MANIFESTO CONTRA O AUMENTO DA TARIFA DE ÔNIBUS DE PIRACICABA


MANIFESTO CONTRA O AUMENTO DA TARIFA DE ÔNIBUS DE PIRACICABA
O problema
Segundo anuncio da Prefeitura Municipal de Piracicaba, as passagens de ônibus, a partir de 04/01/2022, passarão de R$4,80 para 5,60. Um aumento é de 16,7%.
A inflação dos últimos 12 meses está em 10,42%, portanto, o aumento é de 6% a mais que a inflação.
A inflação do período de janeiro de 2019 a setembro de 2021 é 16,54%, portanto, o índice de aumento é maior do que a inflação acumulada durante todo o período de estagnação econômica do governo atual, com o qual o Prefeito Luciano Almeida é alinhado ideologicamente.
O transporte público de Piracicaba vem enfrentado problemas há anos, há notícias de graves irregularidades nos contratos firmados entre a Prefeitura e as empresas que se sucederam.
Há notícias de período, inclusive, que teria ficado descoberto por contrato, o que é ilegal.
Nunca foi esclarecida as circunstâncias do rompimento AMIGÁVEL do contrato existente entre Via Ágil e Prefeitura Municipal.
O rompimento que foi AMIGÁVEL, acabou deixando a cidade descoberta dos serviços de transporte público, razão pela qual, a Prefeitura precisou fazer contrato emergencial com uma empresa com sede no ACRE. Nada contra o Acre, mas as circunstâncias dessa contratação nunca foram esclarecidas.
Ainda, inúmeros foram os empregados da Via Ágil que ficaram sem receber salários, apesar de repasses emergenciais de dinheiro que foram realizados pela Prefeitura.
A empresa Transacreana, ao celebrar o contrato, diminuiu o número de linhas de ônibus, alguns bairros sofrem com a precarização e diminuição de linhas, que não foram restabelecidos até hoje.
Com a diminuição de linhas de ônibus, o que se assistiu foi uma superlotação dos ônibus, principalmente em horários de pico.
A frota de ônibus da Transacreana, que circula na cidade, é visivelmente velha e pouco se evoluiu do contrato com a Via Ágil.
Segundo se tem notícias, os ônibus da Transacreana são montados em chassi de caminhão, sendo frota apropriada a circular na Zona Rural, cujo terreno é completamente diferente das vias urbanas.
Os ônibus não possuem ares-condicionados, item essencial para o calor escaldante que faz em Piracicaba. Cidades como Paulínia, São Paulo, Jundiaí, dentre tantas outras, que possuem tarifas menores, possuem em seus ônibus ares-condicionados.
Temos no país cerca de 12 cidades que possuem transporte público gratuito ou inúmeras outras com tarifas sociais com preços simbólicos.
A forte crise econômica que já vinha afetando o país e que foi agravada pela pandemia, acarreta perda de emprego, o Brasil possui 14% da população desempregada, aos quais se somam os desalentados (que desistiram de procurar emprego).
A população mais carente, exatamente a que mais sofre com os efeitos do aumento da tarifa de ônibus, é a mesma que vem sofrendo com os efeitos do aumento de preços da carne, da energia elétrica, do serviço de água (Piracicaba também elevou essa tarifa), do combustível – um dos itens que mais afeta a inflação e corroem o poder de compra do assalariado.
Por tido isso, não podemos concordar com esse aumento abusivo, exigimos cancelamento do aumento da tarifa, voltando a R$4,80.
Também, pedimos que os Vereadores de Piracicaba promovam a abertura de comissão processante (CPI) e o Ministério Público do Estado de São Paulo promova a competente investigação, para apurar:
1. todas as circunstâncias que envolveram o rompimento amigável do contrato entre Via Ágil e Prefeitura de Piracicaba;
2. investigue a regularidade dos repasses feitos tanto à Via Ágil, quanto à Transacreana.
3. Investigue a regularidade dos contratos emergenciais com a Transacreana;
4. Apure se é regular a substituição dos ônibus por veículos sucateados, velhos, próprios para circulação em vias rurais, sem ares-condicionados, como fez a Transacreana.
5. Apure se é regular a substituição dos ônibus por veículos com maior emissão de poluentes, acarretando maiores prejuízos e danos ambientais.
O presente manifesto é assinado pelos munícipes de maneira híbrida, virtual (www.change.org e material, que declaram expressamente apoio para que seja cancelado o aumento e para que sejam feitas as investigações pela Câmara de Vereadores de Piracicaba e Ministério Público do Estado de São Paulo.

