Em memória de Bruna Oliveira da Silva: por justiça, memória e reconhecimento

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O problema

Toda a comunidade uspiana foi tomada por profunda tristeza e indignação diante do brutal assassinato de Bruna Oliveira da Silva, mestranda e mãe de 28 anos da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH). Bruna foi arrancada de nosso convívio e do convívio de seus familiares de maneira trágica e inaceitável, em um crime de feminicídio.

Desaparecida no último domingo, 13 de abril, Bruna foi encontrada sem vida na quinta-feira, 16, nos fundos de um estacionamento na Avenida Miguel Ignácio Curi, na Vila Carmosina, Zona Leste de São Paulo. Esse ato de violência extrema evidencia, mais uma vez, a vulnerabilidade estrutural enfrentada por mulheres em nossa sociedade e a urgente necessidade de políticas públicas efetivas que garantam segurança, dignidade e vida.

Diante dessa perda irreparável, a Associação de Pós-Graduandos Helenira ‘Preta’ Resende da USP Capital, junto aos Representantes Discentes de pós-graduação da EACH, lança este abaixo-assinado à comunidade universitária para solicitar, por parte das Comissões Coordenadora do Programa ao qual Bruna estava vinculada e a de Pós-Graduação da unidade - assim como à Pró-Reitoria de Pós-Graduação - a concessão de sua titulação póstuma. Trata-se de um gesto simbólico, mas profundamente necessário, em reconhecimento à sua trajetória acadêmica, à sua contribuição à universidade e em respeito à dor de seus familiares, amigos e colegas.

A titulação de Bruna é também um ato de reparação institucional. Uma forma de manter viva a memória de uma jovem pesquisadora que lutava por um mundo mais justo e que foi vítima de um sistema de segurança falho, que continua a expor mulheres à violência cotidiana em nossa sociedade.

A APG USP Capital se soma à sociedade civil para exigir a rigorosa apuração dos fatos, a responsabilização dos autores deste crime bárbaro e o fortalecimento das políticas de proteção às mulheres. São Paulo não pode continuar sendo palco de tragédias como essa.

Convidamos toda a comunidade uspiana a somar forças nesta luta por justiça e memória. Que a dor da perda de Bruna possa ser transformadora e se manter presente através da mobilização coletiva por uma universidade e uma sociedade mais seguras, igualitárias e humanas.

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O problema

Toda a comunidade uspiana foi tomada por profunda tristeza e indignação diante do brutal assassinato de Bruna Oliveira da Silva, mestranda e mãe de 28 anos da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH). Bruna foi arrancada de nosso convívio e do convívio de seus familiares de maneira trágica e inaceitável, em um crime de feminicídio.

Desaparecida no último domingo, 13 de abril, Bruna foi encontrada sem vida na quinta-feira, 16, nos fundos de um estacionamento na Avenida Miguel Ignácio Curi, na Vila Carmosina, Zona Leste de São Paulo. Esse ato de violência extrema evidencia, mais uma vez, a vulnerabilidade estrutural enfrentada por mulheres em nossa sociedade e a urgente necessidade de políticas públicas efetivas que garantam segurança, dignidade e vida.

Diante dessa perda irreparável, a Associação de Pós-Graduandos Helenira ‘Preta’ Resende da USP Capital, junto aos Representantes Discentes de pós-graduação da EACH, lança este abaixo-assinado à comunidade universitária para solicitar, por parte das Comissões Coordenadora do Programa ao qual Bruna estava vinculada e a de Pós-Graduação da unidade - assim como à Pró-Reitoria de Pós-Graduação - a concessão de sua titulação póstuma. Trata-se de um gesto simbólico, mas profundamente necessário, em reconhecimento à sua trajetória acadêmica, à sua contribuição à universidade e em respeito à dor de seus familiares, amigos e colegas.

A titulação de Bruna é também um ato de reparação institucional. Uma forma de manter viva a memória de uma jovem pesquisadora que lutava por um mundo mais justo e que foi vítima de um sistema de segurança falho, que continua a expor mulheres à violência cotidiana em nossa sociedade.

A APG USP Capital se soma à sociedade civil para exigir a rigorosa apuração dos fatos, a responsabilização dos autores deste crime bárbaro e o fortalecimento das políticas de proteção às mulheres. São Paulo não pode continuar sendo palco de tragédias como essa.

Convidamos toda a comunidade uspiana a somar forças nesta luta por justiça e memória. Que a dor da perda de Bruna possa ser transformadora e se manter presente através da mobilização coletiva por uma universidade e uma sociedade mais seguras, igualitárias e humanas.

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Abaixo-assinado criado em 23 de abril de 2025