

Assine pela suspensão do leilão da maior área verde pública entre Campinas e Valinhos!
O problema
MANIFESTO EM DEFESA DA FAZENDA REMONTA - COUDELARIA: NOSSO FUTURO NÃO ESTÁ À VENDA!
Pela suspensão imediata e definitiva do leilão e pela proteção de um patrimônio ambiental estratégico para as gerações presentes e futuras .
A Fazenda Remonta - Coudelaria, a maior área verde pública entre os municípios de Campinas e Valinhos, está ameaçada!.
O leilão promovido pela Fundação Habitacional do Exército (FHE), remarcado para o dia 31 de julho de 2026, representa muito mais do que a venda de um imóvel público. Trata-se da possível privatização de um patrimônio ambiental estratégico, cuja preservação é indispensável para garantir água, biodiversidade, equilíbrio climático e qualidade de vida para Campinas, Valinhos e toda a Região Metropolitana.
A recente declaração da Fazenda Remonta como Patrimônio Material Ambiental pelo município de Valinhos representa uma importante conquista da mobilização popular e do reconhecimento de seu valor histórico, ecológico e paisagístico. Entretanto, essa medida, embora imponha restrições ao uso da área, não impede sua alienação e seu parcelamento. A ameaça permanece. Por isso, a mobilização precisa crescer!
A Fazenda Remonta - Coudelaria não é um terreno vazio à espera de empreendimentos! Ela constitui um dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica da região, formando um corredor ecológico entre a Floresta Estadual Serra D'Água e a Estação Ecológica de Valinhos. Abriga dezenas de espécies da fauna e da flora, protege nascentes, recarrega aquíferos, regula o microclima, reduz ilhas de calor, absorve carbono, melhora a qualidade do ar e contribui decisivamente para diminuir enchentes e garantir segurança hídrica.
Em uma época marcada pelo agravamento da emergência climática, esses serviços ecossistêmicos são vitais para garantir condições essenciais à própria sobrevivência das cidades.
Defender a Fazenda Remonta - Coudelaria é uma questão de justiça climática . Porque as consequências da destruição de áreas naturais nunca atingem todas as pessoas da mesma forma! O aumento das temperaturas, a escassez de água, as enchentes, a piora da qualidade do ar e a perda de biodiversidade afetam toda a sociedade, mas recaem com maior intensidade sobre as populações mais vulneráveis, que dispõem de menos infraestrutura, menos acesso a áreas verdes e menor capacidade de enfrentar os efeitos da crise climática.
No entanto, cabe ressaltar que toda a população dos bairros próximos à área da Fazenda, beneficiada hoje pelos serviços ecológicos que ela presta às duas cidades - melhoria da qualidade do ar, controle da temperatura local (microclima), conservação das águas, controle de enchentes, abrigo de fauna e embelezamento da paisagem- sofrerá um enorme impacto!
Proteger a Remonta - Coudelaria significa reduzir desigualdades ambientais e garantir que o direito a um ambiente saudável seja um direito de todos os cidadãos.
Está em jogo a função socioambiental do patrimônio público!
A finalidade dos bens públicos deve estar subordinada ao interesse coletivo, à proteção dos direitos fundamentais e ao cumprimento da função social e ambiental prevista na Constituição Federal. Em um cenário de mudanças climáticas aceleradas, conservar uma área como a Fazenda Remonta produz benefícios permanentes para toda a sociedade, infinitamente superiores ao ganho imediato decorrente de sua venda.
O patrimônio público deve servir ao bem comum. Não pode ser reduzido a ativo financeiro quando desempenha funções ambientais insubstituíveis.
Nesse sentido, o leilão da Fazenda Remonta contraria o próprio princípio constitucional do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e afronta o princípio da prevenção e da precaução ambiental e o entendimento, cada vez mais consolidado, de que não se pode admitir retrocessos na proteção de ecossistemas estratégicos diante da emergência climática.
Não existe compensação financeira capaz de substituir uma nascente destruída.
