Junte a nós na defesa dos direitos das pessoas atingidas por grandes empresas!

O problema

Direitos para os Povos, obrigações para as empresas

Rompimento de barragens, desmoronamentos, trabalho escravo e exploração de trabalhadores, expropriação e contaminação das terras, das águas e do ar. Essa é a herança maldita deixada por grandes empresas e corporações transnacionais nos territórios onde desenvolvem suas atividades econômicas.

A vida de mulheres, crianças, famílias e comunidades inteiras é ameaçada pela operação de megaempreendimentos de setores como o agronegócio, mineração, siderurgia e energia.

Obtendo lucros cada vez maiores, essas empresas se beneficiam da flexibilização de direitos sociais, da legislação trabalhista e ambiental e da impunidade para sustentar suas operações na violação de direitos humanos, dos povos e da natureza.

Quando alguma situação de acidente ou contaminação acontece, por exemplo, elas têm toda uma legislação muito mais favorável a elas do que às pessoas que tem suas vidas impactadas negativamente.

Essa impunidade, em grande parte, é resultante do seu grande poder econômico – e, consequentemente, político – já que algumas dessas corporações são tão grandes que o seu capital financeiro chega a ser maior do que o produto interno bruto (PIB) dos países onde operam. Por essas e outras razões, é tão difícil ter um sistema jurídico que proteja efetivamente os direitos humanos e socioambientais na relação com grandes empresas.

Precisamos frear o poder das corporações, responsabilizá-las pelos seus crimes e pautar esse debate a partir dos direitos humanos e da vida, trazendo o protagonismo de pessoas trabalhadoras, atingidas pelas violações de direitos e de minorias sociais.

É dessa luta que nasce a proposta de criar um marco nacional sobre direitos humanos e empresas e estabelecer diretrizes para a promoção de políticas públicas no tema. Uma iniciativa importante na luta por acesso à justiça por parte das pessoas trabalhadoras e populações atingidas, para que possam gritar: ESSA TERRA TEM LEI!

A partir dos territórios e através do esforço coletivo entre movimentos sociais, universidades públicas e entidades da sociedade civil organizada, foi elaborado o Projeto de Lei 572/22, que, se aprovado, pode se tornar a primeira lei do mundo a trazer garantia de obrigações diretas para as empresas e direitos para os povos.

CONHEÇA O PROJETO DE LEI.

Pelo bem viver das populações, os direitos humanos devem valer mais que os acordos de livre comércio e interesse privado. Pela justiça com o sofrimento das vítimas, o poder popular das comunidades atingidas deve ser assegurado desde a prevenção até a reparação das violações de direitos humanos.

Para enfrentar os gigantes, precisaremos do apoio não só de defensoras e defensores de direitos humanos, mas de toda a sociedade. A mobilização popular e a pressão junto aos parlamentares são fundamentais para garantir a aprovação do Projeto, que já está em tramitação no Congresso Nacional.

Junte-se a nós nessa luta por soberania popular e justiça para todas e todos.

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O problema

Direitos para os Povos, obrigações para as empresas

Rompimento de barragens, desmoronamentos, trabalho escravo e exploração de trabalhadores, expropriação e contaminação das terras, das águas e do ar. Essa é a herança maldita deixada por grandes empresas e corporações transnacionais nos territórios onde desenvolvem suas atividades econômicas.

A vida de mulheres, crianças, famílias e comunidades inteiras é ameaçada pela operação de megaempreendimentos de setores como o agronegócio, mineração, siderurgia e energia.

Obtendo lucros cada vez maiores, essas empresas se beneficiam da flexibilização de direitos sociais, da legislação trabalhista e ambiental e da impunidade para sustentar suas operações na violação de direitos humanos, dos povos e da natureza.

Quando alguma situação de acidente ou contaminação acontece, por exemplo, elas têm toda uma legislação muito mais favorável a elas do que às pessoas que tem suas vidas impactadas negativamente.

Essa impunidade, em grande parte, é resultante do seu grande poder econômico – e, consequentemente, político – já que algumas dessas corporações são tão grandes que o seu capital financeiro chega a ser maior do que o produto interno bruto (PIB) dos países onde operam. Por essas e outras razões, é tão difícil ter um sistema jurídico que proteja efetivamente os direitos humanos e socioambientais na relação com grandes empresas.

Precisamos frear o poder das corporações, responsabilizá-las pelos seus crimes e pautar esse debate a partir dos direitos humanos e da vida, trazendo o protagonismo de pessoas trabalhadoras, atingidas pelas violações de direitos e de minorias sociais.

É dessa luta que nasce a proposta de criar um marco nacional sobre direitos humanos e empresas e estabelecer diretrizes para a promoção de políticas públicas no tema. Uma iniciativa importante na luta por acesso à justiça por parte das pessoas trabalhadoras e populações atingidas, para que possam gritar: ESSA TERRA TEM LEI!

A partir dos territórios e através do esforço coletivo entre movimentos sociais, universidades públicas e entidades da sociedade civil organizada, foi elaborado o Projeto de Lei 572/22, que, se aprovado, pode se tornar a primeira lei do mundo a trazer garantia de obrigações diretas para as empresas e direitos para os povos.

CONHEÇA O PROJETO DE LEI.

Pelo bem viver das populações, os direitos humanos devem valer mais que os acordos de livre comércio e interesse privado. Pela justiça com o sofrimento das vítimas, o poder popular das comunidades atingidas deve ser assegurado desde a prevenção até a reparação das violações de direitos humanos.

Para enfrentar os gigantes, precisaremos do apoio não só de defensoras e defensores de direitos humanos, mas de toda a sociedade. A mobilização popular e a pressão junto aos parlamentares são fundamentais para garantir a aprovação do Projeto, que já está em tramitação no Congresso Nacional.

Junte-se a nós nessa luta por soberania popular e justiça para todas e todos.

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Abaixo-assinado criado em 15 de março de 2024