Indiquem Chico Buarque para uma cadeira na Academia Brasileira de Letras

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Instituto São Paulo Pela Democracia criou este abaixo-assinado para pressionar ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

Chico Buarque de Holanda, nasceu em 1944, é músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Revelou-se ao público quando ganhou com a música A Banda, interpretada por Nara Leão, o primeiro Festival de Música Popular Brasileira. Chico logo conquistou reconhecimento de críticos e público.

Em 1974, o músico Chico Buarque, alvo número um da censura que imperava no país, passou uma curta temporada com a família na Itália. Tinha um projeto: escrever seu primeiro romance. Em dezembro daquele mesmo ano, voltava de viagem e publicava pela Civilização Brasileira, uma editora que abrigava importante produção de esquerda, uma “novela pecuária”, como o autor denominou o seu livro Fazenda Modelo. Com a cara de um boi estampada na capa, o romance fazia uma alegoria do Brasil: no lugar de indivíduos, bois e vacas; no lugar do país, uma enorme fazenda.

Seus últimos romances publicados foram: Estorvo (1991), Benjamim (1995), Budapeste (2003), Leite Derramado (2009) e O Irmão Alemão (2014).

Graças à sua produção literária, Chico Buarque recebeu o Prêmio Camões no ano de 2019.

O escritor Marcos Vilaça diz que ainda não perdeu por completo a esperança de ver o artista entre os imortais da ABL. Em 2006, o autor de “Construção” já tinha recusado igual convite de Vilaça lembrando que seu pai Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982) fez o mesmo, inconformado com a eleição de Getúlio, em plena ditadura do Estado Novo, para a Academia.

A Academia Brasileira de Letras teve sua sessão inaugural em 20 de julho de 1897, o primeiro presidente foi Machado de Assis, também um dos fundadores, junto com Lúcio de Mendonça, Olavo Bilac, Graça Aranha, Rui Barbosa, Joaquim Nabuco, Visconde de Taunay, entre outros.

O estatuto da Academia Brasileira de Letras estabelece que para alguém candidatar-se é preciso ser brasileiro nato e ter publicado, em qualquer gênero da literatura, obras de reconhecido mérito ou, fora desses gêneros, livros de valor literário. Seguindo o modelo da Academia Francesa, a ABL é constituída por 40 membros efetivos e perpétuos. Além deste quadro, existem 20 membros correspondentes estrangeiros.

Os imortais são escolhidos mediante eleição por escrutínio secreto. Quando um Acadêmico falece, a cadeira é declarada vaga na Sessão de Saudade, e a partir de então os interessados dispõem de 2 meses para se candidatarem, através de carta enviada ao Presidente. A eleição transcorre sessenta dias após a declaração da vaga.

Um dos maiores críticos literários do país e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), Alfredo Bosi morreu nesta quarta-feira (7/4), aos 85 anos, o acadêmico estava internado em São Paulo devido a um diagnóstico positivo da covid-19, que se desenvolveu para uma pneumonia. 

Autor, professor e crítico, Alfredo Bosi contribuiu de forma indiscutível para literatura brasileira e em estudos da língua portuguesa e italiana. Ele era o sétimo ocupante da cadeira número 12 da Academia Brasileira de Letras (ABL) e tornou-se membro em 2003.

Portanto, chegou a hora de uma justa homenagem a um dos maiores escritores do Brasil na atualidade, Chico Buarque de Holanda, que tantas letras maravilhosas escreveu nas suas obras musicais e literárias.

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