
Prezados colegas
Bom dia
No dia 15 de fevereiro, o Dr. Rodrigo Castilho (ex presidente da ANCP) ligou para mim e conversamos sobre o documento que elaborei que questionava exclusividade médica na ANCP bem como o abaixo-assinado.
A conversa foi muito amistosa, franca e respeitosa. E o Dr. Castilho explicou, resumidamente, que para a criação da especialidade em medicina paliativa, é necessário o apoio da Associação Médica Brasileira. Essa Associação, por sua vez, exige das academias associadas, que a composição da diretoria tenha uma quantidade mínima de médicos.
Considerando a pertinência e necessidade de reconhcimento da Medicina Paliativa enquanto especialidade, compreendi o porquê que a ANCP tem a diretoria com a atual composição.
Nesse sentido, encaminho esse esclarecimento, destacando inclusive que a nossa diretoria da ANCP reconhece a importância da multidisciplinaridade, mas tendo em vista essa situação com a AMB, não é possível alterar a diretoria.
Contudo, a nossa proposta de alterar artigos que enfatizam a medicina a despeito das outras profissões foram encaminhadas para a reformulação do Estatuto da ANCP, que está em votação dos associados até o dia 16/02.
Por fim, na Assembléia foi sugerido à Diretoria da ANCP que seja elaborada uma nota explicativa aos associados sobre os impedimentos da ANCP de modificar a atual composição da Diretoria e mencionar a importância da multidisciplinaridade.
Continuemos, juntos, pela construção e fortalecimento dos Cuidados Paliativos no Brasil para todos que necessitam.
Um abraço
Dra. Giselle de Fátima Silva - CRP 01/10963
Psicóloga Paliativista - Brasília/DF