

Abaixo-assinado pela retomada do parcelamento de dívidas estudantis na UNIP
O problema
Nós, alunos da UNIP, estamos enfrentando uma situação crítica. Até pouco tempo, a universidade permitia que as dívidas fossem parceladas via boleto, o que possibilitava a regularização financeira de milhares de estudantes. Essa opção foi retirada sem aviso prévio, deixando como alternativas apenas o pagamento à vista, por cartão de crédito ou cheque.
O problema é que grande parte dos alunos não tem acesso a cartão ou cheque, e isso significa que ficam impossibilitados de renovar suas matrículas, correndo o risco de abandonar seus cursos.
Diversos relatos públicos em plataformas como o Reclame Aqui mostram exatamente essa realidade: alunos reclamam de falhas no sistema de rematrícula, da ausência de opções de parcelamento e da exigência de pagamento à vista.
Esse cenário se soma a um problema nacional: o Brasil já enfrenta altos índices de evasão no ensino superior privado. Segundo o Semesp (2022), mais de 50% dos estudantes deixam seus cursos antes da conclusão, sendo a falta de condições financeiras o principal motivo. Ao retirar o parcelamento, a UNIP contribui para aumentar essa estatística e compromete o futuro de muitos jovens e adultos.
O Procon-SP já se posicionou sobre o tema, afirmando que, quando existe um acordo entre aluno e instituição, ele deve ser cumprido. Alterar as condições de pagamento sem aviso e sem alternativas acessíveis vai contra o princípio da boa-fé que deve reger a relação entre universidade e estudante.
O que está em jogo aqui não é apenas a forma de pagamento de mensalidades, mas o direito à educação. Negar condições acessíveis de renegociação significa negar oportunidades de futuro.
Por isso, exigimos que a UNIP reveja sua política e restabeleça imediatamente a possibilidade de parcelamento de débitos via boleto, de forma justa e transparente. Essa medida é essencial para evitar evasão, permitir que os alunos prossigam com seus estudos e reafirmar o compromisso da universidade com sua função social.

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O problema
Nós, alunos da UNIP, estamos enfrentando uma situação crítica. Até pouco tempo, a universidade permitia que as dívidas fossem parceladas via boleto, o que possibilitava a regularização financeira de milhares de estudantes. Essa opção foi retirada sem aviso prévio, deixando como alternativas apenas o pagamento à vista, por cartão de crédito ou cheque.
O problema é que grande parte dos alunos não tem acesso a cartão ou cheque, e isso significa que ficam impossibilitados de renovar suas matrículas, correndo o risco de abandonar seus cursos.
Diversos relatos públicos em plataformas como o Reclame Aqui mostram exatamente essa realidade: alunos reclamam de falhas no sistema de rematrícula, da ausência de opções de parcelamento e da exigência de pagamento à vista.
Esse cenário se soma a um problema nacional: o Brasil já enfrenta altos índices de evasão no ensino superior privado. Segundo o Semesp (2022), mais de 50% dos estudantes deixam seus cursos antes da conclusão, sendo a falta de condições financeiras o principal motivo. Ao retirar o parcelamento, a UNIP contribui para aumentar essa estatística e compromete o futuro de muitos jovens e adultos.
O Procon-SP já se posicionou sobre o tema, afirmando que, quando existe um acordo entre aluno e instituição, ele deve ser cumprido. Alterar as condições de pagamento sem aviso e sem alternativas acessíveis vai contra o princípio da boa-fé que deve reger a relação entre universidade e estudante.
O que está em jogo aqui não é apenas a forma de pagamento de mensalidades, mas o direito à educação. Negar condições acessíveis de renegociação significa negar oportunidades de futuro.
Por isso, exigimos que a UNIP reveja sua política e restabeleça imediatamente a possibilidade de parcelamento de débitos via boleto, de forma justa e transparente. Essa medida é essencial para evitar evasão, permitir que os alunos prossigam com seus estudos e reafirmar o compromisso da universidade com sua função social.

Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 21 de agosto de 2025