UNILAB-Universidade Negra pede apoio: Prédio, BIH, Ações Afirmativas, Saberes Tradicionais

O problema

A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afrobrasileira (UNILAB), é uma instituição Pública, Federal, que possui Projeto de Cooperação Internacional com Países Africanos. Temos duas sedes da Universidade, localizadas em territórios ancestrais: Bahia (Recôncavo) e Ceará (Maciço do Baturité e Acapare). Com a Universidade realizamos o encontro entre continente e diáspora, nações indígenas, ciganas, rurais e ribeirinhas. Somos referência mundial de academia negra, com destaque na produção de pesquisas decoloniais, protagonizadas por docentes e estudantes pretas e pretos. Cabe destacar que, nossa comunidade acadêmica africana, é composta por nações falantes da língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe (PALOP), para além destes territórios, temos Programas que acolhem estudantes estrangeiros do Benin, Senegal e outros países. Temos cerca de vinte cursos na Instituição e uma disparidade de ofertas que beneficia mais oportunidades no Ceará em relação a Bahia. Entretanto, enquanto universidade situada no nordeste, o sucateamento é parte de ambas as realidades. 


Atualmente vivenciamos cortes que afetam nossa existência e solicitamos Audiência Pública à Defensoria. Apresentamos quatro demandas neste Abaixo Assinado:


1ª Finalização das Obras do Campus dos Malês. Ter prédio de Universidade é questão Diplomática e de Saúde Pública que ameaça as nossas vidas. 

O Campus dos Malês (São Francisco do Conde/Bahia) até o momento funciona em escola de educação básica e há mais de sete anos aguardamos a finalização das obras. Por questões de Racismo Estrutural, os recursos não chegam. Antes da COVID-19, nossas aulas já aconteciam rua, na quadra e sofremos assaltos em prédios cedidos que necessitavam de escala de segurança. A Reitoria aprovou Resolução de Volta às aulas para abril/2022, sabendo que as salas não possuem segurança material, que não temos transporte para acolher as demandas por biossegurança.No contexto pandêmico, com o vírus mortal em mutação e vacina em fase de testes, corremos risco de vida e de proliferação da doença na região devido ao alto risco de contaminação e aglomeração. Mesmo com a participação na Campanha Internacional UNTREF/UNESCO pela Erradicação do Racismo no Ensino Superior, a Gestão não retorna os e-mails do Movimento, não dialoga com a comunidade o que dificulta as mobilizações.

Para maiores informações acessar este link:

 https://docs.google.com/document/d/1rCnYsP01RTImOKjuoXvQlx2MBVfsjHUwfIuWevJdWIU/edit?usp=sharing

 

2º Permanência do Curso de Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades (BHU) com dois ciclos.

O curso de BHU é a base da Universidade. Para ingressar em qualquer graduação na UNILAB é preciso vivenciar este primeiro ciclo de formação. O BHU reúne toda comunidade discente, e propõe o estudo e pesquisa das diversas áreas das Humanidades de modo interdisciplinar. Também propõe debates aliados ao ensino, pesquisa e extensão com a perspectiva interseccional, afroreferenciada. No BHU existe a introdução nas teorias de Direitos Humanos, a ambientação à vida universitária, o que permite escolher com maior segurança as Terminalidades no segundo ciclo. 

No entanto, houve um processo arbitrário de Desvinculação do BHU das Terminalidades e este movimento é parte do desmonte que sofremos na educação pública. Por meio de decisão em Assembléia Geral, no dia 06/11/21, a pauta pela defesa do Curso em dois ciclos foi incorporada nesta Petição.

