

RU JUSTO PARA A PÓS: Pela redução do valor do RU para os pós-graduandos da Ufra
O problema
A pós-graduação é parte fundamental da produção científica, tecnológica e acadêmica do Brasil. Nas universidades públicas, mestrandos e doutorandos desenvolvem pesquisas que contribuem diretamente para o avanço da ciência, da inovação e para a compreensão e transformação da realidade brasileira. Entretanto, permanecer na pós-graduação ainda representa um grande desafio para milhares de estudantes, especialmente diante dos custos envolvidos na alimentação, transporte, moradia, materiais acadêmicos e demais despesas necessárias para a realização da pesquisa.
É nesse contexto que a Associação de Pós-Graduandos e Pós-Graduandas da UFRA (APG UFRA) apresenta a campanha “RU JUSTO PARA A PÓS”, reivindicando a redução do valor cobrado dos pós-graduandos no Restaurante Universitário da Universidade Federal Rural da Amazônia.
A alimentação não pode ser tratada como um privilégio ou como uma despesa secundária. Ela é uma condição básica para que estudantes possam permanecer na universidade, acompanhar suas atividades acadêmicas e desenvolver suas pesquisas com dignidade. Para quem recebe uma bolsa de pós-graduação, muitas vezes sem direitos trabalhistas e com recursos limitados, cada despesa tem impacto significativo no orçamento mensal.
A redução do valor do RU para os pós-graduandos representa, portanto, uma medida concreta de permanência estudantil. Um restaurante universitário acessível significa menos recursos comprometidos com alimentação e mais condições para que o estudante consiga arcar com outras despesas indispensáveis à sua formação.
O PNAES também é para a pós-graduação!
A luta pela permanência dos pós-graduandos não é uma reivindicação isolada da UFRA. Ela faz parte de uma construção nacional realizada pelo movimento de pós-graduandos, com protagonismo da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e das Associações de Pós-Graduandos de todo o país.
Um marco importante dessa luta é o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que atualmente contempla também estudantes de pós-graduação stricto sensu das instituições federais de educação superior. Essa ampliação representa o reconhecimento de que a assistência estudantil e as políticas de permanência não podem estar restritas à graduação.
A pós-graduação também precisa de políticas que garantam condições materiais para que seus estudantes permaneçam na universidade. Reconhecer a pós-graduação como parte da assistência estudantil significa compreender que não basta garantir o acesso ao mestrado e ao doutorado: é preciso garantir condições para permanecer e concluir a formação.
Permanência também é política científica!
O Brasil precisa de mais mestres e doutores, mais pesquisas e mais ciência produzida nas universidades públicas. Para isso, não basta ampliar o número de vagas nos programas de pós-graduação. É necessário enfrentar os obstáculos que levam estudantes a abandonar ou dificultar sua trajetória acadêmica.
O custo da alimentação é um desses obstáculos. Na prática, uma política de redução do valor do RU pode fazer diferença significativa na vida dos pós-graduandos. Para estudantes que precisam permanecer muitas horas na universidade, realizar experimentos, participar de aulas, reuniões, grupos de pesquisa e atividades acadêmicas, ter acesso a uma refeição adequada por um preço justo representa economia, segurança alimentar e melhores condições de permanência.
Por isso, defendemos que a UFRA avance na construção de uma política de alimentação universitária que considere as especificidades econômicas dos pós-graduandos e reconheça a alimentação como parte das políticas de permanência.
Uma universidade pública precisa garantir condições para permanecer. A universidade pública é financiada por toda a sociedade e deve garantir que seus estudantes tenham condições dignas de estudar, pesquisar e produzir conhecimento.
Não queremos privilégios. Queremos permanência. Não queremos benefícios individuais. Queremos uma política de assistência estudantil que alcance também quem faz pós-graduação. Não queremos que nenhum mestrando ou doutorando precise escolher entre se alimentar adequadamente e conseguir pagar outras despesas fundamentais para continuar sua pesquisa.
A APG UFRA defende a redução do valor do Restaurante Universitário para os pós-graduandos porque compreende que RU acessível é permanência, permanência é direito e direito não pode depender da capacidade de pagamento do estudante.
Esta é uma luta da pós-graduação da UFRA, mas também é parte de uma luta nacional. Em todo o Brasil, pós-graduandos e suas entidades organizadas reivindicam melhores condições para pesquisar, estudar e permanecer na universidade.
Por isso, convidamos toda a comunidade acadêmica a se somar à campanha RU JUSTO PARA A PÓ e assinar esta petição.
Pela redução do valor do RU para os pós-graduandos da UFRA!
Por uma universidade pública que garanta não apenas o acesso, mas também a permanência!
RU JUSTO PARA A PÓS!
Direção Executiva da Associação de Pós-Graduandos e Pós-Graduandas da UFRA

