Abaixo assinado pela redução do salário dos vereadores e do prefeito de Matinhos-PR

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 POLÍTICA NÃO DEVERIA SER PROFISSÃO

PROJETO PARA REDUÇÃO DO SALÁRIO DOS *VEREADORES E PREFEITO DE MATINHOS-PR

JUSTIFICATIVA

 A eleição para o governo federal trouxe uma nova realidade política ao Brasil.
Nesse sentido, podemos aproveitar as mudanças para promover melhorias na nossa cidade.

 Seguindo o exemplo de outros municípios como o de Taquara no Rio Grande do Sul, o presente abaixo assinado tem como objetivo corrigir distorções e fazer prevalecer a justiça.
  
O prefeito de Matinhos e os *vereadores no decorrer deste ano prejudicaram e vem prejudicando todo o povo Matinhense, através de leis que contrariam o interesse público, e os favorece direta e indiretamente uma delas foi a lei que proibia a instalação de novos mercados no município o que impediu a instalação do supermercado Bavaresco, que iria gerar cerca de 400 empregos diretos e 600 indiretos, ou seja cerca de 1.000 empregos para a população, o motivo principal é que o ex-prefeito Eduardo Antônio Dalmora, que elegeu seu sucessor Ruy Hauer Reichert não admite que o povo de Matinhos tenha outra opção para comprar além da sua rede de supermercados, favorecendo o monopólio e com isso influenciando até mesmo o resultado das eleições o que podemos caracterizar aqui como abuso de poder econômico e político.

 Em outra lei polêmica aprovada pela câmara dos vereadores de Matinhos que gerou revolta e indignação em toda população e repercussão na imprensa foi o aumento que quase duplicou o valor do salário dos secretários em 93%, bem acima da inflação e do aumento dado a outras categorias.

 Além disso a câmara de vereadores de Matinhos é alvo de uma investigação por parte do Ministério Público em relação a “Farra de diárias” despesas pagas com dinheiro público para custear viagens “duvidosas” e sem retorno tangível para a sociedade. 

 A câmara de Matinhos tem como presidente Gerson da Silva Junior vereador acusado de assédio sexual praticado contra uma mulher em situação de fragilidade econômica que estava à procura de emprego. E agora também é investigado pelo esquema de diárias, só ele no primeiro quadrimestre do ano gastou R$6,3 mil em diárias.

 Como podemos ver a câmara de Matinhos envergonha todo o povo matinhense, com seus escândalos de corrupção, desvios morais e éticos mostrando que os vereadores já perderam sua legitimidade e não representam mais a população de Matinhos que os elegeu.

 Mas agora chegou a hora de dizermos: BASTA!

 Podemos seguir o exemplo de outros municípios e pressionar nossos parlamentares a se adequarem à realidade brasileira.

 Com a diminuição dos salários provavelmente teremos pessoas com outras intenções se candidatando no próximo pleito.

 Um salário mínimo é um valor razoável e que está de acordo com a realidade brasileira. Muitas famílias se sustentam com essa quantia.

 De acordo com nossa Lei Orgânica, a população, representada por 5% do eleitorado, pode propor mudanças na lei do Município. Matinhos possui 34.680 eleitores. Assim, precisaríamos de 1.734 pessoas para propor essa mudança na lei e pressionar nossos vereadores.

 A mudança proposta pelo projeto seria para a próxima legislatura, seguindo o que determina a lei.

 É preciso lembrar que a Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal não geram riqueza, de modo que qualquer “custo” a mais será retirado do nosso bolso, por meio da cobrança de tributos.

NÃO PODEMOS ADMITIR ESSE ABSURDO!

*Se faz necessário falar que nem todos os vereadores votaram a favor destes projetos de lei absurdos e para sermos justos temos que dizer o nome daqueles que estiveram ao lado do povo nessas questões e muitas outras, são os vereadores que fazem jus aos seus salários, são eles por ordem alfabética:

José Carlos Espírito Santo - Zé da Ecler (PSL) 
José Fernando de Lima – Nando (PSC) 
Mario Braga Neto - Professor Mario Braga (PSB)
Rodrigo Gregório dos Santos – Rodrigo (PSB)

 Que acabarão sendo afetados por esse projeto, mas por uma questão de isonomia e levando em consideração que a lei é para todos, precisarão se sacrificar pensando em um bem maior para toda sociedade.