#1SalveaVida Carta de Repúdio contra as violações policiais

O problema

O “GT Abordagens Policiais: Perpetuação do Racismo Estrutural” repudia veementemente as violações de direitos exercidas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo contra a população preta, pobre e periférica. Tais violações são flagrantemente documentadas em vídeos e veiculadas pelas redes sociais e impressa, não havendo margem para subterfúgios. É urgente a necessidade de mudança nas práticas da instituição!

 

De acordo com dados emitidos pela própria Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (1), via Lei de Acesso a Informação, somente na capital, no ano de 2019, foram realizadas 4.176.300 abordagens. Destas, 98,2% um total de  4.142.516  não apresentaram qualquer indício de irregularidade como no caso da comerciante que teve o pé do policial em seu pescoço na zona sul de São Paulo,  demonstrando a ineficácia desta ação como medida de política de segurança pública. Desta forma, percebemos que milhões de cidadãos são abordados arbitrariamente, sendo em sua esmagadora maioria  pretos, pobres e periféricos, como escancarados em diversos estudos e mapas da violência, reforçando diversos estigmas oriundos da sedimentação dos processos sociais que se estruturam a partir da discriminação de raça, classe e gênero.

 

Ainda de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do estado o número absoluto de mortes provocadas por policiais militares, em serviço ou de folga, foi de 821 em 2018 e 845 em 2019, isto é, um aumento de 2,9%. Segundo um relatório da Ouvidoria da Política do Estado de São Paulo (2), a Rota aumentou a letalidade na proporção de 98% quando comparados os anos de 2018 e 2019. Comparando os dados de 2020 com os de 2019 no mesmo período de janeiro à maio, percebemos um aumento muito mais expressivo, atingindo a assustadora marca de 26% de crescimento (3). Sendo assim, é evidente que o aumento da violência policial está se agravando ano após ano, e que demanda ações urgentes para combatê-la.

 

O “GT Abordagens Policiais: Perpetuação do Racismo Estrutural” é um grupo de trabalho coordenado pela Bancada Ativista, sendo uma das ações da Frente Parlamentar pela promoção da Igualdade Racial e em defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, com a participação de ativistas na defesa dos Direitos Humanos e das igualdades de classe, raça e gênero, Instituições Públicas e Organizações da Sociedade Civil. Dentre suas atividades estão: o observatório da letalidade policial, a campanha pela vida e uma proposta de reforma dos “Protocolos Operacionais Padrões ” da Polícia militar referente à busca pessoal em fase inicial de formulação.

 

Basta, a população negra e periférica, alvo da violência do Estado, exige mudanças!

 

Fontes:

1. Secretaria de Segurança Pública

2. Ponte - matéria veiculada em 06/02/20

3. SPTV - matéria exibida em 09/07/2020

 

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Mandata AtivistaCriador do abaixo-assinadoJesus dos Santos Co deputados bancada ativista
Este abaixo-assinado conseguiu 653 apoiadores!

O problema

O “GT Abordagens Policiais: Perpetuação do Racismo Estrutural” repudia veementemente as violações de direitos exercidas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo contra a população preta, pobre e periférica. Tais violações são flagrantemente documentadas em vídeos e veiculadas pelas redes sociais e impressa, não havendo margem para subterfúgios. É urgente a necessidade de mudança nas práticas da instituição!

 

De acordo com dados emitidos pela própria Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (1), via Lei de Acesso a Informação, somente na capital, no ano de 2019, foram realizadas 4.176.300 abordagens. Destas, 98,2% um total de  4.142.516  não apresentaram qualquer indício de irregularidade como no caso da comerciante que teve o pé do policial em seu pescoço na zona sul de São Paulo,  demonstrando a ineficácia desta ação como medida de política de segurança pública. Desta forma, percebemos que milhões de cidadãos são abordados arbitrariamente, sendo em sua esmagadora maioria  pretos, pobres e periféricos, como escancarados em diversos estudos e mapas da violência, reforçando diversos estigmas oriundos da sedimentação dos processos sociais que se estruturam a partir da discriminação de raça, classe e gênero.

 

Ainda de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do estado o número absoluto de mortes provocadas por policiais militares, em serviço ou de folga, foi de 821 em 2018 e 845 em 2019, isto é, um aumento de 2,9%. Segundo um relatório da Ouvidoria da Política do Estado de São Paulo (2), a Rota aumentou a letalidade na proporção de 98% quando comparados os anos de 2018 e 2019. Comparando os dados de 2020 com os de 2019 no mesmo período de janeiro à maio, percebemos um aumento muito mais expressivo, atingindo a assustadora marca de 26% de crescimento (3). Sendo assim, é evidente que o aumento da violência policial está se agravando ano após ano, e que demanda ações urgentes para combatê-la.

 

O “GT Abordagens Policiais: Perpetuação do Racismo Estrutural” é um grupo de trabalho coordenado pela Bancada Ativista, sendo uma das ações da Frente Parlamentar pela promoção da Igualdade Racial e em defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, com a participação de ativistas na defesa dos Direitos Humanos e das igualdades de classe, raça e gênero, Instituições Públicas e Organizações da Sociedade Civil. Dentre suas atividades estão: o observatório da letalidade policial, a campanha pela vida e uma proposta de reforma dos “Protocolos Operacionais Padrões ” da Polícia militar referente à busca pessoal em fase inicial de formulação.

 

Basta, a população negra e periférica, alvo da violência do Estado, exige mudanças!

 

Fontes:

1. Secretaria de Segurança Pública

2. Ponte - matéria veiculada em 06/02/20

3. SPTV - matéria exibida em 09/07/2020

 

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Mandata AtivistaCriador do abaixo-assinadoJesus dos Santos Co deputados bancada ativista

Os tomadores de decisão

Ao Governador João Dória
Ao Governador João Dória
Ao Secretario de Segurança Pública
Ao Secretario de Segurança Pública
Ao Coronel Comandante - Geral da Policia Militar do Estado de São Paulo
Ao Coronel Comandante - Geral da Policia Militar do Estado de São Paulo

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 15 de julho de 2020