Não existe empreendimento imobiliário capaz de produzir chuva, armazenar carbono, reduzir temperaturas ou preservar a biodiversidade.
A natureza realiza diariamente serviços ambientais cujo valor econômico e social supera em muito qualquer lance de um leilão.
Os impactos de uma eventual ocupação da Remonta ultrapassam os limites administrativos de Valinhos. Campinas, Vinhedo e toda a região sentirão seus efeitos. A água, o clima e a biodiversidade não conhecem fronteiras municipais.
Diante da gravidade da situação, exigimos:
- a suspensão definitiva do leilão promovido pela Fundação Habitacional do Exército;
- a interrupção de qualquer iniciativa de parcelamento ou ocupação imobiliária da área;
- a destinação da Fazenda Remonta à conservação ambiental, à pesquisa científica, à educação ambiental, ao lazer público e à proteção permanente da biodiversidade;
- a abertura de um amplo processo de diálogo entre União, Exército, municíios, Governo do Estado, universidades, comunidade científica, movimentos socioambientais e sociedade civil para construir uma solução que preserve integralmente esse patrimônio público.
- A defesa da Fazenda Remonta - Coudelaria transcende interesses locais.
Ela representa uma escolha entre dois projetos de futuro: de um lado, a expansão ilimitada da especulação imobiliária; de outro, a defesa da vida, da água, do clima, da biodiversidade e do patrimônio público como bens comuns da sociedade.
Nós escolhemos a vida.
Por isso, conclamamos toda a população, organizações da sociedade civil, universidades, entidades científicas, movimentos populares, sindicatos, conselhos ambientais e todos aqueles comprometidos com a justiça socioambiental a assinarem este manifesto e fortalecerem esta mobilização.
A Fazenda Remonta NÃO está à venda.
A água NÃO está à venda.
O patrimônio público NÃO está à venda.
O futuro NÃO está à venda.
Assine este manifesto. Compartilhe esta causa. Defenda a Fazenda Remonta - Coudelaria.
2.557
O problema
MANIFESTO EM DEFESA DA FAZENDA REMONTA - COUDELARIA: NOSSO FUTURO NÃO ESTÁ À VENDA!
Pela suspensão imediata e definitiva do leilão e pela proteção de um patrimônio ambiental estratégico para as gerações presentes e futuras .
A Fazenda Remonta - Coudelaria, a maior área verde pública entre os municípios de Campinas e Valinhos, está ameaçada!.
O leilão promovido pela Fundação Habitacional do Exército (FHE), remarcado para o dia 31 de julho de 2026, representa muito mais do que a venda de um imóvel público. Trata-se da possível privatização de um patrimônio ambiental estratégico, cuja preservação é indispensável para garantir água, biodiversidade, equilíbrio climático e qualidade de vida para Campinas, Valinhos e toda a Região Metropolitana.
A recente declaração da Fazenda Remonta como Patrimônio Material Ambiental pelo município de Valinhos representa uma importante conquista da mobilização popular e do reconhecimento de seu valor histórico, ecológico e paisagístico. Entretanto, essa medida, embora imponha restrições ao uso da área, não impede sua alienação e seu parcelamento. A ameaça permanece. Por isso, a mobilização precisa crescer!
A Fazenda Remonta - Coudelaria não é um terreno vazio à espera de empreendimentos! Ela constitui um dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica da região, formando um corredor ecológico entre a Floresta Estadual Serra D'Água e a Estação Ecológica de Valinhos. Abriga dezenas de espécies da fauna e da flora, protege nascentes, recarrega aquíferos, regula o microclima, reduz ilhas de calor, absorve carbono, melhora a qualidade do ar e contribui decisivamente para diminuir enchentes e garantir segurança hídrica.
Em uma época marcada pelo agravamento da emergência climática, esses serviços ecossistêmicos são vitais para garantir condições essenciais à própria sobrevivência das cidades.
