

Apoiar Ricardo e Neusa Jones: Por justiça e respeito à obstetrícia


Apoiar Ricardo e Neusa Jones: Por justiça e respeito à obstetrícia
O problema
ATENÇÃO: OS PEDIDOS DE DOAÇÃO SÃO PARA O SITE CHANGE.ORG, NÃO PARA A NOSSA CAUSA
Prisão de obstetra e enfermeira levanta questionamentos sobre julgamento da prática do parto domiciliar.
PORTUGUÊS
Em 27 de março de 2025, o médico obstetra Ricardo Herbert Jones, com mais de 40 anos de dedicação ao parto humanizado, foi condenado a 14 anos de prisão. A enfermeira obstétrica Neusa (Zeza) Jones, sua companheira de vida e missão, recebeu pena de 11 anos. Ambos foram responsabilizados pela morte de um recém-nascido após um parto domiciliar de baixo risco, mesmo com laudos técnicos apontando que a causa foi uma condição rara e imprevisível: sepse neonatal precoce com pneumonia congênita.
Durante o julgamento, peritos deixaram claro que não houve erro, imprudência ou negligência. A condução foi ética e embasada em evidências. Ainda assim, foram condenados — não por falhas, mas por representarem uma forma de cuidar que desafia o modelo hegemônico e intervencionista.
A obstetrícia no Brasil enfrenta uma crise profunda. Em alguns setores, mais de 90% dos partos são cesáreas, e a mortalidade materna permanece alta. O modelo dominante prioriza controle, tecnologia e padronização, deixando de lado escuta, vínculo e respeito à autonomia da mulher.
Profissionais como Ricardo e Zeza, que valorizam escolhas informadas e tempo fisiológico do parto, tornaram-se alvo de criminalização. O caso deles não é isolado. Há uma crescente perseguição à assistência obstétrica humanizada no Brasil.
Transformar complicações clínicas inevitáveis em crimes dolosos distorce a justiça e ameaça os direitos das mulheres e dos profissionais de saúde. Por isso, nós exigimos:
Revisão urgente da sentença de Ricardo e Zeza;
Julgamento técnico e justo;
Proteção ao direito de escolha da mulher sobre seu parto;
Garantia do exercício ético dos profissionais de saúde.
Assinar esta petição é defender o nascimento com dignidade, a autonomia das mulheres e o respeito à ciência. Não podemos esperar que a história corrija sozinha essa injustiça. O tempo é agora.
US ENGLISH VERSION
On March 27, 2025, Dr. Ricardo Herbert Jones, an obstetrician with over 40 years dedicated to humanized childbirth, was sentenced to 14 years in prison. Nurse-midwife Neusa (Zeza) Jones, his life and professional partner, was sentenced to 11 years. Both were held responsible for the death of a newborn following a low-risk home birth, even though medical reports confirmed the cause was a rare, unpredictable condition: early-onset neonatal sepsis with congenital pneumonia.
Expert testimony made it clear: there was no error, negligence, or malpractice. Still, Ricardo and Zeza were convicted — not for actions, but for representing a model of care that challenges a dominant, interventionist system.
Brazilian obstetrics is in crisis. In some sectors, over 90% of births are cesarean sections. Maternal mortality remains unacceptably high. The prevailing model values control and standardization over listening, connection, and autonomy.
Professionals like Ricardo and Zeza, who honor informed choice and physiological birth, are being criminalized. Their case is not isolated — it reflects a broader trend of persecution against humanized obstetric care in Brazil.
Turning inevitable clinical complications into criminal acts distorts justice and endangers the rights of women and health professionals. We demand:
Urgent review of Ricardo and Zeza’s sentence;
A fair, evidence-based trial;
Protection of women’s rights to choose their birth;
Defense of ethical medical practice.
Sign to defend dignity in birth, women’s autonomy, and scientific integrity. Justice must not wait. The time is now.
ES VERSIÓN EN ESPAÑOL
El 27 de marzo de 2025, el obstetra Ricardo Herbert Jones, con más de 40 años dedicados al parto humanizado, fue condenado a 14 años de prisión. La enfermera obstétrica Neusa (Zeza) Jones, su compañera de vida y de profesión, recibió una pena de 11 años. Ambos fueron responsabilizados por la muerte de un recién nacido tras un parto domiciliario de bajo riesgo, a pesar de los informes técnicos que confirmaron una causa rara e imprevisible: sepsis neonatal precoz con neumonía congénita.
Expertos declararon que no hubo error, negligencia ni imprudencia. Aun así, Ricardo y Zeza fueron condenados — no por sus actos, sino por representar un modelo de atención que incomoda al sistema médico hegemónico.
La obstetricia en Brasil atraviesa una profunda crisis. En algunos sectores, más del 90% de los partos son cesáreas. La mortalidad materna sigue siendo elevada. El modelo dominante prioriza la tecnología y el control, en lugar de la escucha y la autonomía de la mujer.
Profesionales como Ricardo y Zeza, que respetan las decisiones informadas y el tiempo fisiológico del parto, están siendo criminalizados. Este no es un caso aislado, sino parte de una ofensiva contra la atención humanizada al parto en Brasil.
Convertir complicaciones clínicas inevitables en delitos penales distorsiona la justicia y pone en riesgo derechos fundamentales. Exigimos:
Revisión urgente de la sentencia de Ricardo y Zeza;
Un juicio justo y técnico;
Protección del derecho de la mujer a elegir su parto;
Defensa del ejercicio ético de los profesionales de salud.
Firmar esta petición es defender el nacimiento digno, la autonomía de las mujeres y el respeto a la ciencia. No podemos esperar. La justicia debe actuar ahora.