Para maiores informações acessar este link: 

https://docs.google.com/document/d/18-UMyykii-Ov2ot0pS1K71V9FIGYEpbfpw9W3xj87NE/edit

 

3º Políticas Afirmativas e Garantia da oferta de vagas para estudantes do continente africano, da retomada de editais específicos que foram excluídos, para quilombolas, indígenas, lgbtquia+ (dentre outros):


É pauta colocada na Assembleia a necessidade da garantia da Política de Cooperação, de oferta de vagas para estudantes do continente africano. Pois a integração internacional com os países PALOP (países africanos de língua portuguesa) fundamenta o Projeto da UNILAB. O mesmo acontece para editais que pautam a interseccionalidade: Quilombola, Indígena, LGBTQUIA+, egressos do sistema prisional e inclusão.

Em relação às Políticas Afirmativas, entre os anos de 2017 e 2021, recolhemos relatos com vários estudantes da UNILAB. Dentro de um processo contínuo de reflexão por meio de reuniões e da metodologia do Teatro do Oprimido, elaboramos Carta pela Permanência Estudantil. Neste Documento, temos propostas para vários setores da Instituição. O pretexto para atacar o Curso de BHU envolve o argumento da Gestão de que não temos estudantes e o desfalque no quadro discente impede a continuidade do BHU em dois ciclos. Mas, precisamos refletir: Por que não temos estudantes? Por que tem acontecido um número elevado de evasão na UNILAB? Como tem sido divulgado os vestibulares e processos seletivos da UNILAB? Estas questões envolvem violências graves e urgentes. Para combater a evasão e garantir o ingresso e permanência, precisamos de políticas afirmativas. Neste arquivo, também anexamos as formalizações de pautas da Campanha Internacional Pela Erradicação do Racismo no Ensino Superior, Cátedra Educación Superior y Pueblos Indígenas y Afrodescendientes en América Latina UNTREF/UNESCO.

Ofício disponível pelo Link: 

https://docs.google.com/document/d/13VZXiPKzMxI5NWjLFd_9INyt3i-VZOdZOH19rqwVHJg/edit?usp=sharing

 

4º Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais


A solicitação pelo Programa  de Formação Transversal em Saberes Tradicionais parte do diálogo com nações ancestrais, de cultura e axé, existentes no Recôncavo Baiano. Diz respeito à saúde mental, ao compromisso ético com a descolonização do saber. Quando aprendemos sobre ciências milenares, precisamos da presença de quem vive a tradição na universidade. Este Programa existe como Política implementada nas Universidades brasileiras e, para além do Título Doutor Honoris Causa, para além do Notório Saber, garante a remuneração e contratação de mestras e mestres como docentes temporários nas disciplinas obrigatórias, nos cursos de extensão. 

Quando estudamos sobre questões ancestrais e raciais, existem movimentos que também geram dor, a retomada de consciência, o entendimento de quem somos, de como estamos também carrega vários fardos e/ou portais são abertos. Juntamente com redes de saúde mental, CAPIS e psicologia africana (demanda presente na Carta de Políticas Afirmativas), precisamos de guardiãs e guardiões das culturas na universidade. Com sacerdotisas e sacerdotes, aprendemos que existem fundamentos desrespeitados em muitos textos teóricos. A UNILAB também é um espaço de reencontro com diversas espiritualidades e este processo de reconexão, de formação, precisa do Programa de Saberes para a efetivação da proposta curricular, para a  vivência com nossas pessoas mais velhas e os territórios que pertencem. Convites sem remuneração, a folclorização de manifestações, são reproduções coloniais que precisamos refletir e romper como ação de respeito a diversidade e prosperidade. Neste caminho entre mente, corpo e espírito, nossa comunidade negra também está sujeita a várias vulnerabilidades, desequilíbrios e já vivenciamos situações sérias na universidade que só foram solucionadas graças ao apoio de mestras e mestres, de terreiros de umbanda e candomblé, por exemplo. Esta demanda é tão importante quanto as demais e, durante todo o processo de luta, o aquilombamento, o agradecimento e o apoio para que esta Petição existisse veio das comunidades tradicionais.

