

Rever critérios de avaliação na Anhanguera
O problema
Nós, alunos da instituição Anhanguera, vimos por meio deste abaixo-assinado manifestar nossa
insatisfação e repúdio às novas regras de avaliação implementadas de forma unilateral e sem aviso
prévio adequado.
1. Contexto da Mudança
Antes: Aluno de nível 2 precisava atingir 2500 pontos de 5000 na distribuição.
Agora: Exige-se 4000 pontos de 6000, um aumento significativo que impacta diretamente a
aprovação e reprovação.
Alteração na distribuição das questões: 12 no total, sendo 10 fechadas e 2 abertas, com 50%
da nota concentrada nas questões abertas, aumentando a dificuldade de aprovação.
2. Problemas Identificados
Aviso tardio: Comunicado apenas no início do semestre.
Unilateralidade: A faculdade possui autonomia, mas não pode ferir os direitos dos alunos.
Impacto social: Muitos alunos trabalham em período integral.
Risco de perda de bolsas: Especialmente do Prouni.
Prejuízo aos formandos: Metas tornaram-se praticamente impossíveis.
3. Fundamentação Legal
Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990): Proíbe práticas abusivas e alterações
unilaterais em contratos.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996): Garante o direito à
educação com condições adequadas.
Princípio da boa-fé contratual: Exige comunicação prévia e transparente.
4. Nossa Posição e Solicitação
Declaramos que não aceitamos as novas exigências impostas pela Anhanguera, por entender que:
Beneficiam apenas a instituição;
Ferem os direitos dos alunos;
Criam barreiras desproporcionais à conclusão do curso.
Solicitamos que a instituição revogue ou revise imediatamente tais regras, garantindo condições
justas e compatíveis com a realidade dos estudantes, estabelecendo regras de transição
adequadas para os alunos já matriculados.

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O problema
Nós, alunos da instituição Anhanguera, vimos por meio deste abaixo-assinado manifestar nossa
insatisfação e repúdio às novas regras de avaliação implementadas de forma unilateral e sem aviso
prévio adequado.
1. Contexto da Mudança
Antes: Aluno de nível 2 precisava atingir 2500 pontos de 5000 na distribuição.
Agora: Exige-se 4000 pontos de 6000, um aumento significativo que impacta diretamente a
aprovação e reprovação.
Alteração na distribuição das questões: 12 no total, sendo 10 fechadas e 2 abertas, com 50%
da nota concentrada nas questões abertas, aumentando a dificuldade de aprovação.
2. Problemas Identificados
Aviso tardio: Comunicado apenas no início do semestre.
Unilateralidade: A faculdade possui autonomia, mas não pode ferir os direitos dos alunos.
Impacto social: Muitos alunos trabalham em período integral.
Risco de perda de bolsas: Especialmente do Prouni.
Prejuízo aos formandos: Metas tornaram-se praticamente impossíveis.
3. Fundamentação Legal
Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990): Proíbe práticas abusivas e alterações
unilaterais em contratos.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996): Garante o direito à
educação com condições adequadas.
Princípio da boa-fé contratual: Exige comunicação prévia e transparente.
4. Nossa Posição e Solicitação
Declaramos que não aceitamos as novas exigências impostas pela Anhanguera, por entender que:
Beneficiam apenas a instituição;
Ferem os direitos dos alunos;
Criam barreiras desproporcionais à conclusão do curso.
Solicitamos que a instituição revogue ou revise imediatamente tais regras, garantindo condições
justas e compatíveis com a realidade dos estudantes, estabelecendo regras de transição
adequadas para os alunos já matriculados.

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Abaixo-assinado criado em 25 de outubro de 2026