A sociedade exige: Criminalização da misoginia e não relativização de conteúdo red pill

Assinantes recentes:
BRENDA BATISTA CIRILO e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

A violência contra a mulher não é inevitável, ela é tolerada. Este abaixo-assinado é um chamado da sociedade civil para transformar indignação em ação. Para dizer, de forma clara, que a misoginia não pode mais ser normalizada, ignorada ou relativizada.

O que queremos:

1. CRIMINALIZAÇÃO DA MISOGINIA
Que o ódio contra mulheres seja reconhecido como violência e tratado com o mesmo rigor legal aplicado a outros crimes de ódio. 

2. ENFRENTAMENTO AO DISCURSO DE ÓDIO RED PILL

Que conteúdos que incentivam controle, humilhação e violência contra mulheres deixem de ser tratados como opinião e passem a ser responsabilizados como discurso de ódio, por meio de um pacto entre governo e sociedade civil para que esses conteúdos que incitam violência não sejam normalizados.

3. POLÍTICAS PÚBLICAS EFETIVAS
Que o enfrentamento à violência contra a mulher deixe de ser reativo
e passe a ser preventivo com educação, responsabilização e ação contínua.

Mudanças reais não acontecem sozinhas. Elas são pressionadas: ASSINE AQUI

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Monique MichelCriador do abaixo-assinado

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O problema

A violência contra a mulher não é inevitável, ela é tolerada. Este abaixo-assinado é um chamado da sociedade civil para transformar indignação em ação. Para dizer, de forma clara, que a misoginia não pode mais ser normalizada, ignorada ou relativizada.

O que queremos:

1. CRIMINALIZAÇÃO DA MISOGINIA
Que o ódio contra mulheres seja reconhecido como violência e tratado com o mesmo rigor legal aplicado a outros crimes de ódio. 

2. ENFRENTAMENTO AO DISCURSO DE ÓDIO RED PILL

Que conteúdos que incentivam controle, humilhação e violência contra mulheres deixem de ser tratados como opinião e passem a ser responsabilizados como discurso de ódio, por meio de um pacto entre governo e sociedade civil para que esses conteúdos que incitam violência não sejam normalizados.

3. POLÍTICAS PÚBLICAS EFETIVAS
Que o enfrentamento à violência contra a mulher deixe de ser reativo
e passe a ser preventivo com educação, responsabilização e ação contínua.

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