Para maiores informações acessar este link: 

https://docs.google.com/document/d/1VIxx9AogqQm778G2LfHEnljoL119YQXnNRTZId2hka4/edit?usp=drivesdk

 

Neste abaixo assinado nossas demandas tem 4P: 1) Prédio, 2) Permanência do BHU em dois Ciclos, 3) Políticas Afirmativas, 4) Programa de Saberes Tradicionais. Significa dizer, Poder Para o Povo Preto. Cada sangue negro é cultura que honra a natureza, maneiras inteligentes de viver em harmonia. Nossa história foi roubada. Não aprendemos que as primeiras universidades nascem em Kemet, onde o colonizador impôs o nome de Egito. Precisamos conhecer as escolas de inicição Lembà, milenares, das nações bantu-congo. Precisamos compreender como a filosofia grega, a ciência europeia veio do continente africano e se impôs como superior nesta modernidade ocidental. Precisamos de conhecimentos que permitem justiça social para combater dados atuais de desigualdade, genocídio, epistemicídio, lgbtfobia, racismo ambiental, religioso e diversos preconceitos que geram processos de matança.


A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB) é resultado de diversos processos de luta do movimento negro e movimentos sociais, pautada a partir da reparação histórica. Atualmente, passamos por isolamento e diversas perseguições políticas, processos administrativos. Para efetivar as propostas curriculares que abrangem os campos dos saberes, as ações afirmativas, a internacionalização, a interiorização e democratização do acesso ao ensino, a pesquisa e a extensão temos demandas urgentes e necessárias nesta Petição. O Documento tem sido enviado periodicamente a mídias, embaixadas, parlamentares, gestão, setores institucionais, docentes e ativistas. Até o momento realizamos três envios: 02 de fevereiro; 25 de maio e 24 de junho. Nosso próximo encaminhamento da Petição será em 04 de dezembro.  

Pedimos seu apoio nesta luta que é nossa!

Este abaixo-assinado conseguiu 2.372 apoiadores!

O problema

A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afrobrasileira (UNILAB), é uma instituição Pública, Federal, que possui Projeto de Cooperação Internacional com Países Africanos. Temos duas sedes da Universidade, localizadas em territórios ancestrais: Bahia (Recôncavo) e Ceará (Maciço do Baturité e Acapare). Com a Universidade realizamos o encontro entre continente e diáspora, nações indígenas, ciganas, rurais e ribeirinhas. Somos referência mundial de academia negra, com destaque na produção de pesquisas decoloniais, protagonizadas por docentes e estudantes pretas e pretos. Cabe destacar que, nossa comunidade acadêmica africana, é composta por nações falantes da língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe (PALOP), para além destes territórios, temos Programas que acolhem estudantes estrangeiros do Benin, Senegal e outros países. Temos cerca de vinte cursos na Instituição e uma disparidade de ofertas que beneficia mais oportunidades no Ceará em relação a Bahia. Entretanto, enquanto universidade situada no nordeste, o sucateamento é parte de ambas as realidades. 


Atualmente vivenciamos cortes que afetam nossa existência e solicitamos Audiência Pública à Defensoria. Apresentamos quatro demandas neste Abaixo Assinado:


1ª Finalização das Obras do Campus dos Malês. Ter prédio de Universidade é questão Diplomática e de Saúde Pública que ameaça as nossas vidas. 

O Campus dos Malês (São Francisco do Conde/Bahia) até o momento funciona em escola de educação básica e há mais de sete anos aguardamos a finalização das obras. Por questões de Racismo Estrutural, os recursos não chegam. Antes da COVID-19, nossas aulas já aconteciam rua, na quadra e sofremos assaltos em prédios cedidos que necessitavam de escala de segurança. A Reitoria aprovou Resolução de Volta às aulas para abril/2022, sabendo que as salas não possuem segurança material, que não temos transporte para acolher as demandas por biossegurança.No contexto pandêmico, com o vírus mortal em mutação e vacina em fase de testes, corremos risco de vida e de proliferação da doença na região devido ao alto risco de contaminação e aglomeração. Mesmo com a participação na Campanha Internacional UNTREF/UNESCO pela Erradicação do Racismo no Ensino Superior, a Gestão não retorna os e-mails do Movimento, não dialoga com a comunidade o que dificulta as mobilizações.

