ABAITÉ É PATRIMÔNIO, É SUJEITO DE DIREITOS, diga SIM À VIDA, diga NÃO ao HIPERMERCADO!


ABAITÉ É PATRIMÔNIO, É SUJEITO DE DIREITOS, diga SIM À VIDA, diga NÃO ao HIPERMERCADO!
O problema
NÃO à construção de um HIPERMERCADO na APP de Restinga - Ecossistema de Lagoas, Dunas e Matas do Abaeté, Salvador, Bahia, Brasil
Imagine aí: um HIPERMERCADO de 60 mil metros quadrados numa Área de Proteção Permanente - APP de Restinga, com vegetação fixadora de dunas, raras espécies de flora e fauna ameaçadas de extinção e veios d’água da APA Lagoas e Dunas do Abaeté!
Essa região faz parte do ecossistema remanescente de restinga de Salvador chamado Abaité, (com “i” pelo reconhecimento da língua de origem de povos indígenas) associado ao bioma Mata Atlântica, com lagoas, dunas e matas ancestrais.
Como permitir a construção de um equipamento imenso, um bloco de cimento e ferro, nesse solo sagrado e tão importante para manutenção da vida e do bem-viver, para a mitigação dos impactos dos eventos extremos climáticos?
Esse projeto se trata de uma aberração de impacto ambiental, socioeconômico e cultural extremamente negativos.
O micro e macro equilíbrio do ecossistema do Abaité, a “cultura de areia” e praieira vêm sendo atacados de diversas formas e tem no poder público municipal e estadual seus maiores adversários, mas, neste caso, contando com sua ajuda, pode ter nos poderes públicos os principais protetores.
A APA do Abaeté é uma unidade de conservação que, por lei, permite ocupação humana, e integra um território importante que possui diversas normas que deveriam o proteger, mas na área que supostamente está sendo destinada ao HIPERMERCADO as normas são frágeis, sendo assim é a pressão pelo interesse e mobilização públicos que selará o destino da APA: ocupações restritas e desde que mediadas pela preservação da Natureza.
É POR AMOR, ANTES QUE SEJA PELA DOR. A destruição de um mínimo elemento que integra um ecossistema se junta às causas de diversas consequências negativas que já vemos: desestruturação da riqueza sociocultural; eventos climáticos extremos; aumento do trânsito e poluição atmosférica, visual e paisagística; aumento do calor com a desregulação do microclima; compactação e impermeabilização do solo com poluição das praias; redução da biodiversidade de fauna e flora com aumento de doenças transmitidas por insetos, ratos; redução da disponibilidade de água doce; por aí vai.
Além disso, um HIPERMERCADO é um modelo de comércio que sufoca pequenos comerciantes e trabalhadores da economia local, vocação dessa área, os impactando negativamente no sustento, na renda e na participação na economia do turismo.
Esse abaixo assinado se destina a APELAR À PREFEITURA DE SALVADOR, CAPITAL DA MATA ATLÂNTICA, PARA QUE SIGA DESAUTORIZANDO a construção do megaempreendimento HIPERMERCADO ATAKAREJO, e ao GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA para que se junte aos esforços emitindo pareceres para prevalecer a preservação da Natureza ainda existente na APA do Abaeté como um bem mais relevante do que o interesse comercial de poucos.
A Emergência Climática é uma realidade e os centros urbanos, através de suas instâncias políticas de poder e controle, devem contribuir para frear os impactos das ações humanas no planeta com esforços e políticas públicas pelo DESMATAMENTO ZERO, conforme linha de atuação federal através do Ministério do Meio Ambiente!
Assine esta petição e DIGA SIM À VIDA com um NÃO À CONSTRUÇÃO DE UM HIPERMERCADO nas dunas e mata de restinga do Abaeté!
Por AMOR, assine e CHAME GENTE, compartilhe esta petição!
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O problema
NÃO à construção de um HIPERMERCADO na APP de Restinga - Ecossistema de Lagoas, Dunas e Matas do Abaeté, Salvador, Bahia, Brasil
Imagine aí: um HIPERMERCADO de 60 mil metros quadrados numa Área de Proteção Permanente - APP de Restinga, com vegetação fixadora de dunas, raras espécies de flora e fauna ameaçadas de extinção e veios d’água da APA Lagoas e Dunas do Abaeté!
Essa região faz parte do ecossistema remanescente de restinga de Salvador chamado Abaité, (com “i” pelo reconhecimento da língua de origem de povos indígenas) associado ao bioma Mata Atlântica, com lagoas, dunas e matas ancestrais.
Como permitir a construção de um equipamento imenso, um bloco de cimento e ferro, nesse solo sagrado e tão importante para manutenção da vida e do bem-viver, para a mitigação dos impactos dos eventos extremos climáticos?
Esse projeto se trata de uma aberração de impacto ambiental, socioeconômico e cultural extremamente negativos.
O micro e macro equilíbrio do ecossistema do Abaité, a “cultura de areia” e praieira vêm sendo atacados de diversas formas e tem no poder público municipal e estadual seus maiores adversários, mas, neste caso, contando com sua ajuda, pode ter nos poderes públicos os principais protetores.
A APA do Abaeté é uma unidade de conservação que, por lei, permite ocupação humana, e integra um território importante que possui diversas normas que deveriam o proteger, mas na área que supostamente está sendo destinada ao HIPERMERCADO as normas são frágeis, sendo assim é a pressão pelo interesse e mobilização públicos que selará o destino da APA: ocupações restritas e desde que mediadas pela preservação da Natureza.
É POR AMOR, ANTES QUE SEJA PELA DOR. A destruição de um mínimo elemento que integra um ecossistema se junta às causas de diversas consequências negativas que já vemos: desestruturação da riqueza sociocultural; eventos climáticos extremos; aumento do trânsito e poluição atmosférica, visual e paisagística; aumento do calor com a desregulação do microclima; compactação e impermeabilização do solo com poluição das praias; redução da biodiversidade de fauna e flora com aumento de doenças transmitidas por insetos, ratos; redução da disponibilidade de água doce; por aí vai.
Além disso, um HIPERMERCADO é um modelo de comércio que sufoca pequenos comerciantes e trabalhadores da economia local, vocação dessa área, os impactando negativamente no sustento, na renda e na participação na economia do turismo.
Esse abaixo assinado se destina a APELAR À PREFEITURA DE SALVADOR, CAPITAL DA MATA ATLÂNTICA, PARA QUE SIGA DESAUTORIZANDO a construção do megaempreendimento HIPERMERCADO ATAKAREJO, e ao GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA para que se junte aos esforços emitindo pareceres para prevalecer a preservação da Natureza ainda existente na APA do Abaeté como um bem mais relevante do que o interesse comercial de poucos.
A Emergência Climática é uma realidade e os centros urbanos, através de suas instâncias políticas de poder e controle, devem contribuir para frear os impactos das ações humanas no planeta com esforços e políticas públicas pelo DESMATAMENTO ZERO, conforme linha de atuação federal através do Ministério do Meio Ambiente!
Assine esta petição e DIGA SIM À VIDA com um NÃO À CONSTRUÇÃO DE UM HIPERMERCADO nas dunas e mata de restinga do Abaeté!
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Abaixo-assinado criado em 8 de janeiro de 2025
