MANIFESTO EM DEFESA DOS MÉDICOS E PESQUISADORES INDICIADOS NA CPI DA COVID-19


MANIFESTO EM DEFESA DOS MÉDICOS E PESQUISADORES INDICIADOS NA CPI DA COVID-19
O problema
Nós, cidadãos brasileiros, médicos, pesquisadores, nos posicionamos contra o indiciamento dos médicos Fernando Oikawa, Luciano Dias Azevedo, Mauro Luiz de Brito Ribeiro, Mayra Isabel Correia Pinheiro, Nise Hitomi Yamaguchi, Pedro Benedito Batista Junior, Rodrigo Esper e do biólogo e pesquisador Paolo Marinho de Andrade Zanotto, ato dos parlamentares do Senado Federal Brasileiro, membros titulares da CPI da COVID-19, por ‘epidemia com resultado de morte”, “prevaricação”, “crime contra a humanidade”, “perigo para a vida ou saúde de outrem”, “omissão de notificação de doença”, “falsidade ideológica” e “incitação ao crime”.
A ação dos senadores é uma verdadeira afronta contra a autonomia médica, contra as pesquisas científicas que investigam possíveis tratamentos contra a doença e abre caminho para que ainda mais injustiças sigam acontecendo.
A medicina é o ofício que mais exige entrega por parte dos que a escolhem. É preciso dedicar-se a ela de corpo e alma, aliando conhecimento científico ao humanismo para lidar com a doença e o fator emocional dos pacientes e de suas famílias. A travessia iniciada em março de 2020 com o anúncio oficial da pandemia pela OMS, talvez agora comece a mostrar sinais de melhora, porém, todos os meses que antecederam foram de intensa guerra.
Os médicos citados neste manifesto, atentos à dor alheia, dispostos a salvar e que fizeram o juramento de Hipócrates, independentemente da idade ou do número de anos trabalhados, sabem que o valor maior do seu ofício está em cuidar dos pacientes em prol do bem maior: a recuperação. Porém, além de lutar para salvar seus pacientes, tiveram também que travar uma luta para se defender de acusações, mentiras, difamações e perseguições colocando em xeque a autonomia médica, a relação médico-paciente e o direito de salvar vidas. Na pesquisa científica o cenário não foi melhor. Incontáveis episódios de censuras, coerções e intimidações.
O momento ainda á crítico e exige de todos serenidade, diálogo, pacificação política, estabilidade institucional e, sobretudo ações coordenadas e humanas que culminem na superação desse episódio triste da história. Por isso, reafirmamos com veemência nosso apoio a esses nobres seres humanos e profissionais elencados aqui e a todos os demais que lutam bravamente para salvar vidas.
Assinam este manifesto:
O problema
Nós, cidadãos brasileiros, médicos, pesquisadores, nos posicionamos contra o indiciamento dos médicos Fernando Oikawa, Luciano Dias Azevedo, Mauro Luiz de Brito Ribeiro, Mayra Isabel Correia Pinheiro, Nise Hitomi Yamaguchi, Pedro Benedito Batista Junior, Rodrigo Esper e do biólogo e pesquisador Paolo Marinho de Andrade Zanotto, ato dos parlamentares do Senado Federal Brasileiro, membros titulares da CPI da COVID-19, por ‘epidemia com resultado de morte”, “prevaricação”, “crime contra a humanidade”, “perigo para a vida ou saúde de outrem”, “omissão de notificação de doença”, “falsidade ideológica” e “incitação ao crime”.
A ação dos senadores é uma verdadeira afronta contra a autonomia médica, contra as pesquisas científicas que investigam possíveis tratamentos contra a doença e abre caminho para que ainda mais injustiças sigam acontecendo.
A medicina é o ofício que mais exige entrega por parte dos que a escolhem. É preciso dedicar-se a ela de corpo e alma, aliando conhecimento científico ao humanismo para lidar com a doença e o fator emocional dos pacientes e de suas famílias. A travessia iniciada em março de 2020 com o anúncio oficial da pandemia pela OMS, talvez agora comece a mostrar sinais de melhora, porém, todos os meses que antecederam foram de intensa guerra.
Os médicos citados neste manifesto, atentos à dor alheia, dispostos a salvar e que fizeram o juramento de Hipócrates, independentemente da idade ou do número de anos trabalhados, sabem que o valor maior do seu ofício está em cuidar dos pacientes em prol do bem maior: a recuperação. Porém, além de lutar para salvar seus pacientes, tiveram também que travar uma luta para se defender de acusações, mentiras, difamações e perseguições colocando em xeque a autonomia médica, a relação médico-paciente e o direito de salvar vidas. Na pesquisa científica o cenário não foi melhor. Incontáveis episódios de censuras, coerções e intimidações.
O momento ainda á crítico e exige de todos serenidade, diálogo, pacificação política, estabilidade institucional e, sobretudo ações coordenadas e humanas que culminem na superação desse episódio triste da história. Por isso, reafirmamos com veemência nosso apoio a esses nobres seres humanos e profissionais elencados aqui e a todos os demais que lutam bravamente para salvar vidas.
Assinam este manifesto:
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Abaixo-assinado criado em 22 de outubro de 2021