Senado, Câmara e MEC: Fim da Progressão Continuada

Senado, Câmara e MEC: Fim da Progressão Continuada

O problema

O Ministério da Educação (MEC) sugeriu que as escolas aprovem em regime de progressão continuada alunos nos primeiros anos do Ensino Fundamental, criando um ciclo de alfabetização de três anos. Na prática, isso significa que os alunos só poderiam ser reprovados na passagem do terceiro para o quarto ano.

Alguns estados e municípios já adotam, em suas escolas públicas, o sistema de progressão continuada (com possibilidade de reprovação em algumas séries específicas), como é o caso do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba e Distrito Federal. Desta forma, o aluno que apresenta dificuldades de aprendizado no segundo ano, em vez de ser reprovado, recebe atividades de reforço para estar apto para a aprovação ao final do ciclo.

De acordo com especialistas, a progressão continuada evita o atraso escolar (alunos com idade superior à esperada para determinada série) e diminui os índices de evasão escolar (quando a criança sai e não volta mais para a escola), que têm aumentado entre alunos nos primeiros anos de estudo – pesquisas mostram que os alunos que mais abandonam as escolas são os reprovados nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Além disso, experiências no exterior mostram que a progressão continuada renova o interesse pela sala de aula entre os alunos com mais dificuldade.

Alguns professores, no entanto, alertam que falta estrutura para colocar a ideia em prática. Problemas como a superlotação das salas de aula dificultam que o aluno participe de atividades voltadas à superação de suas dificuldades de aprendizado. Neste caso, o risco é que o conceito de progressão continuada seja reduzido a uma simples “aprovação automática”.

Se por um lado a progressão continuada possivelmente diminuiria a evasão escolar, por outro lado, está criando uma geração de alunos que se acostumou a ser sempre ajudada, sempre "empurrada". Os efeitos nefastos dessa política acabam se refletindo no ensino médio, que hoje é visto como o novo vilão do sistema educacional exatamente por isso. Os alunos chegam nele despreparados, alguns até incapazes de ler e de escrever corretamente, impossibilitando que o professor desse ciclo consiga realizar um bom trabalho. O correto não é eliminar a reprovação... é saber tratar a reprovação como uma fase de um processo. Nós brasileiros não sabemos lidar com a derrota. Não somos educados para aceitá-la e superá-la... esse é o gargalo!

Perante a esta situação a educação está se deteriorando e tem-se cada vez mais analfabetos adultos e funcionais e o maior benefício que o sistema possa trazer, está direcionado a tentar burlar números de ONU, UNESCO, com a simples pretensão de subir degraus num ranking mundial de formação e diminuição do índice de analfabetismo no país, por simples pretensão de disputas de partidos políticos. Isso provocará a médio prazo, um desastre nos profissionais de formação de base, congelando inclusive o crescimento tão cobiçado e pretendido pelo país no cenário internacional. Um país de ponta, não pode burlar e esconder atrás de adulteração e disfarce, os números e reais resultados da educação de seus cidadãos. Nem pode enganar a eles mesmos e negar-lhes essa dignidade. 

 

Quem não está apto, não pode queimar etapas em benéfico de cobiça de corruptos a enterrar nosso país. Olhem e copiem, o modelo coreano, chinês, de educação e cultura por imersão. Capacitar educadores sim, mas no modelo antigo, de mestres, sacerdotes de profissão que eram professores pra vida e não pra debilidade e cumplicidade em maus interesses. E que os pais não interfiram, enxergando através da visão tendenciosa e interesseira dos filhos a querer impressioná-los e se justificar, mal e equivocadamente, mestres de boa vontade e paciência que lutam pela boa formação e não estão em sua doação a ser cúmplices de crianças mimadas e adolescentes tortuosos. Mais: assistência de oftalmologistas, psicólogos, fonoaudiólogos e profissionais que possam ajudar especialmente os alunos que realmente esbarrem em alguma dificuldade verdadeira. Isso é direito constituído em nossa Carta Magna e através dos impostos extorsivos que nos tiram todos os dias, durante quase 5 meses de suor no ano. Essa é mais uma face do assistencialismo, disfarçada.

 

Como ser a favor de uma decisão anti democrata pois não houve da parte dos governantes a iniciativa de oferecer aos pais e aos professores a possibilidade de analisarem e ter uma eleição (plebiscito) para essa proposta, prejudicando crianças e jovens que não tem ideia do que significa progressão continuada para eles é apenas a ideia de não precisar estudar porque eu passa mesmo. Com isso os pais se tornarão os vilões da história com cobranças sobre estudar em casa ,ler mais,sem estudo você não tem futuro melhor e todos os argumentos que tiverem é sem dúvida inútil. 

