Abaixo-Assinado para reconsideração da decisão que desliga a Prof. Luciana Aparecida

O problema

Nós, abaixo assinados, vimos por este meio registrar o nosso descontentamento com a demissão da professora Luciana Aparecida Silva Gonçalves.

Trata-se de profissional competente, com excelente didática e carisma. Atributos que diversas vezes já foram reconhecidos e exaltados pela direção e pedagogas da escola.

Por reconhecimento ao excelente trabalho prestado pela professora Luciana, recentemente, o NUCEC lhe ofereceu a oportunidade de ser a professora da turma do 2º período da educação infantil no ano de 2023, sendo que, tal pleito era antiga vontade de tal profissional, sendo tal medida comemorada por todos os familiares dos alunos, e pela própria profissional. É de conhecimento de todos que, essa decisão recente da escola, foi assemelhada a uma “promoção” ou “premiação” pelo excelente trabalho.

Ora, não é plausível uma mudança tão radical em tão pouco tempo. Especialmente sem ouvir os familiares dos alunos.

Não é o NUCEC que se posiciona como uma escola participativa, onde todos tem voz ativa?

É inegável que o vínculo que a profissional consegue estabelecer com as crianças do ensino infantil dá a eles suporte emocional para se sentirem seguros em permanecerem na escola, além de proporcionar evolução de aprendizado.

Estávamos muito satisfeitos com a condução do trabalho dela dentro de sala de aula. Alguns de nós a acompanhamos há mais tempo e corroboramos o seu profissionalismo e compromisso com a educação infantil e acreditamos que a escola tem muito a perder com o seu desligamento.

Repita-se que o NUCEC sempre deixou claro que a escola é formada por nós, os pais, e que temos de participar efetivamente da instituição.

Assim, por não entendermos a mudança repentina do posicionamento da escola, que causou estranheza a todos; considerando também que, o suposto motivo da decisão (repetimos que é suposto, pois a escola não se manifestou acerca) não coaduna com as práticas reiteradas da escola, que, por algumas vezes, já foi questionada acerca da conduta de outros profissionais e não tomou decisão tão radical.

Ora, o que motivou uma mudança de posicionamento tão rápido? Será se um fato isolado, ou reclamações isoladas são suficientes para uma decisão tão severa? Será se uma opinião isolada pode sobrepor ao que todos nós já vivemos com a profissional?

Há de ressaltar que, ainda que haja discordâncias quanto a posicionamentos da professora em algum ponto, somente ela, que conviveu um ano inteiro com as crianças em sala de aula, tem expertise para se posicionar sobre fatos vividos, momento em que julgá-la sem ter conhecimento de causa, não parece justo com a profissional e com toda a comunidade escolar.

Somos seres humanos  passíveis de erros, mas uma demissão arbitrária em um ambiente escolar, sem garantir o contraditório a profissional, afeta não só a direção ou a profissional, mas toda uma comunidade escolar e, principalmente as crianças, que diga-se de passagem, são apaixonadas pela Tia Lu.

Como associados e pais preocupados com uma educação de qualidade para nossos filhos dentro desta instituição, não podemos concordar com o desligamento de profissionais qualificados como a professora Luciana, sem motivo grave aparente, e estamos dispostos a comparecer presencialmente junto ao Conselho para falar a respeito do trabalho realizado por ela.

Por termos a convicção de que nenhum ato, que por ventura ela possa ter tomado, seja suficiente para aplicação de medida tão grave, solicitamos a reconsideração da decisão que levou à demissão da professora Luciana ou substituição da demissão por medida administrativa mais branda, após averiguação dos fatos em procedimento onde se respeite o contraditório e ampla defesa previstos na Constituição Federal.

Sabemos que perante a Lei trabalhista o empregador tem a faculdade da demissão imotivada, contudo, neste momento esta não se mostra razoável, eis que, em poucos dias, ela era a professora “carro chefe” da escola.

Assim sendo, solicitamos a revisão dos atos praticados pela escola, reiterando que, caso não sejam revistos, desde já, todos os aqui assinantes, expressam veementemente discordância de tal decisão.

Por fim gostaríamos de termos voz ativa na contratação e desligamento de professores, pelo que solicitamos que em futuras situações sejamos ouvidos nas tomadas de decisão desta natureza.

Aguardamos retorno.

