Abaixo-assinado encerrado

Salvem os animais do Zoológico de Paulínia

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ASSINEM O ABAIXO ASSINADO PEDINDO A TRANSFERÊNCIA DOS ANIMAIS PARA UM SANTUÁRIO.

O QUE É UM SANTUÁRIO ECOLÓGICO?

Santuários de animais são locais seguros onde são abrigados e tratados (física e psicologicamente) animais de diversas espécies resgatados da exploração e que por alguma razão, não podem ser reintroduzidos a natureza. São verdadeiros refúgios onde os animais vivem para suas próprias razões pelo resto de suas vidas.

ENTENDA O PROBLEMA DO ZOOLÓGICO DE PAULÍNIA

Em cinco anos, Um leão e Duas leoas morreram no zoológico de Paulínia.

De 2011 a 2016, 11 animais chegaram óbito no Parque Ecológico da cidade, entre eles onças, tamanduás e leões, onde se encontra fechado desde 2014.

Dois anos após o fechamento para reforma, o Parque Ecológico “Armando Muller”, em Paulínia (SP), que abriga um zoológico, continua sem prazo de reabertura. Em meio à crise política que atinge o município, a prefeitura afirma ter projetos para a área, mas não dá detalhes do que será feito e nem informa quando a visitação será liberada. Para entidade de proteção e defesa dos animais, do ano de 2011 a 2016, 11 animais chegaram a óbito, entre eles: um leão (2011), uma onça pintada (2011), duas onça pintada (2013), três tamanduá bandeira (2013), uma Leoa (2014), uma Leoa (2015), uma onça pintada (2015) e uma onça pintada (2016).

A associação Fábrica de Esportes e Cultura defende a proposta de transferência dos animais para um santuário ecológico e a transformação do Parque Ecológico em um Parque Escola.

Segundo o presidente da associação, Bruno Wellington Domingues, as más condições da habitabilidade, sanidade e segurança encontradas no zoológico são impróprias para a existência e permanecia de vida animal no local. “Está acontecendo um massacre naquele local. Sete felinos morreram nos últimos cinco anos, mesmo que a Prefeitura alegue que os óbitos ocorreram por velhice, eu defendo que são as más condições alertadas pela população e autoridades desde 2009 que levaram aos óbitos”, disse Wellington.

Fechamento

O espaço foi fechado no dia 19 de maio de 2014 em comum acordo entre Prefeitura, Ministério Público e Secretaria Estadual de Meio Ambiente, devido a inúmeras denuncias de suposto abandono do Parque Municipal Armando Muller e descaso nos cuidados com os animais do zoológico ao Ministério Público Federal, que acontecem desde o ano 2009, o que ocasionou na abertura de Inquérito Civil em 2013, sob o numero 927/13.

Devido à crise politica que a cidade viveu entre 2013 e 2014, com a troca de Prefeito, foram entregue ao Ministério Público pela Prefeitura, uma proposta de cronograma de Obras de reforma do parque no final de 2014(Governo Moura Junior), ao reassumir o cargo em 2015, o Prefeito José Pavan Junior, alegou a promotoria a impossibilidade do cumprimento do cronograma, pois no local não poderia ser executado uma obra simples de construção civil, necessitando de um projeto arquitetônico especifico para zoológico.

Porem em 2016 foi fechado um acordo com o Ministério Público e a Prefeitura propôs um cronograma, para executar uma obra básica de reforma, o que deverá iniciar somente em 2017, se o próximo Prefeito não alterar o cronograma novamente.

Apesar de não receber visitantes, alguns animais ainda moram no parque.

Além disso, o alambrado que cerca o parque está danificado, o que pode facilitar a entrada de pessoas não autorizadas no local e colocar em risco os animais.

Problemas psicológicos

Para Flávio Lamas, vice-presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas, e que acompanha a situação do zoo de Paulínia, os bichos que ainda permanecem no parque não estão em boas condições de saúde.

"Os animais não estão em uma boa condição. Em um zoo que um monte de gente vai ver, o que a administração faz? Ela cuida para que eles estejam bem, pelo menos, aparentemente, agora, imagine onde não tem ninguém vendo?", afirma.

Para ele, para evitar que os animais desenvolvam problemas psicológicos causados pelo confinamento, a prefeitura deveria encaminhá-los para santuários.

"Lá não tá na melhor condição. Uma vez que aquilo não está atingindo o objetivo, fecha de uma vez e encaminha os poucos que estão lá e não morreram para santuários. O animal confinado cria problemas psicológicos irreversíveis", destaca



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