Defender a Fazenda Remonta - Coudelaria é uma questão de justiça climática . Porque as consequências da destruição de áreas naturais nunca atingem todas as pessoas da mesma forma! O aumento das temperaturas, a escassez de água, as enchentes, a piora da qualidade do ar e a perda de biodiversidade afetam toda a sociedade, mas recaem com maior intensidade sobre as populações mais vulneráveis, que dispõem de menos infraestrutura, menos acesso a áreas verdes e menor capacidade de enfrentar os efeitos da crise climática.
No entanto, cabe ressaltar que toda a população dos bairros próximos à área da Fazenda, beneficiada hoje pelos serviços ecológicos que ela presta às duas cidades - melhoria da qualidade do ar, controle da temperatura local (microclima), conservação das águas, controle de enchentes, abrigo de fauna e embelezamento da paisagem- sofrerá um enorme impacto!
Proteger a Remonta - Coudelaria significa reduzir desigualdades ambientais e garantir que o direito a um ambiente saudável seja um direito de todos os cidadãos.
Está em jogo a função socioambiental do patrimônio público!
A finalidade dos bens públicos deve estar subordinada ao interesse coletivo, à proteção dos direitos fundamentais e ao cumprimento da função social e ambiental prevista na Constituição Federal. Em um cenário de mudanças climáticas aceleradas, conservar uma área como a Fazenda Remonta produz benefícios permanentes para toda a sociedade, infinitamente superiores ao ganho imediato decorrente de sua venda.
O patrimônio público deve servir ao bem comum. Não pode ser reduzido a ativo financeiro quando desempenha funções ambientais insubstituíveis.
Nesse sentido, o leilão da Fazenda Remonta contraria o próprio princípio constitucional do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e afronta o princípio da prevenção e da precaução ambiental e o entendimento, cada vez mais consolidado, de que não se pode admitir retrocessos na proteção de ecossistemas estratégicos diante da emergência climática.
Não existe compensação financeira capaz de substituir uma nascente destruída.
Não existe empreendimento imobiliário capaz de produzir chuva, armazenar carbono, reduzir temperaturas ou preservar a biodiversidade.
A natureza realiza diariamente serviços ambientais cujo valor econômico e social supera em muito qualquer lance de um leilão.
Os impactos de uma eventual ocupação da Remonta ultrapassam os limites administrativos de Valinhos. Campinas, Vinhedo e toda a região sentirão seus efeitos. A água, o clima e a biodiversidade não conhecem fronteiras municipais.
Diante da gravidade da situação, exigimos:
- a suspensão definitiva do leilão promovido pela Fundação Habitacional do Exército;
- a interrupção de qualquer iniciativa de parcelamento ou ocupação imobiliária da área;
- a destinação da Fazenda Remonta à conservação ambiental, à pesquisa científica, à educação ambiental, ao lazer público e à proteção permanente da biodiversidade;
- a abertura de um amplo processo de diálogo entre União, Exército, municíios, Governo do Estado, universidades, comunidade científica, movimentos socioambientais e sociedade civil para construir uma solução que preserve integralmente esse patrimônio público.
- A defesa da Fazenda Remonta - Coudelaria transcende interesses locais.
Ela representa uma escolha entre dois projetos de futuro: de um lado, a expansão ilimitada da especulação imobiliária; de outro, a defesa da vida, da água, do clima, da biodiversidade e do patrimônio público como bens comuns da sociedade.
Nós escolhemos a vida.
Por isso, conclamamos toda a população, organizações da sociedade civil, universidades, entidades científicas, movimentos populares, sindicatos, conselhos ambientais e todos aqueles comprometidos com a justiça socioambiental a assinarem este manifesto e fortalecerem esta mobilização.
A Fazenda Remonta NÃO está à venda.
A água NÃO está à venda.
O patrimônio público NÃO está à venda.
O futuro NÃO está à venda.
Assine este manifesto. Compartilhe esta causa. Defenda a Fazenda Remonta - Coudelaria.
Os tomadores de decisão
Mensagens de apoiadores
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 15 de julho de 2026