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Prisão de obstetra e enfermeira levanta questionamentos sobre julgamento da prática do parto domiciliar.
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Em 27 de março de 2025, o médico obstetra Ricardo Herbert Jones, com mais de 40 anos de dedicação ao parto humanizado, foi condenado a 14 anos de prisão. A enfermeira obstétrica Neusa (Zeza) Jones, sua companheira de vida e missão, recebeu pena de 11 anos. Ambos foram responsabilizados pela morte de um recém-nascido após um parto domiciliar de baixo risco, mesmo com laudos técnicos apontando que a causa foi uma condição rara e imprevisível: sepse neonatal precoce com pneumonia congênita.
Durante o julgamento, peritos deixaram claro que não houve erro, imprudência ou negligência. A condução foi ética e embasada em evidências. Ainda assim, foram condenados — não por falhas, mas por representarem uma forma de cuidar que desafia o modelo hegemônico e intervencionista.
A obstetrícia no Brasil enfrenta uma crise profunda. Em alguns setores, mais de 90% dos partos são cesáreas, e a mortalidade materna permanece alta. O modelo dominante prioriza controle, tecnologia e padronização, deixando de lado escuta, vínculo e respeito à autonomia da mulher.
Profissionais como Ricardo e Zeza, que valorizam escolhas informadas e tempo fisiológico do parto, tornaram-se alvo de criminalização. O caso deles não é isolado. Há uma crescente perseguição à assistência obstétrica humanizada no Brasil.
Transformar complicações clínicas inevitáveis em crimes dolosos distorce a justiça e ameaça os direitos das mulheres e dos profissionais de saúde. Por isso, nós exigimos:
Revisão urgente da sentença de Ricardo e Zeza;
Julgamento técnico e justo;
Proteção ao direito de escolha da mulher sobre seu parto;
Garantia do exercício ético dos profissionais de saúde.
Assinar esta petição é defender o nascimento com dignidade, a autonomia das mulheres e o respeito à ciência. Não podemos esperar que a história corrija sozinha essa injustiça. O tempo é agora.
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On March 27, 2025, Dr. Ricardo Herbert Jones, an obstetrician with over 40 years dedicated to humanized childbirth, was sentenced to 14 years in prison. Nurse-midwife Neusa (Zeza) Jones, his life and professional partner, was sentenced to 11 years. Both were held responsible for the death of a newborn following a low-risk home birth, even though medical reports confirmed the cause was a rare, unpredictable condition: early-onset neonatal sepsis with congenital pneumonia.
Expert testimony made it clear: there was no error, negligence, or malpractice. Still, Ricardo and Zeza were convicted — not for actions, but for representing a model of care that challenges a dominant, interventionist system.
Brazilian obstetrics is in crisis. In some sectors, over 90% of births are cesarean sections. Maternal mortality remains unacceptably high. The prevailing model values control and standardization over listening, connection, and autonomy.
Professionals like Ricardo and Zeza, who honor informed choice and physiological birth, are being criminalized. Their case is not isolated — it reflects a broader trend of persecution against humanized obstetric care in Brazil.
Turning inevitable clinical complications into criminal acts distorts justice and endangers the rights of women and health professionals. We demand:
Urgent review of Ricardo and Zeza’s sentence;
A fair, evidence-based trial;
Protection of women’s rights to choose their birth;
Defense of ethical medical practice.
Sign to defend dignity in birth, women’s autonomy, and scientific integrity. Justice must not wait. The time is now.
ES VERSIÓN EN ESPAÑOL
El 27 de marzo de 2025, el obstetra Ricardo Herbert Jones, con más de 40 años dedicados al parto humanizado, fue condenado a 14 años de prisión. La enfermera obstétrica Neusa (Zeza) Jones, su compañera de vida y de profesión, recibió una pena de 11 años. Ambos fueron responsabilizados por la muerte de un recién nacido tras un parto domiciliario de bajo riesgo, a pesar de los informes técnicos que confirmaron una causa rara e imprevisible: sepsis neonatal precoz con neumonía congénita.
Expertos declararon que no hubo error, negligencia ni imprudencia. Aun así, Ricardo y Zeza fueron condenados — no por sus actos, sino por representar un modelo de atención que incomoda al sistema médico hegemónico.
La obstetricia en Brasil atraviesa una profunda crisis. En algunos sectores, más del 90% de los partos son cesáreas. La mortalidad materna sigue siendo elevada. El modelo dominante prioriza la tecnología y el control, en lugar de la escucha y la autonomía de la mujer.
Profesionales como Ricardo y Zeza, que respetan las decisiones informadas y el tiempo fisiológico del parto, están siendo criminalizados. Este no es un caso aislado, sino parte de una ofensiva contra la atención humanizada al parto en Brasil.
Convertir complicaciones clínicas inevitables en delitos penales distorsiona la justicia y pone en riesgo derechos fundamentales. Exigimos:
Revisión urgente de la sentencia de Ricardo y Zeza;
Un juicio justo y técnico;
Protección del derecho de la mujer a elegir su parto;
Defensa del ejercicio ético de los profesionales de salud.
Firmar esta petición es defender el nacimiento digno, la autonomía de las mujeres y el respeto a la ciencia. No podemos esperar. La justicia debe actuar ahora.

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Abaixo-assinado criado em 7 de abril de 2025