

Transporte Condomínio Rio 2


Transporte Condomínio Rio 2
O problema
Após inúmeros contratempos e aborrecimentos ocorridos com os moradores usuários do transporte coletivo privado do Condomínio, e buscando solucionar e dirimir as questões relativas à prestação de serviços de ônibus administrada e intermediada por esta entidade, vimos requerer uma reunião com o presidente da AMORio2 ou com quem de direito, em caráter de urgência, com dia e horário previamente determinado e amplamente divulgado, tendo como pauta os assuntos abaixo relacionados:
1 - Detalhamento do contrato entre a AMORio2 e a Util, especialmente no que diz respeito às regras para aumento de valor.
2 - Explicação detalhada com demonstrativo de custo da retirada de ônibus. Entendemos que tal procedimento não pode ser solução para não aumentar o contrato, pois se 2 ônibus forem retirados a cada ano podemos considerar que em 5 o serviço será tão precário que a tendência será encerrar, (Considerem esse histórico: Por que, ao longo dos últimos anos, o numero de carros diminuiu consideravelmente? Isso expõe moradores a veículos sempre lotados e frequentemente pessoas ficando EM PÉ porque entram sem que o motorista possa saber a lotação do veiculo; ou deixando moradores pelo caminho simplesmente por não haver mais lugar. Nos últimos 9 anos, novos e grandes residenciais foram entregues: primeiro o Green Park (mais 4 blocos além dos que já existiam) e mais recentemente o Verano. MESMO ASSIM o número de carros vem diminuindo gradativamente alegando baixa de custo. Se entraram TANTOS novos moradores, e consequentemente novas arrecadações, por que diminuir quantidade de carros em vez de aumentar ou no mínimo permanecer?
3 - Revisão da grade do Jardim Botânico. Com os horários que existem hoje os usuários ficam muito limitados. Considerando o cenário atual, a nova grade desta linha é totalmente inaceitável.
4 - Se a justificativa da retirada dos ônibus é custo, porque não foi negociada a grade do final de semana, que é obviamente utilizada em menor escala? Gostaríamos que essa possibilidade fosse levada em consideração.
5 - Fim da grade de férias (que tem duração maior que as férias escolares), e fim de grade de feriados emendados. Achamos razoável manter a grade somente no carnaval e feriados comuns a todos. Sob nossa ótica a grade de férias não faz sentido porque a AMORIO sempre frisou que o transporte não pode/nem deve ser considerado transporte escolar. Então por que uma grade de férias restritiva desse jeito no período de férias escolares, sendo que a grande maioria de usuários é de adultos que usam o transporte para trabalho, consultas médicas, e outros fins que não são escolares? SEMPRE reclamamos individualmente e a AMORIO sempre ignora e só piora. Gostaríamos de ter respostas - e plausíveis.
6 - Criação de processo para alteração da grade de ônibus que contemple quórum mínimo com antecedência de pelo menos 30 dias. Essas mudanças implicam na rotina de todos os usuários – e seriam admissíveis se estivessem rodando carros com 2 ou 4 passageiros, o que NUNCA acontece. Ao longo dos 10 anos vários membros do grupo fizeram diversas reclamações oficiais sobre os assuntos abordados nessa pauta e o posicionamento da Amorio2 é sempre uma resposta padrão de que as alterações são baseadas nos dados e levantamentos feitos com os próprios usuários, sendo que jamais nenhum membro-usuário-morador foi consultado oficialmente. Que tipo de consulta é feita? Como é feita? De que forma foram feitos esses levantamentos e pesquisas? Mesmo na atual conjuntura, com a leitura digital, não dá pra alegar que se baseiam nos dados digitais do ônibus porque por N vezes a máquina está sem funcionar. Pedimos que prezem pelo bom senso e profissionalismo também neste caso.
7 - Identificação de novas formas de negociar o não-aumento do contrato. Nos últimos dois anos o serviço só vem sendo desqualificado: substituição de ônibus por vans, maior prazo na grade de férias e agora o extremo que foi a retirada de ônibus em horários estratégicos, com grande volume de passageiros. A prioridade é o deslocamento dos moradores na cidade, não passeios para fora do Rio por exemplo (como às vezes alegam para justificar a retirada de horários, dizendo que é por causa dos passeios extras de fim de semana, que nem são tantos assim)
8 – Por que, estando na zona sul, o morador não pode pegar o ônibus no sentido Centro? Qual a lógica? O carro não pega morador que esteja no caminho na Zona Sul, no ponto de certo? Só para se alguém já embarcado pedir para descer? Precisamos entender!
9 – O atendimento do GPS, dos fiscais, o serviço dos motoristas, o estado precário de alguns veículos, a logística das informações. Tudo tem deixado muito a desejar, temos sempre muitos casos e experiências que nos fazem pensar em soluções e buscar alternativas urgentes. Precisamos que haja espaço para expor e esclarecer todos os casos, e que haja um canal aberto para a busca do aperfeiçoamento de um serviço oneroso e que certamente era - e deve continuar sendo - um dos grandes diferenciais para quem escolhe o Rio2 como local para morar.
Gostaríamos de obter respostas urgentes e definitivas, e para tanto aguardamos um pronunciamento, permanecendo à disposição para os esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.
Atenciosamente, e empenhados em colaborar para as soluções,
Grupo de Moradores do Rio 2

