Solicitar estreia da ópera LEOPOLDINA no Theatro Municipal de SP

Assinantes recentes:
Otavio Chaves e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

A ópera LEOPOLDINA, composta por Jorge Antunes entre 2020 e 2021, permanece inédita até hoje, aguardando sua estreia mundial nos palcos. Essa obra, com libreto de Gerson Valle, representa uma importante contribuição para a cultura brasileira e merece ser conhecida pelo público. A recente publicação do novo edital de chamamento para a gestão do Theatro Municipal de São Paulo, promovida pela Fundação Theatro Municipal de São Paulo, destaca a necessidade de apresentação de "uma ópera de compositor brasileiro, histórica ou contemporânea." LEOPOLDINA encaixa-se perfeitamente nesse critério, sendo uma obra contemporânea que também dialoga com a história do Brasil através de sua narrativa e composição única.

Além disso, programar a estreia de LEOPOLDINA durante a temporada de 2026 ou 2027 no Theatro Municipal de São Paulo não só valoriza a produção operística local, mas também homenageia uma figura histórica tão relevante quanto Leopoldina, que teve um papel crucial na independência do Brasil. Este seria um importante passo na ressignificação do repertório lírico nacional, oferecendo ao público o privilégio de vivenciar uma obra carregada de significados históricos e culturais.

Incluir LEOPOLDINA na programação é uma oportunidade de renovação para o cenário operístico do país, incentivando não só compositores nacionais, mas também despertando no público o interesse pela produção cultural local. Ao estrear esta ópera, o Theatro Municipal reafirma seu compromisso com a promoção da arte e cultura brasileiras, abrindo palco para novas narrativas e autores.

Assim, pedimos à direção do Theatro Municipal de São Paulo que considere esta importante inclusão no calendário das próximas temporadas. Apoie esta causa assinando nossa petição e ajude a trazer à luz esta significativa produção da música clássica brasileira que é LEOPOLDINA.

A ópera Leopoldina é uma ópera contemporânea, com um Prólogo (Abertura) e três Atos, com linguagem musical eclética em que convivem vocabulários e discursos musicais de vanguarda, com elementos tradicionais, modalismo e neotonalismo.

Formação da orquestra: 3 Fl (também Fl.G e Picc), 2 Ob, Ci, 2 Cl, Clb, 2 Fg, Cfg, 4 Cr, 4 Tr, 4 Tb, Tu, Harpa, 5 percussionistas, Tp, cordas e sons eletrônicos]. São usados também dois instrumentos extras (cavaquinho e violão). A duração é de cerca de 135 minutos (2 horas e quinze minutos).

Os principais solistas são: Leopoldina- soprano; D. Pedro- tenor;  José Bonifácio- barítono-baixo.

A Abertura da ópera já foi estreada, e pode ser assistida aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=IFjBekXT0A4&t=37s

avatar of the starter
Jorge AntunesCriador do abaixo-assinadoMaestro, compositor, poeta.

1.767

Assinantes recentes:
Otavio Chaves e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

A ópera LEOPOLDINA, composta por Jorge Antunes entre 2020 e 2021, permanece inédita até hoje, aguardando sua estreia mundial nos palcos. Essa obra, com libreto de Gerson Valle, representa uma importante contribuição para a cultura brasileira e merece ser conhecida pelo público. A recente publicação do novo edital de chamamento para a gestão do Theatro Municipal de São Paulo, promovida pela Fundação Theatro Municipal de São Paulo, destaca a necessidade de apresentação de "uma ópera de compositor brasileiro, histórica ou contemporânea." LEOPOLDINA encaixa-se perfeitamente nesse critério, sendo uma obra contemporânea que também dialoga com a história do Brasil através de sua narrativa e composição única.

Além disso, programar a estreia de LEOPOLDINA durante a temporada de 2026 ou 2027 no Theatro Municipal de São Paulo não só valoriza a produção operística local, mas também homenageia uma figura histórica tão relevante quanto Leopoldina, que teve um papel crucial na independência do Brasil. Este seria um importante passo na ressignificação do repertório lírico nacional, oferecendo ao público o privilégio de vivenciar uma obra carregada de significados históricos e culturais.

Incluir LEOPOLDINA na programação é uma oportunidade de renovação para o cenário operístico do país, incentivando não só compositores nacionais, mas também despertando no público o interesse pela produção cultural local. Ao estrear esta ópera, o Theatro Municipal reafirma seu compromisso com a promoção da arte e cultura brasileiras, abrindo palco para novas narrativas e autores.

Assim, pedimos à direção do Theatro Municipal de São Paulo que considere esta importante inclusão no calendário das próximas temporadas. Apoie esta causa assinando nossa petição e ajude a trazer à luz esta significativa produção da música clássica brasileira que é LEOPOLDINA.

A ópera Leopoldina é uma ópera contemporânea, com um Prólogo (Abertura) e três Atos, com linguagem musical eclética em que convivem vocabulários e discursos musicais de vanguarda, com elementos tradicionais, modalismo e neotonalismo.

Formação da orquestra: 3 Fl (também Fl.G e Picc), 2 Ob, Ci, 2 Cl, Clb, 2 Fg, Cfg, 4 Cr, 4 Tr, 4 Tb, Tu, Harpa, 5 percussionistas, Tp, cordas e sons eletrônicos]. São usados também dois instrumentos extras (cavaquinho e violão). A duração é de cerca de 135 minutos (2 horas e quinze minutos).

Os principais solistas são: Leopoldina- soprano; D. Pedro- tenor;  José Bonifácio- barítono-baixo.

A Abertura da ópera já foi estreada, e pode ser assistida aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=IFjBekXT0A4&t=37s

avatar of the starter
Jorge AntunesCriador do abaixo-assinadoMaestro, compositor, poeta.

Os tomadores de decisão

Direção do Theatro Municipal de São Paulo
Direção do Theatro Municipal de São Paulo
Direção administrativa
Direção do Theatro Municipal de São Paulo
Direção do Theatro Municipal de São Paulo
Direção artística

Mensagens de apoiadores

Atualizações do abaixo-assinado

Compartilhar este abaixo-assinado

Abaixo-assinado criado em 18 de dezembro de 2025