ABAIXO-ASSINADO AO PRESIDENTE SOLICITANDO A CONSTRUÇAO DO CANAL DO SERTÃO PERNAMBUCANO.

O problema

Senhor Presidente Luiz Inácio Lula da Silva,  

Nós Sertanejos, abaixo-assinado, solicitamos a Vossa Excelência que priorize o andamento do Projeto Canal do Sertão Pernambucano, que se encontra paralisado a mais de 20 anos na CODEVASF (Projeto inicial finalizado em 2003). O referido Projeto foi concebido para levar água do Rio São Francisco para o Sertão do São Francisco, Sertão do Araripe e Sertão Central para a dessedentação de pessoas e animais e, principalmente, gerar  emprego e renda independentemente de chuvas ou da seca, através da agricultura irrigada, para uma população 844.215 pessoas dos municípios envolvidos que vive hoje em grande parte sem emprego, dependendo na sua grande maioria da Bolsa Família do Governo Federal para sobreviver (150.506 famílias cadastradas).

A seguir apresentamos os 16 municípios pernambucanos e 1 baiano que serão beneficiados diretamente com o Projeto Canal do Sertão Pernambucano e a  respectiva área que poderá ser irrigada para cultivo da agricultura familiar, instalação de agroindústrias e industrias:  Afrânio-PE(1.000 ha), Araripina-PE(2.456 ha),  Bodocó-PE(8.906 ha), Casa Nova -BA (33.829 ha), Cedro-PE(2.000 ha), Dormentes -PE(8.616 ha), Exú-PE( 1.220 ha), Ipubi-PE(1.477 ha), Granito-PE( 924 ha), Moreilândia-PE(349 ha), Ouricuri-PE(24.064 ha), Parnamirim-PE (9.489  ha), Petrolina-PE(24.824 ha), Santa Cruz-PE (10.354 ha), Santa Filomena-PE (4.010 ha), Serrita-PE(2.000 ha), Trindade-PE (12.154 ha).

Esse projeto de uso múltiplos das águas do Rio São Francisco que irá gerar 123.237 empregos diretos e 374.035 empregos indiretos, com uma receita total estimada de 15 bilhões de Reais por ano e taxa de retorno de investimento de 22,55% a.a. Além de economizar recursos públicos com pagamentos de carros-pipa para população que vive na zona rural (praticamente a metade da população dos municípios citados). Para se ter uma ideia dos gastos com carros-pipa, somente o Governo Federal gastou 500 milhões de Reais no período de janeiro a agosto de 2024. Sem falar que carro-pipa é apenas um paliativo para o povo não morrer de sede, pois o que resolve é construção de adutoras para que a população da zona rural tenha água permanente nas torneiras das suas casas.

 Assim o Projeto do Canal do Sertão Pernambucano poderá beneficiar toda a população da nossa Região do Araripe que mora na zona rural, como também viabilizar a construção de uma adutora para levar água do Rio São Francisco com a finalidade de  dessedentação de pessoas e animais para dezenas de municípios do Estado do Piauí ( Alegrete,  Belém do Piauí, Caldeirão Grande, Francisco Macedo, Jaicós, Padre Marcos, Marcolândia, São Julião e Simões ), pois esses municípios do Piauí, próximos a divisa com Pernambuco,  são abastecidos por carros-pipa durante todo ano (Cidade e Zona rural), independente de seca ou de período chuvoso.

 Vale lembrar que inicialmente essas cidades do Piauí estavam no projeto do Governo Federal (DNOCS), para serem abastecidas através da Adutora do Oeste, porém quando o Governo do Estado de Pernambuco (COMPESA) assumiu a construção da obra da Adutora do Oeste para Araripina, viu que não era mais possível, porque o Projeto não tinha mais vazão de água suficiente para atender essas dezenas de cidades do Piauí.

