Solidariedade aos servidores do IFSP Tupã vítimas de abordagem policial violenta

O problema

Vimos a público nos solidarizar com os professores Fanley Bertoti da Cunha e Fernando Mendonça Heck, em virtude da abordagem policial a qual foram submetidos dia 9 de março, na cidade de Tupã.

Os professores retornavam de carro de um evento na faculdade FADAP de Tupã, que teve a presença de Fernando Haddad (Ex-Ministro da Educação), quando foram parados pela polícia sem explicação. Na abordagem, policiais militares, sem qualquer diálogo prévio, exigiram que os professores colocassem as mãos na cabeça e fizeram uma série de perguntas sobre seus dados pessoais. Além disso, revistaram o carro e nada encontraram. Diante da negativa do encontro de qualquer material ilícito, ao final da revista, sequer explicaram o motivo pelo qual os professores estavam sendo abordados.

Entendemos que essa foi uma ação descabida e, pelo fato dos policiais não explicarem o motivo da abordagem, se configura como uma ação política em retaliação a presença dos professores no evento com o pré-candidato ao governo do Estado, Fernando Haddad. 

É lamentável que numa democracia fatos como esse ocorram, o que parece caracterizar  uma partidarização instrumental ilegal do aparato policial público. Exigimos respeito, transparência e desaparelhamento;  solicitamos esclarecimentos urgentes sobre os fatos ocorridos, como também, nos solidarizamos com os professores arbitrariamente abordados.

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O problema

Vimos a público nos solidarizar com os professores Fanley Bertoti da Cunha e Fernando Mendonça Heck, em virtude da abordagem policial a qual foram submetidos dia 9 de março, na cidade de Tupã.

Os professores retornavam de carro de um evento na faculdade FADAP de Tupã, que teve a presença de Fernando Haddad (Ex-Ministro da Educação), quando foram parados pela polícia sem explicação. Na abordagem, policiais militares, sem qualquer diálogo prévio, exigiram que os professores colocassem as mãos na cabeça e fizeram uma série de perguntas sobre seus dados pessoais. Além disso, revistaram o carro e nada encontraram. Diante da negativa do encontro de qualquer material ilícito, ao final da revista, sequer explicaram o motivo pelo qual os professores estavam sendo abordados.

Entendemos que essa foi uma ação descabida e, pelo fato dos policiais não explicarem o motivo da abordagem, se configura como uma ação política em retaliação a presença dos professores no evento com o pré-candidato ao governo do Estado, Fernando Haddad. 

É lamentável que numa democracia fatos como esse ocorram, o que parece caracterizar  uma partidarização instrumental ilegal do aparato policial público. Exigimos respeito, transparência e desaparelhamento;  solicitamos esclarecimentos urgentes sobre os fatos ocorridos, como também, nos solidarizamos com os professores arbitrariamente abordados.

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Abaixo-assinado criado em 10 de março de 2022