólogos e seus ex-pacientes tenham clareza sobre suas liberdades e limitações.
Defendemos que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e os Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs) considerem as práticas internacionais que já implementaram orientações claras sobre este tema. Países como o Canadá e a Austrália oferecem exemplos de regulamentações bem-sucedidas que equilibram responsabilidades profissionais com direitos individuais. Adaptar tais modelos ao contexto brasileiro poderia não apenas resolver ambiguidades, mas também promover boas práticas éticas entre todos os psicólogos do país.
Portanto, solicitamos uma revisão rigorosa e uma regulamentação bem fundamentada sobre essa questão, alinhando o Código de Ética do psicólogo brasileiro com as melhores práticas internacionais. Contamos com seu apoio nesta importante atualização. Assine a petição para proteger a liberdade de associação e garantir que nossos psicólogos possam continuar a desenvolver seu trabalho inestimável de forma ética e respeitosa.

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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 6 de janeiro de 2026