Ressalta-se que a construção do Canal do Sertão Pernambucano, fez parte de um  acordo entre o Governo do Estado de Pernambuco (época do governador   Jarbas Vasconcelos), que cedeu território do Estado para a construção dos 2 canais de Transposição de Água do Rio São Francisco-PISF ( Canal Norte e Canal Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco-PISF) que cruzam o Estado de Pernambuco para  levar água para os Estados da Ceará,  Paraíba e Rio Grande do Norte com a promessa do Governo Federal (Presidente Lula no primeiro mandato, através do Ministro da Integração Nacional Ciro Gomes ), que iria recompensar o Estado de Pernambuco com a construção do Canal do Sertão Pernambucano ( Projeto já existente na época).  

Os Estados de Alagoas e da Bahia, que no caso se diziam doadores de água para o PISF, pois o Rio São Francisco passa nestes ESTADOS, exigiram do Governo Federal como contra partida pela concordância das obras da transposição das águas do Rio São Francisco para os Estados de Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte-PISF, respectivamente, a elaboração dos Projetos do Canal do Sertão Alagoano e Canal do Sertão Baiano, mesmo sem existir na ocasião nenhum projeto. Hoje o Canal do Sertão Alagoano já está concluído e o Canal do Sertão Baiano está sendo iniciado as obras este ano, enquanto Pernambuco, que doou água e território e já tinha o projeto pronto da viabilidade econômica na época, não teve nenhum avanço no Projeto do Canal Pernambucano até hoje.

Outras grandes vantagens do Projeto do Canal do Sertão Pernambucano em relação a irrigação  e até mesmo outros projetos de irrigação existente são:  a Região do Araripe possui uma mão-de obra muito grande morando na nossa zona rural,  possuem os melhores solos do Brasil para irrigação, tem as maiores jazidas de  corretivo de solo do Brasil ( gipsita e calcário), é cortado pela Ferroviária Transnordestina, que pode escoar em grande escala a produção de alimentos produzidos pela irrigação para o  Portos de Pecém no Ceará e de Suape em Pernambuco e por último tem um dos  maiores parques de geração elétrica de origem EÓLICA E SOLAR do Brasil  com potencial para aumento da capacidade instalada se assim for necessário. Este detalhe é muito importante, porque o que pesa mais na viabilidade de um projeto de irrigação não é o custo da construção dos canais e dos equipamentos, mas sim o custo diário da energia elétrica para bombeamento das águas nos canais, que no caso do Canal do Sertão Pernambucano, pode ser gerada pelo vento e o sol da região. Por exemplo: As forças dos ventos na Região do Araripe têm capacidade de funcionar um aerogerador de 8 MW de potência. Assim, com apenas 10 aerogeradores poderia ser instalado um parque de geração elétrica com capacidade de 80MW, que seria suficiente para suprir toda demanda elétrica do Canal do Sertão Pernambucano que tem valores entre 40MW e 70MW, dependendo do projeto. Obs.: Cada aerogerador deste tem uma vida útil de 50 anos. Na realidade, iria sobrar energia limpa, do ponto de vista ecológico, e barata que poderia ser utilizada pelo Governo Federal em outros projetos que não tem este potencial local para geração de energia elétrica.      

Diante do exposto, solicitamos ao nosso ilustre Presidente Luíz Inácio Lula da Silva, que reconheça a dívida que o Governo Federal tem com o Estado de Pernambuco e municípios vizinhos do Estado do Piauí, em particular com povo da Região do Araripe, e  autorize ao Ministro da Integração Nacional e ao Presidente da Codevasf  que coloquem recursos necessários e agilizem as obras de construção do Projeto Canal do Sertão Pernambucano, na sua forma original, para que os sertanejos dos municípios, acima mencionados, tenham água para matar a sede e trabalho, mantendo com dignidade as suas famílias, independentemente de chuvas, pois através das utilização das águas do Rio São Francisco as famílias sertanejas terão água de qualidade para beber, serão gerado empregos e renda e  produtos agropecuários  para o mercado nacional e até mesmo para exportação.

