VETNASA - Encerrem suas operações como clínica animal!!

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Às clínicas veterinárias VETNASA (website https://www.vetnasa.com.br/ e para conhecimento geral do órgão CFMVSP (Conselho Federal de Medicina Veterinária de São Paulo) caso já não o tenha:

Comento aqui de inúmeros casos de mal-trato, péssima organização, descaso, abuso e muito mais por parte da clínica veterinária VETNASA, tanto com os pacientes quanto com os donos dos mesmos, também não ocorrendo somente em uma unidade específica. Conheci diversas pessoas que tiveram seus animais vindo à ÓBITO por conta do mau gerenciamento, desqualificação profissional dos veterinários das clínicas, má higienização e maus-tratos. Além disso, aos olhos de qualquer cliente que a conheçe, a empresa visa exclusivamente o dinheiro, sem se importar com a qualidade de vida dos animais nem com o sofrimento das famílias dos mesmos. Sendo assim, não há amor aos pacientes nem à medicina por parte dos funcionários nos estabelecimentos, é uma clínica que se preocupa somente em lucrar em cima do desespero e dor das pessoas que são "atendidas".

Eu, como fiél defensora dos animais e mãe de cães, gatos e um coelho, não aguento somente ouvir histórias assim e não fazer nada! Peço por favor que ponderem sobre a situação, pois é muito triste quando nossos queridos animais de estimação estão sofrendo e não sabemos se podemos confiar na empresa que nos promete tanto. 


Segue abaixo o perfil da empresa no Reclame AQUI, para mais informações sobre as queixas e como a empresa trata essas situações:

https://www.reclameaqui.com.br/empresa/vetnasa/

Para tomar nota!
Informações extremamente importantes passadas pela Vanice Teixeira Orlandi – Advogada, Psicóloga Educacional, presidente da União Internacional Protetora dos Animais, Assessora Jurídica do Deputado Estadual Roberto Tripoli, PV-SP.
Essas informações podem ser encontradas no site da UIPA - União Internacional Protetora dos Animais (www.uipa.org.br):

"Condutas que submetem animais a sofrimento constituem o crime ambiental de que trata o artigo 32 da Lei Federal nº 9.605/98, que comina pena de detenção de três meses a um ano, e multa, a quem “ praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos ”.

Por se tratar de prática prevista como crime, a competência para apurar maus-tratos pertence às autoridades públicas, e não às entidades de proteção aos animais , que apenas podem encaminhar cartas educativas, realizar alguma intervenção amistosa junto ao responsável pelo animal, ou encaminhar o caso aos órgãos competentes."

"Denúncias contra procedimentos realizados por médico veterinário devem ser enviadas ao Conselho Regional de Medicina Veterinária que, mediante indícios, instaura o competente processo ético."

"Cabe lembrar que o denunciante não está obrigado a colher provas como fotos, vídeos ou declarações, por ser esta uma atribuição das autoridades investidas de poderes e recursos para tal. Para provocação das autoridades, basta o oferecimento da notitia criminis , ou seja a comunicação do fato delituoso."

"Não só os atos de violência podem ser identificados como maus-tratos , mas também, como a própria expressão sugere, todos os atos que demonstrem que o animal não está bem tratado, ou seja, que denotem descuido, como falta de assistência veterinária, de higiene ou de abrigo das intempéries.

Ao cominar pena a quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, a norma penal não se limitou a tipificar (tornar crime) apenas a prática de maus-tratos, mas também os atos de abuso, de ferir e de mutilar animais , instituindo, portanto, quatro figuras típicas, ou seja, quatro condutas delituosas .

Como a lei não contém palavras inúteis, conclui-se que as condutas de abuso e “maus-tratos” podem se consumar, independentemente, da ocorrência de lesão, imprescindível apenas às modalidades ferir e mutilar .

Se a lesão fosse condição essencial à consumação daqueles crimes, bastariam os verbos núcleos do tipo ferir e mutilar ao tipo, sem a necessidade de o legislador se referir, também, aos atos de abuso e de maus-tratos.

Assim, não há necessidade de constatação de lesão para que se dê por configurado o crime de abuso e de maus-tratos, uma vez que tal imposição não se contém nos elementos do tipo do referido crime, que pode se consumar sem deixar vestígios (rastros, marcas, sinais).

Não se justifica, dessa forma, a exigência de prova pericial para apuração de maus-tratos e abusos com animais , já que o Código de Processo Penal, em seu artigo 158, só exige perícia para crimes que deixam vestígios. Convém lembrar que o juiz também não está adstrito ao laudo, o que diminui, ainda mais, a relevância desse documento."

 

Finalizando,

VETNASA, por favor encerre suas atividades como clínica veterinária, não podemos mais ser enganados por vocês com a promessa de que a clínica é ótima, possuem profisisonais qualificados e com preços acessíveis, quando há maus-tratos, descaso, mal-atendimento, profissionalismo zero e diversas cobranças indevidas absurdas de serviços que nunca são feitos!!!


Grata pela atenção,

Alana Cuneo