

Trabalhadores da Toky pedem pagamento integral dos créditos trabalhistas, sem deságio
O problema
Imagine trabalhar durante anos em uma empresa e, quando chega o momento de receber os valores decorrentes do seu trabalho, descobrir que a proposta é receber apenas 70% do seu crédito.
É isso que está sendo proposto no plano de recuperação judicial do Grupo Toky.
Este abaixo-assinado busca reivindicar que os créditos trabalhistas sejam pagos integralmente, sem deságio e com a devida correção monetária até o efetivo pagamento.
O Grupo Toky está em recuperação judicial no processo nº 4080549-12.2026.8.26.0100, que tramita na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo/SP.
No Plano de Recuperação Judicial, Evento 223, Cláusula 8.1, está prevista, como regra geral para os credores trabalhistas, a proposta de pagamento de 70% dos créditos, em até 12 meses, sem correção monetária ou encargos.
Ou seja, além de um deságio nominal de 30%, o trabalhador também não receberia a atualização monetária durante o período previsto para o pagamento. Na prática, a perda econômica pode ser ainda maior.
Estamos falando de valores decorrentes do trabalho de pessoas que dedicaram anos à empresa. Para muitos trabalhadores, esses créditos representam recursos importantes para suas famílias e suas vidas.
Nossa reivindicação é simples: que os trabalhadores recebam 100% dos créditos trabalhistas reconhecidos, com a devida correção monetária e sem deságio.
Esta petição não substitui os procedimentos da recuperação judicial nem o voto dos credores. Seu objetivo é dar voz aos trabalhadores e demonstrar que existe uma mobilização pela preservação integral de seus créditos.
Se você é trabalhador, ex-trabalhador do Grupo Toky ou apoia essa reivindicação, assine e compartilhe.
Quanto mais assinaturas, maior será a demonstração de que os trabalhadores querem ser ouvidos.
100% dos créditos trabalhistas. Sem deságio. Com correção monetária

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O problema
Imagine trabalhar durante anos em uma empresa e, quando chega o momento de receber os valores decorrentes do seu trabalho, descobrir que a proposta é receber apenas 70% do seu crédito.
É isso que está sendo proposto no plano de recuperação judicial do Grupo Toky.
Este abaixo-assinado busca reivindicar que os créditos trabalhistas sejam pagos integralmente, sem deságio e com a devida correção monetária até o efetivo pagamento.
O Grupo Toky está em recuperação judicial no processo nº 4080549-12.2026.8.26.0100, que tramita na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo/SP.
No Plano de Recuperação Judicial, Evento 223, Cláusula 8.1, está prevista, como regra geral para os credores trabalhistas, a proposta de pagamento de 70% dos créditos, em até 12 meses, sem correção monetária ou encargos.
Ou seja, além de um deságio nominal de 30%, o trabalhador também não receberia a atualização monetária durante o período previsto para o pagamento. Na prática, a perda econômica pode ser ainda maior.
Estamos falando de valores decorrentes do trabalho de pessoas que dedicaram anos à empresa. Para muitos trabalhadores, esses créditos representam recursos importantes para suas famílias e suas vidas.
Nossa reivindicação é simples: que os trabalhadores recebam 100% dos créditos trabalhistas reconhecidos, com a devida correção monetária e sem deságio.
Esta petição não substitui os procedimentos da recuperação judicial nem o voto dos credores. Seu objetivo é dar voz aos trabalhadores e demonstrar que existe uma mobilização pela preservação integral de seus créditos.
Se você é trabalhador, ex-trabalhador do Grupo Toky ou apoia essa reivindicação, assine e compartilhe.
Quanto mais assinaturas, maior será a demonstração de que os trabalhadores querem ser ouvidos.
100% dos créditos trabalhistas. Sem deságio. Com correção monetária

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Abaixo-assinado criado em 2 de outubro de 2026