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Thiago MonteiroCriador do abaixo-assinado
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O problema

O Ministério da Educação (MEC) sugeriu que as escolas aprovem em regime de progressão continuada alunos nos primeiros anos do Ensino Fundamental, criando um ciclo de alfabetização de três anos. Na prática, isso significa que os alunos só poderiam ser reprovados na passagem do terceiro para o quarto ano.

Alguns estados e municípios já adotam, em suas escolas públicas, o sistema de progressão continuada (com possibilidade de reprovação em algumas séries específicas), como é o caso do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba e Distrito Federal. Desta forma, o aluno que apresenta dificuldades de aprendizado no segundo ano, em vez de ser reprovado, recebe atividades de reforço para estar apto para a aprovação ao final do ciclo.

De acordo com especialistas, a progressão continuada evita o atraso escolar (alunos com idade superior à esperada para determinada série) e diminui os índices de evasão escolar (quando a criança sai e não volta mais para a escola), que têm aumentado entre alunos nos primeiros anos de estudo – pesquisas mostram que os alunos que mais abandonam as escolas são os reprovados nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Além disso, experiências no exterior mostram que a progressão continuada renova o interesse pela sala de aula entre os alunos com mais dificuldade.

Alguns professores, no entanto, alertam que falta estrutura para colocar a ideia em prática. Problemas como a superlotação das salas de aula dificultam que o aluno participe de atividades voltadas à superação de suas dificuldades de aprendizado. Neste caso, o risco é que o conceito de progressão continuada seja reduzido a uma simples “aprovação automática”.

Se por um lado a progressão continuada possivelmente diminuiria a evasão escolar, por outro lado, está criando uma geração de alunos que se acostumou a ser sempre ajudada, sempre "empurrada". Os efeitos nefastos dessa política acabam se refletindo no ensino médio, que hoje é visto como o novo vilão do sistema educacional exatamente por isso. Os alunos chegam nele despreparados, alguns até incapazes de ler e de escrever corretamente, impossibilitando que o professor desse ciclo consiga realizar um bom trabalho. O correto não é eliminar a reprovação... é saber tratar a reprovação como uma fase de um processo. Nós brasileiros não sabemos lidar com a derrota. Não somos educados para aceitá-la e superá-la... esse é o gargalo!

Perante a esta situação a educação está se deteriorando e tem-se cada vez mais analfabetos adultos e funcionais e o maior benefício que o sistema possa trazer, está direcionado a tentar burlar números de ONU, UNESCO, com a simples pretensão de subir degraus num ranking mundial de formação e diminuição do índice de analfabetismo no país, por simples pretensão de disputas de partidos políticos. Isso provocará a médio prazo, um desastre nos profissionais de formação de base, congelando inclusive o crescimento tão cobiçado e pretendido pelo país no cenário internacional. Um país de ponta, não pode burlar e esconder atrás de adulteração e disfarce, os números e reais resultados da educação de seus cidadãos. Nem pode enganar a eles mesmos e negar-lhes essa dignidade. 

 

Quem não está apto, não pode queimar etapas em benéfico de cobiça de corruptos a enterrar nosso país. Olhem e copiem, o modelo coreano, chinês, de educação e cultura por imersão. Capacitar educadores sim, mas no modelo antigo, de mestres, sacerdotes de profissão que eram professores pra vida e não pra debilidade e cumplicidade em maus interesses. E que os pais não interfiram, enxergando através da visão tendenciosa e interesseira dos filhos a querer impressioná-los e se justificar, mal e equivocadamente, mestres de boa vontade e paciência que lutam pela boa formação e não estão em sua doação a ser cúmplices de crianças mimadas e adolescentes tortuosos. Mais: assistência de oftalmologistas, psicólogos, fonoaudiólogos e profissionais que possam ajudar especialmente os alunos que realmente esbarrem em alguma dificuldade verdadeira. Isso é direito constituído em nossa Carta Magna e através dos impostos extorsivos que nos tiram todos os dias, durante quase 5 meses de suor no ano. Essa é mais uma face do assistencialismo, disfarçada.

 

Como ser a favor de uma decisão anti democrata pois não houve da parte dos governantes a iniciativa de oferecer aos pais e aos professores a possibilidade de analisarem e ter uma eleição (plebiscito) para essa proposta, prejudicando crianças e jovens que não tem ideia do que significa progressão continuada para eles é apenas a ideia de não precisar estudar porque eu passa mesmo. Com isso os pais se tornarão os vilões da história com cobranças sobre estudar em casa ,ler mais,sem estudo você não tem futuro melhor e todos os argumentos que tiverem é sem dúvida inútil. 

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Thiago MonteiroCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 23 de novembro de 2013