Eu apoio o tombamento do Edifício JK e o resgate da suas funções culturais!

O problema

Idealizado pelo então prefeito Juscelino Kubitschek e projetado por Oscar Niemeyer, o Edifício JK foi pensado como marco geográfico e atração turística em Belo Horizonte. Seus pisos térreos deveriam ter tido cinema, teatro, museu e restaurantes. Mas nada disso aconteceu. A construção se arrastou por 20 anos e quando o conjunto finalmente foi ocupado, todo o programa cultural foi deixado de lado. O que se seguiu foram décadas de degradação e má fama. 

Embora o conjunto esteja indicado para o tombamento desde 2008 e tenha sua fachada protegida por lei, arquitetos e urbanistas que atuaram na produção do dossiê que levou ao tombamento provisório do prédio (que pode ser lido clicando aqui) apontam que diversas intervenções e obras feitas sem acompanhamento técnico nem aprovação dos órgãos competentes seguem ameaçando a preservação desta que é uma das mais imponentes obras de Niemeyer na capital mineira.

É importante lembrar que o reconhecimento patrimonial do edifício não impede que moradores reformem seus apartamentos e tampouco representa qualquer tipo de ingerência governamental sobre bens privados.

Diante deste cenário, atentos à necessidade de zelar e cuidar da história da cidade, pedimos à Prefeitura de BH que finalize o tombamento do conjunto com celeridade, evitando assim novas descaracterizações

Ao governo de Minas, dono da área projetada para ser o MU.JK, pedimos o resgate da vocação cultural desse espaço, cedendo-o para a criação de um mirante urbano pensado para se estabelecer como um ambiente contemplativo que possibilite aos belo-horizontinos uma interação mais amigável e acolhedora com a cidade.

#TombaJK



foto: Rogério Argolo

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Viva JKCriador do abaixo-assinadoJuntos, vamos construir um JK vivo, harmônico e plural
Este abaixo-assinado conseguiu 2.979 apoiadores!

O problema

Idealizado pelo então prefeito Juscelino Kubitschek e projetado por Oscar Niemeyer, o Edifício JK foi pensado como marco geográfico e atração turística em Belo Horizonte. Seus pisos térreos deveriam ter tido cinema, teatro, museu e restaurantes. Mas nada disso aconteceu. A construção se arrastou por 20 anos e quando o conjunto finalmente foi ocupado, todo o programa cultural foi deixado de lado. O que se seguiu foram décadas de degradação e má fama. 

Embora o conjunto esteja indicado para o tombamento desde 2008 e tenha sua fachada protegida por lei, arquitetos e urbanistas que atuaram na produção do dossiê que levou ao tombamento provisório do prédio (que pode ser lido clicando aqui) apontam que diversas intervenções e obras feitas sem acompanhamento técnico nem aprovação dos órgãos competentes seguem ameaçando a preservação desta que é uma das mais imponentes obras de Niemeyer na capital mineira.

É importante lembrar que o reconhecimento patrimonial do edifício não impede que moradores reformem seus apartamentos e tampouco representa qualquer tipo de ingerência governamental sobre bens privados.

Diante deste cenário, atentos à necessidade de zelar e cuidar da história da cidade, pedimos à Prefeitura de BH que finalize o tombamento do conjunto com celeridade, evitando assim novas descaracterizações

Ao governo de Minas, dono da área projetada para ser o MU.JK, pedimos o resgate da vocação cultural desse espaço, cedendo-o para a criação de um mirante urbano pensado para se estabelecer como um ambiente contemplativo que possibilite aos belo-horizontinos uma interação mais amigável e acolhedora com a cidade.

#TombaJK



foto: Rogério Argolo

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Abaixo-assinado criado em 12 de janeiro de 2022