Para maiores informações acessar este link:

 https://docs.google.com/document/d/1rCnYsP01RTImOKjuoXvQlx2MBVfsjHUwfIuWevJdWIU/edit?usp=sharing

 

2º Permanência do Curso de Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades (BHU) com dois ciclos.

O curso de BHU é a base da Universidade. Para ingressar em qualquer graduação na UNILAB é preciso vivenciar este primeiro ciclo de formação. O BHU reúne toda comunidade discente, e propõe o estudo e pesquisa das diversas áreas das Humanidades de modo interdisciplinar. Também propõe debates aliados ao ensino, pesquisa e extensão com a perspectiva interseccional, afroreferenciada. No BHU existe a introdução nas teorias de Direitos Humanos, a ambientação à vida universitária, o que permite escolher com maior segurança as Terminalidades no segundo ciclo. 

No entanto, houve um processo arbitrário de Desvinculação do BHU das Terminalidades e este movimento é parte do desmonte que sofremos na educação pública. Por meio de decisão em Assembléia Geral, no dia 06/11/21, a pauta pela defesa do Curso em dois ciclos foi incorporada nesta Petição.

Para maiores informações acessar este link: 

https://docs.google.com/document/d/18-UMyykii-Ov2ot0pS1K71V9FIGYEpbfpw9W3xj87NE/edit

 

3º Políticas Afirmativas e Garantia da oferta de vagas para estudantes do continente africano, da retomada de editais específicos que foram excluídos, para quilombolas, indígenas, lgbtquia+ (dentre outros):


É pauta colocada na Assembleia a necessidade da garantia da Política de Cooperação, de oferta de vagas para estudantes do continente africano. Pois a integração internacional com os países PALOP (países africanos de língua portuguesa) fundamenta o Projeto da UNILAB. O mesmo acontece para editais que pautam a interseccionalidade: Quilombola, Indígena, LGBTQUIA+, egressos do sistema prisional e inclusão.

Em relação às Políticas Afirmativas, entre os anos de 2017 e 2021, recolhemos relatos com vários estudantes da UNILAB. Dentro de um processo contínuo de reflexão por meio de reuniões e da metodologia do Teatro do Oprimido, elaboramos Carta pela Permanência Estudantil. Neste Documento, temos propostas para vários setores da Instituição. O pretexto para atacar o Curso de BHU envolve o argumento da Gestão de que não temos estudantes e o desfalque no quadro discente impede a continuidade do BHU em dois ciclos. Mas, precisamos refletir: Por que não temos estudantes? Por que tem acontecido um número elevado de evasão na UNILAB? Como tem sido divulgado os vestibulares e processos seletivos da UNILAB? Estas questões envolvem violências graves e urgentes. Para combater a evasão e garantir o ingresso e permanência, precisamos de políticas afirmativas. Neste arquivo, também anexamos as formalizações de pautas da Campanha Internacional Pela Erradicação do Racismo no Ensino Superior, Cátedra Educación Superior y Pueblos Indígenas y Afrodescendientes en América Latina UNTREF/UNESCO.

Ofício disponível pelo Link: 

https://docs.google.com/document/d/13VZXiPKzMxI5NWjLFd_9INyt3i-VZOdZOH19rqwVHJg/edit?usp=sharing

 

4º Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais


A solicitação pelo Programa  de Formação Transversal em Saberes Tradicionais parte do diálogo com nações ancestrais, de cultura e axé, existentes no Recôncavo Baiano. Diz respeito à saúde mental, ao compromisso ético com a descolonização do saber. Quando aprendemos sobre ciências milenares, precisamos da presença de quem vive a tradição na universidade. Este Programa existe como Política implementada nas Universidades brasileiras e, para além do Título Doutor Honoris Causa, para além do Notório Saber, garante a remuneração e contratação de mestras e mestres como docentes temporários nas disciplinas obrigatórias, nos cursos de extensão. 