Att

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Márcia CoutoCriador do abaixo-assinado
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O problema

Nós, abaixo assinados, vimos por este meio registrar o nosso descontentamento com a demissão da professora Luciana Aparecida Silva Gonçalves.

Trata-se de profissional competente, com excelente didática e carisma. Atributos que diversas vezes já foram reconhecidos e exaltados pela direção e pedagogas da escola.

Por reconhecimento ao excelente trabalho prestado pela professora Luciana, recentemente, o NUCEC lhe ofereceu a oportunidade de ser a professora da turma do 2º período da educação infantil no ano de 2023, sendo que, tal pleito era antiga vontade de tal profissional, sendo tal medida comemorada por todos os familiares dos alunos, e pela própria profissional. É de conhecimento de todos que, essa decisão recente da escola, foi assemelhada a uma “promoção” ou “premiação” pelo excelente trabalho.

Ora, não é plausível uma mudança tão radical em tão pouco tempo. Especialmente sem ouvir os familiares dos alunos.

Não é o NUCEC que se posiciona como uma escola participativa, onde todos tem voz ativa?

É inegável que o vínculo que a profissional consegue estabelecer com as crianças do ensino infantil dá a eles suporte emocional para se sentirem seguros em permanecerem na escola, além de proporcionar evolução de aprendizado.

Estávamos muito satisfeitos com a condução do trabalho dela dentro de sala de aula. Alguns de nós a acompanhamos há mais tempo e corroboramos o seu profissionalismo e compromisso com a educação infantil e acreditamos que a escola tem muito a perder com o seu desligamento.

Repita-se que o NUCEC sempre deixou claro que a escola é formada por nós, os pais, e que temos de participar efetivamente da instituição.

Assim, por não entendermos a mudança repentina do posicionamento da escola, que causou estranheza a todos; considerando também que, o suposto motivo da decisão (repetimos que é suposto, pois a escola não se manifestou acerca) não coaduna com as práticas reiteradas da escola, que, por algumas vezes, já foi questionada acerca da conduta de outros profissionais e não tomou decisão tão radical.

Ora, o que motivou uma mudança de posicionamento tão rápido? Será se um fato isolado, ou reclamações isoladas são suficientes para uma decisão tão severa? Será se uma opinião isolada pode sobrepor ao que todos nós já vivemos com a profissional?

Há de ressaltar que, ainda que haja discordâncias quanto a posicionamentos da professora em algum ponto, somente ela, que conviveu um ano inteiro com as crianças em sala de aula, tem expertise para se posicionar sobre fatos vividos, momento em que julgá-la sem ter conhecimento de causa, não parece justo com a profissional e com toda a comunidade escolar.

Somos seres humanos  passíveis de erros, mas uma demissão arbitrária em um ambiente escolar, sem garantir o contraditório a profissional, afeta não só a direção ou a profissional, mas toda uma comunidade escolar e, principalmente as crianças, que diga-se de passagem, são apaixonadas pela Tia Lu.

Como associados e pais preocupados com uma educação de qualidade para nossos filhos dentro desta instituição, não podemos concordar com o desligamento de profissionais qualificados como a professora Luciana, sem motivo grave aparente, e estamos dispostos a comparecer presencialmente junto ao Conselho para falar a respeito do trabalho realizado por ela.

Por termos a convicção de que nenhum ato, que por ventura ela possa ter tomado, seja suficiente para aplicação de medida tão grave, solicitamos a reconsideração da decisão que levou à demissão da professora Luciana ou substituição da demissão por medida administrativa mais branda, após averiguação dos fatos em procedimento onde se respeite o contraditório e ampla defesa previstos na Constituição Federal.

Sabemos que perante a Lei trabalhista o empregador tem a faculdade da demissão imotivada, contudo, neste momento esta não se mostra razoável, eis que, em poucos dias, ela era a professora “carro chefe” da escola.

Assim sendo, solicitamos a revisão dos atos praticados pela escola, reiterando que, caso não sejam revistos, desde já, todos os aqui assinantes, expressam veementemente discordância de tal decisão.

Por fim gostaríamos de termos voz ativa na contratação e desligamento de professores, pelo que solicitamos que em futuras situações sejamos ouvidos nas tomadas de decisão desta natureza.

Aguardamos retorno.

Att

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Márcia CoutoCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 6 de janeiro de 2023