POLÍTICAS CONTRA O ASSÉDIO: PROTEGER VÍTIMAS. RESPONSABILIZAR AGRESSORES.


POLÍTICAS CONTRA O ASSÉDIO: PROTEGER VÍTIMAS. RESPONSABILIZAR AGRESSORES.
O problema
FUI VITIMA DE ASSÉDIO NO AMBIENTE CORPORATIVO E QUANDO FINALMENTE TIVE CORAGEM PARA DENUNCIAR — FUI DESLIGADA NO DIA SEGUINTE, PELO PRÓPRIO GESTOR DENUNCIADO.
Sou uma pessoa no Espectro Autista (PCD) e fui demitida 1 dia útil após formalizar uma denúncia de assédio sexual, vivenciado no ambiente corporativo — no mesmo dia em que retornei de um afastamento médico por burnout; sob a justificativa genérica e controversa de “queda de performance”. Em uma reunião gravada e conduzida pelo gestor denunciado, na presença do gerente sênior de RH da empresa.
Na breve reunião (online), que durou somente 2 minutos, apenas me foi comunicada a decisão — sem advertência anterior, sem qualquer evidência do suposto acompanhamento de performance, em contexto de recente adoecimento ocupacional comprovado — e sem nenhuma oportunidade de fala, manifestação diversa ou contraditório.
A SEQUÊNCIA DOS FATOS É OBJETIVA E VERIFICÁVEL ...
Ainda assim, até o momento, não há transparência sobre as medidas adotadas nem sobre a condução da apuração. Passados mais de dois meses, o gestor denunciado permanece em posição de alta liderança dentro da empresa.
Esse cenário levanta questionamentos graves sobre a efetividade dos mecanismos internos de proteção, apuração e responsabilização — principalmente em casos que envolvem posições de alta liderança.
Situações como essa não apenas expõem vítimas a risco e silenciamento, como também comprometem a credibilidade institucional e a segurança psicológica no ambiente de trabalho.
Não se trata de um caso isolado — trata-se de um padrão estrutural que ainda persiste em muitas organizações.
Diante disso, é urgente exigir:
• AFASTAMENTO PREVENTIVO DE GESTORES DENUNCIADOS POR ASSÉDIO SEXUAL DURANTE A APURAÇÃO;
• Investigações independentes, rigorosas e imparciais em denúncias de assédio;
• Políticas institucionais claras, aplicáveis e com responsabilização concreta;
• Proteção efetiva às vítimas, com atenção especial para pessoas vulneráveis, com deficiência, neurodivergentes, mulheres e outras minorias invisíveis.
Ambientes corporativos não podem continuar tratando situações dessa natureza com opacidade ou inércia! É indispensável compromisso real com ética, segurança e respeito à dignidade humana.
NENHUMA VÍTIMA DEVE SER PUNIDA!
NENHUM AGRESSOR PODE CONTINUAR EM POSIÇÃO DE PODER!!
Se você concorda com isso, assine e compartilhe agora esta petição. Vamos juntos exigir responsabilidade das empresas e autoridades competentes.

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O problema
FUI VITIMA DE ASSÉDIO NO AMBIENTE CORPORATIVO E QUANDO FINALMENTE TIVE CORAGEM PARA DENUNCIAR — FUI DESLIGADA NO DIA SEGUINTE, PELO PRÓPRIO GESTOR DENUNCIADO.
Sou uma pessoa no Espectro Autista (PCD) e fui demitida 1 dia útil após formalizar uma denúncia de assédio sexual, vivenciado no ambiente corporativo — no mesmo dia em que retornei de um afastamento médico por burnout; sob a justificativa genérica e controversa de “queda de performance”. Em uma reunião gravada e conduzida pelo gestor denunciado, na presença do gerente sênior de RH da empresa.
Na breve reunião (online), que durou somente 2 minutos, apenas me foi comunicada a decisão — sem advertência anterior, sem qualquer evidência do suposto acompanhamento de performance, em contexto de recente adoecimento ocupacional comprovado — e sem nenhuma oportunidade de fala, manifestação diversa ou contraditório.
A SEQUÊNCIA DOS FATOS É OBJETIVA E VERIFICÁVEL ...
Ainda assim, até o momento, não há transparência sobre as medidas adotadas nem sobre a condução da apuração. Passados mais de dois meses, o gestor denunciado permanece em posição de alta liderança dentro da empresa.
Esse cenário levanta questionamentos graves sobre a efetividade dos mecanismos internos de proteção, apuração e responsabilização — principalmente em casos que envolvem posições de alta liderança.
Situações como essa não apenas expõem vítimas a risco e silenciamento, como também comprometem a credibilidade institucional e a segurança psicológica no ambiente de trabalho.
Não se trata de um caso isolado — trata-se de um padrão estrutural que ainda persiste em muitas organizações.
Diante disso, é urgente exigir:
• AFASTAMENTO PREVENTIVO DE GESTORES DENUNCIADOS POR ASSÉDIO SEXUAL DURANTE A APURAÇÃO;
• Investigações independentes, rigorosas e imparciais em denúncias de assédio;
• Políticas institucionais claras, aplicáveis e com responsabilização concreta;
• Proteção efetiva às vítimas, com atenção especial para pessoas vulneráveis, com deficiência, neurodivergentes, mulheres e outras minorias invisíveis.
Ambientes corporativos não podem continuar tratando situações dessa natureza com opacidade ou inércia! É indispensável compromisso real com ética, segurança e respeito à dignidade humana.
NENHUMA VÍTIMA DEVE SER PUNIDA!
NENHUM AGRESSOR PODE CONTINUAR EM POSIÇÃO DE PODER!!
Se você concorda com isso, assine e compartilhe agora esta petição. Vamos juntos exigir responsabilidade das empresas e autoridades competentes.

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Abaixo-assinado criado em 1 de abril de 2026




