Abaixo-assinado

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Neuli Dantas da Rosa e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Nós, viemos a público manifestar nossa discordância em relação à indicação da deputada Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara Federal.

​Baseamos nosso posicionamento nos seguintes pontos fundamentais:

​Preservação da Especificidade: Preocupa-nos que as pautas exclusivas das mulheres, possam ser diluídas em agendas identitárias mais amplas, representadas pela deputada Erika Hilton. Acreditamos que a identidade da Comissão deve ser preservada por lideranças que compartilhem dessa trajetória de vida e de seus impactos.
​A Natureza da Representação: A defesa dos direitos da mulher e da maternidade exige uma conexão intrínseca com os desafios que definem essas categorias. 
Diante do cenário legislativo atual e da ocupação de espaços decisórios na Câmara dos Deputados, faz-se necessário ressaltar que as pautas levantadas pela deputada Erika Hilton apresentam divergências fundamentais com a natureza e os objetivos do cargo a ela atribuído na defesa dos direitos das mulheres. 

Observamos com preocupação posicionamentos que fragilizam essa base, tais como:

A proposta de anistia para condenadas por aborto é vista como uma afronta ao direito fundamental à vida e aos valores da maioria das famílias brasileiras, distanciando o debate da proteção à maternidade.
A utilização constante de termos como "pessoas que gestam" ou "pessoas com útero" promove o apagamento da figura da Mulher. Essa linguagem reduz a maternidade e a experiência feminina a uma função orgânica, desumanizando a trajetória histórica de luta das mulheres.
O posicionamento contrário a medidas rigorosas, como a castração química para estupradores, e a obstrução de projetos como o PL 1904/2024 — que previa o aumento de penas para crimes sexuais — sinalizam uma tolerância excessiva que compromete a segurança das mulheres.

Reiteramos nosso compromisso inabalável com a democracia, zelando para que as vozes, a segurança e as necessidades específicas das mulheres sejam, de fato, o eixo central das decisões legislativas. A representatividade real exige o respeito à identidade feminina e a busca incansável por justiça contra aqueles que violam a dignidade da mulher. 

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Nós, viemos a público manifestar nossa discordância em relação à indicação da deputada Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara Federal.

​Baseamos nosso posicionamento nos seguintes pontos fundamentais:

​Preservação da Especificidade: Preocupa-nos que as pautas exclusivas das mulheres, possam ser diluídas em agendas identitárias mais amplas, representadas pela deputada Erika Hilton. Acreditamos que a identidade da Comissão deve ser preservada por lideranças que compartilhem dessa trajetória de vida e de seus impactos.
​A Natureza da Representação: A defesa dos direitos da mulher e da maternidade exige uma conexão intrínseca com os desafios que definem essas categorias. 
Diante do cenário legislativo atual e da ocupação de espaços decisórios na Câmara dos Deputados, faz-se necessário ressaltar que as pautas levantadas pela deputada Erika Hilton apresentam divergências fundamentais com a natureza e os objetivos do cargo a ela atribuído na defesa dos direitos das mulheres. 

Observamos com preocupação posicionamentos que fragilizam essa base, tais como:

A proposta de anistia para condenadas por aborto é vista como uma afronta ao direito fundamental à vida e aos valores da maioria das famílias brasileiras, distanciando o debate da proteção à maternidade.
A utilização constante de termos como "pessoas que gestam" ou "pessoas com útero" promove o apagamento da figura da Mulher. Essa linguagem reduz a maternidade e a experiência feminina a uma função orgânica, desumanizando a trajetória histórica de luta das mulheres.
O posicionamento contrário a medidas rigorosas, como a castração química para estupradores, e a obstrução de projetos como o PL 1904/2024 — que previa o aumento de penas para crimes sexuais — sinalizam uma tolerância excessiva que compromete a segurança das mulheres.

Reiteramos nosso compromisso inabalável com a democracia, zelando para que as vozes, a segurança e as necessidades específicas das mulheres sejam, de fato, o eixo central das decisões legislativas. A representatividade real exige o respeito à identidade feminina e a busca incansável por justiça contra aqueles que violam a dignidade da mulher. 

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Abaixo-assinado criado em 11 de março de 2026