QUEREMOS JUSTIÇA!!! ASSASSINOU 37 ANIMAIS COM SUSPEITA DE TER SIDO MUITO MAIS...!!

O problema

Dalva Lina da Silva assassinou 33 GATOS E 4 CÃES (na verdade podem ter sido CENTENAS de animais)no bairro da Vila Mariana em São Paulo no ano de 2012


alegando que em razão do precário estado de saúde dos bichos e por seu alto custo de tratamento optou por sacrificá-los. Em juízo, entretanto, negou a autoria das mortes e alegou ter sido vítima de vingança. Porém, não soube indicar quem seriam os seus inimigos.


Todos os cadáveres apresentavam lesões perfurantes de cerca de um milímetro de diâmetro na região torácica. Uma das cadelas, por exemplo, apresentava dezoito perfurações

O relatório da necrópsia, entretanto, mostrou que a substância aplicada não garantia a anestesia e os animais faleceram de maneira lenta e cruel, agonizando por até trinta minutos, por causa das múltiplas perfurações nos vasos sanguíneos e no coração, causadoras de hemorragia. A criminosa utilizou no processo, sem prescrição ou licença médica, a substância quetamina, responsável por um estado de ansiedade.

O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.

“Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.

“Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.

 


Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.

Mayorca constatou também que nenhum dos animais apresentava doença terminal ou lesão que comprometesse a saúde deles. Eram saudáveis e alguns, inclusive, castrados e prontos para adoção. O laudo cadavérico, portanto, desmentiu a alegação de Dalva que dizia ter matado apenas seis dos 37 animais por estarem em “estado terminal”.

 

QUEREMOS JUSTIÇA!!! uma pessoa que pratica tal ato de crueldade não pode ser considerada
ré-primária ,NA VERDADE ESTA MULHER É UMA SERIAL KILLER DE ANIMAIS E CONTINUA IMPUNE..

 

A SER ENTREGUE: Tribunal de Justiça de São Paulo

Este abaixo-assinado conseguiu 1.005 apoiadores!

O problema

Dalva Lina da Silva assassinou 33 GATOS E 4 CÃES (na verdade podem ter sido CENTENAS de animais)no bairro da Vila Mariana em São Paulo no ano de 2012


alegando que em razão do precário estado de saúde dos bichos e por seu alto custo de tratamento optou por sacrificá-los. Em juízo, entretanto, negou a autoria das mortes e alegou ter sido vítima de vingança. Porém, não soube indicar quem seriam os seus inimigos.


Todos os cadáveres apresentavam lesões perfurantes de cerca de um milímetro de diâmetro na região torácica. Uma das cadelas, por exemplo, apresentava dezoito perfurações

O relatório da necrópsia, entretanto, mostrou que a substância aplicada não garantia a anestesia e os animais faleceram de maneira lenta e cruel, agonizando por até trinta minutos, por causa das múltiplas perfurações nos vasos sanguíneos e no coração, causadoras de hemorragia. A criminosa utilizou no processo, sem prescrição ou licença médica, a substância quetamina, responsável por um estado de ansiedade.

O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.

“Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.

“Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.

 


Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.

Mayorca constatou também que nenhum dos animais apresentava doença terminal ou lesão que comprometesse a saúde deles. Eram saudáveis e alguns, inclusive, castrados e prontos para adoção. O laudo cadavérico, portanto, desmentiu a alegação de Dalva que dizia ter matado apenas seis dos 37 animais por estarem em “estado terminal”.

 

QUEREMOS JUSTIÇA!!! uma pessoa que pratica tal ato de crueldade não pode ser considerada
ré-primária ,NA VERDADE ESTA MULHER É UMA SERIAL KILLER DE ANIMAIS E CONTINUA IMPUNE..

 

A SER ENTREGUE: Tribunal de Justiça de São Paulo

Os tomadores de decisão

10ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo
10ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 12 de março de 2016