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O problema
A pós-graduação é parte fundamental da produção científica, tecnológica e acadêmica do Brasil. Nas universidades públicas, mestrandos e doutorandos desenvolvem pesquisas que contribuem diretamente para o avanço da ciência, da inovação e para a compreensão e transformação da realidade brasileira. Entretanto, permanecer na pós-graduação ainda representa um grande desafio para milhares de estudantes, especialmente diante dos custos envolvidos na alimentação, transporte, moradia, materiais acadêmicos e demais despesas necessárias para a realização da pesquisa.
É nesse contexto que a Associação de Pós-Graduandos e Pós-Graduandas da UFRA (APG UFRA) apresenta a campanha “RU JUSTO PARA A PÓS”, reivindicando a redução do valor cobrado dos pós-graduandos no Restaurante Universitário da Universidade Federal Rural da Amazônia.
A alimentação não pode ser tratada como um privilégio ou como uma despesa secundária. Ela é uma condição básica para que estudantes possam permanecer na universidade, acompanhar suas atividades acadêmicas e desenvolver suas pesquisas com dignidade. Para quem recebe uma bolsa de pós-graduação, muitas vezes sem direitos trabalhistas e com recursos limitados, cada despesa tem impacto significativo no orçamento mensal.
A redução do valor do RU para os pós-graduandos representa, portanto, uma medida concreta de permanência estudantil. Um restaurante universitário acessível significa menos recursos comprometidos com alimentação e mais condições para que o estudante consiga arcar com outras despesas indispensáveis à sua formação.
O PNAES também é para a pós-graduação!
A luta pela permanência dos pós-graduandos não é uma reivindicação isolada da UFRA. Ela faz parte de uma construção nacional realizada pelo movimento de pós-graduandos, com protagonismo da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e das Associações de Pós-Graduandos de todo o país.
Um marco importante dessa luta é o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que atualmente contempla também estudantes de pós-graduação stricto sensu das instituições federais de educação superior. Essa ampliação representa o reconhecimento de que a assistência estudantil e as políticas de permanência não podem estar restritas à graduação.
A pós-graduação também precisa de políticas que garantam condições materiais para que seus estudantes permaneçam na universidade. Reconhecer a pós-graduação como parte da assistência estudantil significa compreender que não basta garantir o acesso ao mestrado e ao doutorado: é preciso garantir condições para permanecer e concluir a formação.
Permanência também é política científica!
O Brasil precisa de mais mestres e doutores, mais pesquisas e mais ciência produzida nas universidades públicas. Para isso, não basta ampliar o número de vagas nos programas de pós-graduação. É necessário enfrentar os obstáculos que levam estudantes a abandonar ou dificultar sua trajetória acadêmica.
O custo da alimentação é um desses obstáculos. Na prática, uma política de redução do valor do RU pode fazer diferença significativa na vida dos pós-graduandos. Para estudantes que precisam permanecer muitas horas na universidade, realizar experimentos, participar de aulas, reuniões, grupos de pesquisa e atividades acadêmicas, ter acesso a uma refeição adequada por um preço justo representa economia, segurança alimentar e melhores condições de permanência.
Por isso, defendemos que a UFRA avance na construção de uma política de alimentação universitária que considere as especificidades econômicas dos pós-graduandos e reconheça a alimentação como parte das políticas de permanência.
Uma universidade pública precisa garantir condições para permanecer. A universidade pública é financiada por toda a sociedade e deve garantir que seus estudantes tenham condições dignas de estudar, pesquisar e produzir conhecimento.
Não queremos privilégios. Queremos permanência. Não queremos benefícios individuais. Queremos uma política de assistência estudantil que alcance também quem faz pós-graduação. Não queremos que nenhum mestrando ou doutorando precise escolher entre se alimentar adequadamente e conseguir pagar outras despesas fundamentais para continuar sua pesquisa.
A APG UFRA defende a redução do valor do Restaurante Universitário para os pós-graduandos porque compreende que RU acessível é permanência, permanência é direito e direito não pode depender da capacidade de pagamento do estudante.
Esta é uma luta da pós-graduação da UFRA, mas também é parte de uma luta nacional. Em todo o Brasil, pós-graduandos e suas entidades organizadas reivindicam melhores condições para pesquisar, estudar e permanecer na universidade.
Por isso, convidamos toda a comunidade acadêmica a se somar à campanha RU JUSTO PARA A PÓ e assinar esta petição.
Pela redução do valor do RU para os pós-graduandos da UFRA!
Por uma universidade pública que garanta não apenas o acesso, mas também a permanência!
RU JUSTO PARA A PÓS!
Direção Executiva da Associação de Pós-Graduandos e Pós-Graduandas da UFRA

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Abaixo-assinado criado em 30 de agosto de 2026