2.259

O problema

Senhor Presidente Luiz Inácio Lula da Silva,  

Nós Sertanejos, abaixo-assinado, solicitamos a Vossa Excelência que priorize o andamento do Projeto Canal do Sertão Pernambucano, que se encontra paralisado a mais de 20 anos na CODEVASF (Projeto inicial finalizado em 2003). O referido Projeto foi concebido para levar água do Rio São Francisco para o Sertão do São Francisco, Sertão do Araripe e Sertão Central para a dessedentação de pessoas e animais e, principalmente, gerar  emprego e renda independentemente de chuvas ou da seca, através da agricultura irrigada, para uma população 844.215 pessoas dos municípios envolvidos que vive hoje em grande parte sem emprego, dependendo na sua grande maioria da Bolsa Família do Governo Federal para sobreviver (150.506 famílias cadastradas).

A seguir apresentamos os 16 municípios pernambucanos e 1 baiano que serão beneficiados diretamente com o Projeto Canal do Sertão Pernambucano e a  respectiva área que poderá ser irrigada para cultivo da agricultura familiar, instalação de agroindústrias e industrias:  Afrânio-PE(1.000 ha), Araripina-PE(2.456 ha),  Bodocó-PE(8.906 ha), Casa Nova -BA (33.829 ha), Cedro-PE(2.000 ha), Dormentes -PE(8.616 ha), Exú-PE( 1.220 ha), Ipubi-PE(1.477 ha), Granito-PE( 924 ha), Moreilândia-PE(349 ha), Ouricuri-PE(24.064 ha), Parnamirim-PE (9.489  ha), Petrolina-PE(24.824 ha), Santa Cruz-PE (10.354 ha), Santa Filomena-PE (4.010 ha), Serrita-PE(2.000 ha), Trindade-PE (12.154 ha).

Esse projeto de uso múltiplos das águas do Rio São Francisco que irá gerar 123.237 empregos diretos e 374.035 empregos indiretos, com uma receita total estimada de 15 bilhões de Reais por ano e taxa de retorno de investimento de 22,55% a.a. Além de economizar recursos públicos com pagamentos de carros-pipa para população que vive na zona rural (praticamente a metade da população dos municípios citados). Para se ter uma ideia dos gastos com carros-pipa, somente o Governo Federal gastou 500 milhões de Reais no período de janeiro a agosto de 2024. Sem falar que carro-pipa é apenas um paliativo para o povo não morrer de sede, pois o que resolve é construção de adutoras para que a população da zona rural tenha água permanente nas torneiras das suas casas.

 Assim o Projeto do Canal do Sertão Pernambucano poderá beneficiar toda a população da nossa Região do Araripe que mora na zona rural, como também viabilizar a construção de uma adutora para levar água do Rio São Francisco com a finalidade de  dessedentação de pessoas e animais para dezenas de municípios do Estado do Piauí ( Alegrete,  Belém do Piauí, Caldeirão Grande, Francisco Macedo, Jaicós, Padre Marcos, Marcolândia, São Julião e Simões ), pois esses municípios do Piauí, próximos a divisa com Pernambuco,  são abastecidos por carros-pipa durante todo ano (Cidade e Zona rural), independente de seca ou de período chuvoso.

 Vale lembrar que inicialmente essas cidades do Piauí estavam no projeto do Governo Federal (DNOCS), para serem abastecidas através da Adutora do Oeste, porém quando o Governo do Estado de Pernambuco (COMPESA) assumiu a construção da obra da Adutora do Oeste para Araripina, viu que não era mais possível, porque o Projeto não tinha mais vazão de água suficiente para atender essas dezenas de cidades do Piauí.

