Regulamentar Legislação do transporte aéreo de animais: Pandora animal não é carga


Regulamentar Legislação do transporte aéreo de animais: Pandora animal não é carga
O problema
Pandora: Animal não é carga
Animais são frequentemente perdidos ou mortos em viagens aéreas.
Em setembro deste ano, um filhote de labrador não resistiu após ser transportado no bagageiro de uma aeronave na ponte aérea São Paulo-Rio de Janeiro. Segundo noticiado pela imprensa, o animal desidratou por ter sido deixado no calor das 13h53 (momento de pouso do avião) às 15h30, quando finalmente foi devolvido à tutora. A companhia responsável foi a Latam.
Os relatos de mortes e perdas são frequentes. Uma rápida pesquisa na Internet mostra casos e mais casos de extravios e mortes. Tragédias que seriam evitadas se as empresas e a legislação acordassem para um simples fato: animais são seres vivos e devem ser respeitados.
A mais nova vítima é Pandora. No dia 15 de dezembro, ela desapareceu em Guarulhos (SP), na conexão de um voo entre Recife (PE) e Navegantes (SC). Desta vez, a companhia envolvida no trágico episódio é a GOL.
Para voar, animais necessitam de uma documentação complexa, incluindo todas as vacinas e laudo médico. Por que o tutor, depois de cumprir um ritual burocrático complexo e oneroso, tem que passar pelo trauma de perder alguém que ele ama? Um trauma que seria evitado com um pouco mais de respeito? E por que o animal é tratado como coisa?
Não podemos mais admitir esses descasos com os animais. Queremos uma lei federal que permita o embarque de animais ao lado de seus donos dentro da cabine de passageiros.
Pandora continua desaparecida. E a GOL ainda não forneceu as imagens das câmeras de segurança, o que facilitaria as buscas.
Afinal, o que aconteceu com Pandora?
Queremos respostas! E, em nome de Pandora e de todas as outras vítimas, exigimos mudanças na legislação.
Que tal reservar um espaço para animais no primeiro assento, com embarque por último e desembarque primeiro, evitando-se assim qualquer contato com outros passageiros? Além disso, pode-se adotar o uso de fraldas durante o percurso.
Soluções existem. O que não pode mais existir é essa mescla de indiferença e crueldade.
Basta! Animal não é carga!
Se você concorda com este texto, assine e identifique-se com CPF.
Faça parte dessa luta por mudanças!
Texto: Silvia Luiza Lakatos Varuzza e Fátima Barbosa
#voltapandora

93.481
O problema
Pandora: Animal não é carga
Animais são frequentemente perdidos ou mortos em viagens aéreas.
Em setembro deste ano, um filhote de labrador não resistiu após ser transportado no bagageiro de uma aeronave na ponte aérea São Paulo-Rio de Janeiro. Segundo noticiado pela imprensa, o animal desidratou por ter sido deixado no calor das 13h53 (momento de pouso do avião) às 15h30, quando finalmente foi devolvido à tutora. A companhia responsável foi a Latam.
Os relatos de mortes e perdas são frequentes. Uma rápida pesquisa na Internet mostra casos e mais casos de extravios e mortes. Tragédias que seriam evitadas se as empresas e a legislação acordassem para um simples fato: animais são seres vivos e devem ser respeitados.
A mais nova vítima é Pandora. No dia 15 de dezembro, ela desapareceu em Guarulhos (SP), na conexão de um voo entre Recife (PE) e Navegantes (SC). Desta vez, a companhia envolvida no trágico episódio é a GOL.
Para voar, animais necessitam de uma documentação complexa, incluindo todas as vacinas e laudo médico. Por que o tutor, depois de cumprir um ritual burocrático complexo e oneroso, tem que passar pelo trauma de perder alguém que ele ama? Um trauma que seria evitado com um pouco mais de respeito? E por que o animal é tratado como coisa?
Não podemos mais admitir esses descasos com os animais. Queremos uma lei federal que permita o embarque de animais ao lado de seus donos dentro da cabine de passageiros.
Pandora continua desaparecida. E a GOL ainda não forneceu as imagens das câmeras de segurança, o que facilitaria as buscas.
Afinal, o que aconteceu com Pandora?
Queremos respostas! E, em nome de Pandora e de todas as outras vítimas, exigimos mudanças na legislação.
Que tal reservar um espaço para animais no primeiro assento, com embarque por último e desembarque primeiro, evitando-se assim qualquer contato com outros passageiros? Além disso, pode-se adotar o uso de fraldas durante o percurso.
Soluções existem. O que não pode mais existir é essa mescla de indiferença e crueldade.
Basta! Animal não é carga!
Se você concorda com este texto, assine e identifique-se com CPF.
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Texto: Silvia Luiza Lakatos Varuzza e Fátima Barbosa
#voltapandora

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Abaixo-assinado criado em 27 de dezembro de 2021