O problema
Segundo anuncio da Prefeitura Municipal de Piracicaba, as passagens de ônibus, a partir de 04/01/2022, passarão de R$4,80 para 5,60. Um aumento é de 16,7%.
A inflação dos últimos 12 meses está em 10,42%, portanto, o aumento é de 6% a mais que a inflação.
A inflação do período de janeiro de 2019 a setembro de 2021 é 16,54%, portanto, o índice de aumento é maior do que a inflação acumulada durante todo o período de estagnação econômica do governo atual, com o qual o Prefeito Luciano Almeida é alinhado ideologicamente.
O transporte público de Piracicaba vem enfrentado problemas há anos, há notícias de graves irregularidades nos contratos firmados entre a Prefeitura e as empresas que se sucederam.
Há notícias de período, inclusive, que teria ficado descoberto por contrato, o que é ilegal.
Nunca foi esclarecida as circunstâncias do rompimento AMIGÁVEL do contrato existente entre Via Ágil e Prefeitura Municipal.
O rompimento que foi AMIGÁVEL, acabou deixando a cidade descoberta dos serviços de transporte público, razão pela qual, a Prefeitura precisou fazer contrato emergencial com uma empresa com sede no ACRE. Nada contra o Acre, mas as circunstâncias dessa contratação nunca foram esclarecidas.
Ainda, inúmeros foram os empregados da Via Ágil que ficaram sem receber salários, apesar de repasses emergenciais de dinheiro que foram realizados pela Prefeitura.
A empresa Transacreana, ao celebrar o contrato, diminuiu o número de linhas de ônibus, alguns bairros sofrem com a precarização e diminuição de linhas, que não foram restabelecidos até hoje.
Com a diminuição de linhas de ônibus, o que se assistiu foi uma superlotação dos ônibus, principalmente em horários de pico.
A frota de ônibus da Transacreana, que circula na cidade, é visivelmente velha e pouco se evoluiu do contrato com a Via Ágil.
Segundo se tem notícias, os ônibus da Transacreana são montados em chassi de caminhão, sendo frota apropriada a circular na Zona Rural, cujo terreno é completamente diferente das vias urbanas.
Os ônibus não possuem ares-condicionados, item essencial para o calor escaldante que faz em Piracicaba. Cidades como Paulínia, São Paulo, Jundiaí, dentre tantas outras, que possuem tarifas menores, possuem em seus ônibus ares-condicionados.
Temos no país cerca de 12 cidades que possuem transporte público gratuito ou inúmeras outras com tarifas sociais com preços simbólicos.
A forte crise econômica que já vinha afetando o país e que foi agravada pela pandemia, acarreta perda de emprego, o Brasil possui 14% da população desempregada, aos quais se somam os desalentados (que desistiram de procurar emprego).
A população mais carente, exatamente a que mais sofre com os efeitos do aumento da tarifa de ônibus, é a mesma que vem sofrendo com os efeitos do aumento de preços da carne, da energia elétrica, do serviço de água (Piracicaba também elevou essa tarifa), do combustível – um dos itens que mais afeta a inflação e corroem o poder de compra do assalariado.
Por tido isso, não podemos concordar com esse aumento abusivo, exigimos cancelamento do aumento da tarifa, voltando a R$4,80.
Também, pedimos que os Vereadores de Piracicaba promovam a abertura de comissão processante (CPI) e o Ministério Público do Estado de São Paulo promova a competente investigação, para apurar:
1. todas as circunstâncias que envolveram o rompimento amigável do contrato entre Via Ágil e Prefeitura de Piracicaba;
2. investigue a regularidade dos repasses feitos tanto à Via Ágil, quanto à Transacreana.
3. Investigue a regularidade dos contratos emergenciais com a Transacreana;
4. Apure se é regular a substituição dos ônibus por veículos sucateados, velhos, próprios para circulação em vias rurais, sem ares-condicionados, como fez a Transacreana.
5. Apure se é regular a substituição dos ônibus por veículos com maior emissão de poluentes, acarretando maiores prejuízos e danos ambientais.
O presente manifesto é assinado pelos munícipes de maneira híbrida, virtual (www.change.org e material, que declaram expressamente apoio para que seja cancelado o aumento e para que sejam feitas as investigações pela Câmara de Vereadores de Piracicaba e Ministério Público do Estado de São Paulo.

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Abaixo-assinado criado em 29 de dezembro de 2021