Quando estudamos sobre questões ancestrais e raciais, existem movimentos que também geram dor, a retomada de consciência, o entendimento de quem somos, de como estamos também carrega vários fardos e/ou portais são abertos. Juntamente com redes de saúde mental, CAPIS e psicologia africana (demanda presente na Carta de Políticas Afirmativas), precisamos de guardiãs e guardiões das culturas na universidade. Com sacerdotisas e sacerdotes, aprendemos que existem fundamentos desrespeitados em muitos textos teóricos. A UNILAB também é um espaço de reencontro com diversas espiritualidades e este processo de reconexão, de formação, precisa do Programa de Saberes para a efetivação da proposta curricular, para a  vivência com nossas pessoas mais velhas e os territórios que pertencem. Convites sem remuneração, a folclorização de manifestações, são reproduções coloniais que precisamos refletir e romper como ação de respeito a diversidade e prosperidade. Neste caminho entre mente, corpo e espírito, nossa comunidade negra também está sujeita a várias vulnerabilidades, desequilíbrios e já vivenciamos situações sérias na universidade que só foram solucionadas graças ao apoio de mestras e mestres, de terreiros de umbanda e candomblé, por exemplo. Esta demanda é tão importante quanto as demais e, durante todo o processo de luta, o aquilombamento, o agradecimento e o apoio para que esta Petição existisse veio das comunidades tradicionais.

Para maiores informações acessar este link: 

https://docs.google.com/document/d/1VIxx9AogqQm778G2LfHEnljoL119YQXnNRTZId2hka4/edit?usp=drivesdk

 

Neste abaixo assinado nossas demandas tem 4P: 1) Prédio, 2) Permanência do BHU em dois Ciclos, 3) Políticas Afirmativas, 4) Programa de Saberes Tradicionais. Significa dizer, Poder Para o Povo Preto. Cada sangue negro é cultura que honra a natureza, maneiras inteligentes de viver em harmonia. Nossa história foi roubada. Não aprendemos que as primeiras universidades nascem em Kemet, onde o colonizador impôs o nome de Egito. Precisamos conhecer as escolas de inicição Lembà, milenares, das nações bantu-congo. Precisamos compreender como a filosofia grega, a ciência europeia veio do continente africano e se impôs como superior nesta modernidade ocidental. Precisamos de conhecimentos que permitem justiça social para combater dados atuais de desigualdade, genocídio, epistemicídio, lgbtfobia, racismo ambiental, religioso e diversos preconceitos que geram processos de matança.


A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB) é resultado de diversos processos de luta do movimento negro e movimentos sociais, pautada a partir da reparação histórica. Atualmente, passamos por isolamento e diversas perseguições políticas, processos administrativos. Para efetivar as propostas curriculares que abrangem os campos dos saberes, as ações afirmativas, a internacionalização, a interiorização e democratização do acesso ao ensino, a pesquisa e a extensão temos demandas urgentes e necessárias nesta Petição. O Documento tem sido enviado periodicamente a mídias, embaixadas, parlamentares, gestão, setores institucionais, docentes e ativistas. Até o momento realizamos três envios: 02 de fevereiro; 25 de maio e 24 de junho. Nosso próximo encaminhamento da Petição será em 04 de dezembro.  

Pedimos seu apoio nesta luta que é nossa!

Os tomadores de decisão

Direção Campus dos Malês
Direção Campus dos Malês
Reitoria UNILAB
Reitoria UNILAB
Prefeitura Municipal de São Francisco do Conde
Prefeitura Municipal de São Francisco do Conde

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 8 de dezembro de 2020