CIDADANIA BRASILEIRA HONORÁRIA À JESUS CRISTO

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A motivação é antes de tudo histórica, porém também hermeneutica, já que o centro da questão é tornar jurídico um assunto que foi trazido até aqui, após mais de 2000 anos, de forma apenas religiosa. Hoje, com a multiplicidade de informação, a sociedade não sabe mais o que é fantasia e realidade, ou quais personagens tem existência real ou fictícia. Muito se é falado sobre Direitos Humanos em nossos dias, também sobre laicidade e mais do que nunca, sobre desenvolvimento e colonização Astronáutica. A mesma coisa aconteceu na época dos descobrimentos e muitos dos assuntos da época eram considerados loucura, loucura essa que fez o mundo descobrir o Brasil. A pergunta é: Onde então a concessão de cidadania honorária à Jesus Cristo passa a ser uma peça central para a unificação, entendimento e equilíbrio de todos esses assuntos tão aparentemente diversos? O mesmo é extenso porém pode ser resumido da seguinte forma: 

O Brasil, como país majoritariamente cristão(e que crê como consequência em Jesus Cristo como tendo ressuscitado e ESTANDO VIVO, portanto dotado de Direitos Positivos, ou como dito popularmente, “Direitos Humanos”), adotando uma postura de laicidade positiva(na qual respeita as liberdades de crença individuais e as adapta também sob a égide do Direito Astronáutico), PRECISA IMEDIATAMENTE DECLARÁ-LO CIDADÃO BRASILEIRO HONORÁRIO. 

As consequências reais desse ato trariam como resultado:

- Para os direitos humanos, seria feita uma justiça histórica de mais de 2000 anos, já que Jesus jamais foi reconhecido juridicamente como tendo uma personalidade jurídica pública internacional de fato, uma cidadania, por nenhum estado soberano e portanto nunca teve “direitos humanos”.
- O entendimento entre as religiões de matrizes monoteístas partindo das cristãs, não em torno de apenas uma dessas religiões (como tem sido feito por movimentos ecumênicos de forma “político-eclesiástica” pode até se dizer de forma “esquerdista” se nos basearmos no que Jesus disse em Marcos 10:40 (“Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda” ou seja, não há preferência por nenhuma)mas centrado em Jesus Cristo por si só(que representa a direita de Deus e o NOSSO CENTRO). As igrejas focariam em sua vocação de ajudar e iluminar a sociedade e não na imposição e disputa de poder e de liderança.
- Aviso claro à comunidade internacional e aos países individualmente de que todas as decisões diplomáticas do Brasil inclusive em questões de mudança ou não de embaixada, atos soberanos de isenção ou promoção de qualquer assunto etc, não contemplam interesses contrários à Jesus Cristo seus ensinos e interesses no tempo e no espaço, esse passando efetivamente a ser o padrão de condução da política internacional.