Parlamentar: pare de causar enchentes e secas ao permitir o desmatamento!

O problema

As matas e os banhados, ao absorverem a água das chuvas, diminuem o impacto das inundações e enchentes. Em um solo sem vegetação, a água escorre mais facilmente e não se infiltra, gerando maior erosão dos terrenos. Por sua vez, os canais dos rios se avolumam rapidamente e ficam assoreados pela quantidade de areia, e, assim, transbordam mais facilmente. Cientistas e conhecedores do solo e do clima afirmam isso.  Só que no Rio Grande do Sul e em outros estados, assim como no Brasil, vêm sendo aprovadas leis para diminuir as áreas de conservação ambiental, causando desequilíbrio nos ecossistemas. Por isso, presenciamos o aumento do aquecimento climático regional e global, gerando fenômenos severos, mais frequentes e intensos, como enchentes, secas e ciclones. 
    O aumento de gás carbônico no ar, causado pela queima de combustíveis fósseis e pela devastação das matas em todo o País, também eleva a temperatura da superfície da Terra, onde se incluem os oceanos. Há, então, um aumento da evaporação da água oceânica e maior armazenamento de vapor d’água na atmosfera que, quando precipita na forma de chuva, gera fenômenos extremos. 
    Em 2012, foi votado no Congresso Nacional o desmonte do Código Florestal Brasileiro. As novas leis permitiram o uso de Áreas de Proteção Ambiental (APAs) para o plantio de monoculturas e pecuária. Em 2019, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei permitindo o desmatamento de áreas de proteção ambiental no estado e o auto licenciamento ambiental. As Áreas de Proteção Ambiental são de utilidade pública, necessárias para manter o equilíbrio dos ecossistemas e da vida. O Estado - União, governos estaduais e prefeituras – deve ser o tutor da questão ambiental e não favorecer interesses econômicos sem nenhuma preocupação com o equilíbrio ecológico. 
    O Brasil é hoje um dos países que mais contribui para o aquecimento global, cujos impactos são aumentados regionalmente, gerando as catástrofes climáticas que ceifam vidas e desmantelam as economias. Os parlamentares que são conscientes votam contra os projetos de lei que diminuem ou acabam com as matas ciliares, as matas das encostas e os topos de morro, banhados, formações vegetais, áreas indígenas e os campos nativos. Todos esses elementos são fundamentais para fortalecer as áreas de proteção ambiental, pois a cobertura vegetal mantém o solo, ajuda a recarregar os aquíferos e protege os animais silvestres, mantendo o equilíbrio dos ecossistemas como um todo. E os parlamentares conscientes votam também contra o auto licenciamento ambiental. Pois são os órgãos públicos fortalecidos e bem geridos que devem fazer o licenciamento conforme regras que protejam o meio ambiente e a vida humana. 
    Chegamos ao limite das reservas naturais. Se acabarmos com os ecossistemas que restam, acabaremos por promover a extinção das nossas vidas. 
NÃO PROMOVA AÇÕES QUE INCREMENTAM OS EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS!

 

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O problema

As matas e os banhados, ao absorverem a água das chuvas, diminuem o impacto das inundações e enchentes. Em um solo sem vegetação, a água escorre mais facilmente e não se infiltra, gerando maior erosão dos terrenos. Por sua vez, os canais dos rios se avolumam rapidamente e ficam assoreados pela quantidade de areia, e, assim, transbordam mais facilmente. Cientistas e conhecedores do solo e do clima afirmam isso.  Só que no Rio Grande do Sul e em outros estados, assim como no Brasil, vêm sendo aprovadas leis para diminuir as áreas de conservação ambiental, causando desequilíbrio nos ecossistemas. Por isso, presenciamos o aumento do aquecimento climático regional e global, gerando fenômenos severos, mais frequentes e intensos, como enchentes, secas e ciclones. 
    O aumento de gás carbônico no ar, causado pela queima de combustíveis fósseis e pela devastação das matas em todo o País, também eleva a temperatura da superfície da Terra, onde se incluem os oceanos. Há, então, um aumento da evaporação da água oceânica e maior armazenamento de vapor d’água na atmosfera que, quando precipita na forma de chuva, gera fenômenos extremos. 
    Em 2012, foi votado no Congresso Nacional o desmonte do Código Florestal Brasileiro. As novas leis permitiram o uso de Áreas de Proteção Ambiental (APAs) para o plantio de monoculturas e pecuária. Em 2019, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei permitindo o desmatamento de áreas de proteção ambiental no estado e o auto licenciamento ambiental. As Áreas de Proteção Ambiental são de utilidade pública, necessárias para manter o equilíbrio dos ecossistemas e da vida. O Estado - União, governos estaduais e prefeituras – deve ser o tutor da questão ambiental e não favorecer interesses econômicos sem nenhuma preocupação com o equilíbrio ecológico. 
    O Brasil é hoje um dos países que mais contribui para o aquecimento global, cujos impactos são aumentados regionalmente, gerando as catástrofes climáticas que ceifam vidas e desmantelam as economias. Os parlamentares que são conscientes votam contra os projetos de lei que diminuem ou acabam com as matas ciliares, as matas das encostas e os topos de morro, banhados, formações vegetais, áreas indígenas e os campos nativos. Todos esses elementos são fundamentais para fortalecer as áreas de proteção ambiental, pois a cobertura vegetal mantém o solo, ajuda a recarregar os aquíferos e protege os animais silvestres, mantendo o equilíbrio dos ecossistemas como um todo. E os parlamentares conscientes votam também contra o auto licenciamento ambiental. Pois são os órgãos públicos fortalecidos e bem geridos que devem fazer o licenciamento conforme regras que protejam o meio ambiente e a vida humana. 
    Chegamos ao limite das reservas naturais. Se acabarmos com os ecossistemas que restam, acabaremos por promover a extinção das nossas vidas. 
NÃO PROMOVA AÇÕES QUE INCREMENTAM OS EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS!

 

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Abaixo-assinado criado em 31 de maio de 2024