Ressalta-se que a construção do Canal do Sertão Pernambucano, fez parte de um  acordo entre o Governo do Estado de Pernambuco (época do governador   Jarbas Vasconcelos), que cedeu território do Estado para a construção dos 2 canais de Transposição de Água do Rio São Francisco-PISF ( Canal Norte e Canal Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco-PISF) que cruzam o Estado de Pernambuco para  levar água para os Estados da Ceará,  Paraíba e Rio Grande do Norte com a promessa do Governo Federal (Presidente Lula no primeiro mandato, através do Ministro da Integração Nacional Ciro Gomes ), que iria recompensar o Estado de Pernambuco com a construção do Canal do Sertão Pernambucano ( Projeto já existente na época).  

Os Estados de Alagoas e da Bahia, que no caso se diziam doadores de água para o PISF, pois o Rio São Francisco passa nestes ESTADOS, exigiram do Governo Federal como contra partida pela concordância das obras da transposição das águas do Rio São Francisco para os Estados de Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte-PISF, respectivamente, a elaboração dos Projetos do Canal do Sertão Alagoano e Canal do Sertão Baiano, mesmo sem existir na ocasião nenhum projeto. Hoje o Canal do Sertão Alagoano já está concluído e o Canal do Sertão Baiano está sendo iniciado as obras este ano, enquanto Pernambuco, que doou água e território e já tinha o projeto pronto da viabilidade econômica na época, não teve nenhum avanço no Projeto do Canal Pernambucano até hoje.

Outras grandes vantagens do Projeto do Canal do Sertão Pernambucano em relação a irrigação  e até mesmo outros projetos de irrigação existente são:  a Região do Araripe possui uma mão-de obra muito grande morando na nossa zona rural,  possuem os melhores solos do Brasil para irrigação, tem as maiores jazidas de  corretivo de solo do Brasil ( gipsita e calcário), é cortado pela Ferroviária Transnordestina, que pode escoar em grande escala a produção de alimentos produzidos pela irrigação para o  Portos de Pecém no Ceará e de Suape em Pernambuco e por último tem um dos  maiores parques de geração elétrica de origem EÓLICA E SOLAR do Brasil  com potencial para aumento da capacidade instalada se assim for necessário. Este detalhe é muito importante, porque o que pesa mais na viabilidade de um projeto de irrigação não é o custo da construção dos canais e dos equipamentos, mas sim o custo diário da energia elétrica para bombeamento das águas nos canais, que no caso do Canal do Sertão Pernambucano, pode ser gerada pelo vento e o sol da região. Por exemplo: As forças dos ventos na Região do Araripe têm capacidade de funcionar um aerogerador de 8 MW de potência. Assim, com apenas 10 aerogeradores poderia ser instalado um parque de geração elétrica com capacidade de 80MW, que seria suficiente para suprir toda demanda elétrica do Canal do Sertão Pernambucano que tem valores entre 40MW e 70MW, dependendo do projeto. Obs.: Cada aerogerador deste tem uma vida útil de 50 anos. Na realidade, iria sobrar energia limpa, do ponto de vista ecológico, e barata que poderia ser utilizada pelo Governo Federal em outros projetos que não tem este potencial local para geração de energia elétrica.      

Diante do exposto, solicitamos ao nosso ilustre Presidente Luíz Inácio Lula da Silva, que reconheça a dívida que o Governo Federal tem com o Estado de Pernambuco e municípios vizinhos do Estado do Piauí, em particular com povo da Região do Araripe, e  autorize ao Ministro da Integração Nacional e ao Presidente da Codevasf  que coloquem recursos necessários e agilizem as obras de construção do Projeto Canal do Sertão Pernambucano, na sua forma original, para que os sertanejos dos municípios, acima mencionados, tenham água para matar a sede e trabalho, mantendo com dignidade as suas famílias, independentemente de chuvas, pois através das utilização das águas do Rio São Francisco as famílias sertanejas terão água de qualidade para beber, serão gerado empregos e renda e  produtos agropecuários  para o mercado nacional e até mesmo para exportação.

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Abaixo-assinado criado em 13 de janeiro de 2025