O problema
Após inúmeros contratempos e aborrecimentos ocorridos com os moradores usuários do transporte coletivo privado do Condomínio, e buscando solucionar e dirimir as questões relativas à prestação de serviços de ônibus administrada e intermediada por esta entidade, vimos requerer uma reunião com o presidente da AMORio2 ou com quem de direito, em caráter de urgência, com dia e horário previamente determinado e amplamente divulgado, tendo como pauta os assuntos abaixo relacionados:
1 - Detalhamento do contrato entre a AMORio2 e a Util, especialmente no que diz respeito às regras para aumento de valor.
2 - Explicação detalhada com demonstrativo de custo da retirada de ônibus. Entendemos que tal procedimento não pode ser solução para não aumentar o contrato, pois se 2 ônibus forem retirados a cada ano podemos considerar que em 5 o serviço será tão precário que a tendência será encerrar, (Considerem esse histórico: Por que, ao longo dos últimos anos, o numero de carros diminuiu consideravelmente? Isso expõe moradores a veículos sempre lotados e frequentemente pessoas ficando EM PÉ porque entram sem que o motorista possa saber a lotação do veiculo; ou deixando moradores pelo caminho simplesmente por não haver mais lugar. Nos últimos 9 anos, novos e grandes residenciais foram entregues: primeiro o Green Park (mais 4 blocos além dos que já existiam) e mais recentemente o Verano. MESMO ASSIM o número de carros vem diminuindo gradativamente alegando baixa de custo. Se entraram TANTOS novos moradores, e consequentemente novas arrecadações, por que diminuir quantidade de carros em vez de aumentar ou no mínimo permanecer?
3 - Revisão da grade do Jardim Botânico. Com os horários que existem hoje os usuários ficam muito limitados. Considerando o cenário atual, a nova grade desta linha é totalmente inaceitável.
4 - Se a justificativa da retirada dos ônibus é custo, porque não foi negociada a grade do final de semana, que é obviamente utilizada em menor escala? Gostaríamos que essa possibilidade fosse levada em consideração.
5 - Fim da grade de férias (que tem duração maior que as férias escolares), e fim de grade de feriados emendados. Achamos razoável manter a grade somente no carnaval e feriados comuns a todos. Sob nossa ótica a grade de férias não faz sentido porque a AMORIO sempre frisou que o transporte não pode/nem deve ser considerado transporte escolar. Então por que uma grade de férias restritiva desse jeito no período de férias escolares, sendo que a grande maioria de usuários é de adultos que usam o transporte para trabalho, consultas médicas, e outros fins que não são escolares? SEMPRE reclamamos individualmente e a AMORIO sempre ignora e só piora. Gostaríamos de ter respostas - e plausíveis.
6 - Criação de processo para alteração da grade de ônibus que contemple quórum mínimo com antecedência de pelo menos 30 dias. Essas mudanças implicam na rotina de todos os usuários – e seriam admissíveis se estivessem rodando carros com 2 ou 4 passageiros, o que NUNCA acontece. Ao longo dos 10 anos vários membros do grupo fizeram diversas reclamações oficiais sobre os assuntos abordados nessa pauta e o posicionamento da Amorio2 é sempre uma resposta padrão de que as alterações são baseadas nos dados e levantamentos feitos com os próprios usuários, sendo que jamais nenhum membro-usuário-morador foi consultado oficialmente. Que tipo de consulta é feita? Como é feita? De que forma foram feitos esses levantamentos e pesquisas? Mesmo na atual conjuntura, com a leitura digital, não dá pra alegar que se baseiam nos dados digitais do ônibus porque por N vezes a máquina está sem funcionar. Pedimos que prezem pelo bom senso e profissionalismo também neste caso.
7 - Identificação de novas formas de negociar o não-aumento do contrato. Nos últimos dois anos o serviço só vem sendo desqualificado: substituição de ônibus por vans, maior prazo na grade de férias e agora o extremo que foi a retirada de ônibus em horários estratégicos, com grande volume de passageiros. A prioridade é o deslocamento dos moradores na cidade, não passeios para fora do Rio por exemplo (como às vezes alegam para justificar a retirada de horários, dizendo que é por causa dos passeios extras de fim de semana, que nem são tantos assim)
8 – Por que, estando na zona sul, o morador não pode pegar o ônibus no sentido Centro? Qual a lógica? O carro não pega morador que esteja no caminho na Zona Sul, no ponto de certo? Só para se alguém já embarcado pedir para descer? Precisamos entender!
9 – O atendimento do GPS, dos fiscais, o serviço dos motoristas, o estado precário de alguns veículos, a logística das informações. Tudo tem deixado muito a desejar, temos sempre muitos casos e experiências que nos fazem pensar em soluções e buscar alternativas urgentes. Precisamos que haja espaço para expor e esclarecer todos os casos, e que haja um canal aberto para a busca do aperfeiçoamento de um serviço oneroso e que certamente era - e deve continuar sendo - um dos grandes diferenciais para quem escolhe o Rio2 como local para morar.
Gostaríamos de obter respostas urgentes e definitivas, e para tanto aguardamos um pronunciamento, permanecendo à disposição para os esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.
Atenciosamente, e empenhados em colaborar para as soluções,
Grupo de Moradores do Rio 2

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Abaixo-assinado criado em 3 de junho de 2016