

CONTRA A POLUIÇÃO PELA ILUMINAÇÃO EM ATIBAIA #PoluiçãoPelaIluminação
O problema
Queremos solicitar a correção da iluminação pública instalada atualmente nas praças de Atibaia.
Assim como a poluição do ar, do solo, da água, pelo som, a poluição pela luz artificial também é problema com reflexos diretos no meio ambiente natural e urbano.
A importância da iluminação pública dos espaços urbanos, e a consequente segurança e conforto da população é inquestionável[1]. Um bom projeto[2] com a utilização do nível adequado[3] de iluminação valoriza os espaços urbanos e permite que estes objetivos sejam atingidos, garantindo a economia de energia e principalmente minimizando impactos negativos no ambiente urbano.
Nesta ação queremos tratar da iluminação das áreas públicas, em especial das praças. A iluminação atual em diversas praças, como a da Rua Presidente Lincoln e do Centro de Convenções, por exemplo, geram ambientes exageradamente iluminados, ofuscamentos pela luz intrusa, através de postes muito altos interferindo em áreas maiores do que as desejadas. Temos exemplos de boa iluminação pública como à das praças da Santa Casa, da Matriz, do Colégio José Alvim, onde os postes e luminárias são adequados, todos anteriores ao novo conceito da utilização de boa tecnologia de forma errada.
A boa técnica não compromete aspectos fundamentais ao bem-estar não só humano – garantia ao sono, exposição à luz continua, mas também aos outros seres vivos – árvores e animais.
[1] jornal Folha de SP de 29 12 2003: Iluminação diminui roubos em até 63%;
[2]- ABNT- Associação Brasileiras de Normas Técnicas - NBR 5101 : https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=406808 , e Análise da Poluição Luminosa: https://www.researchgate.net/publication/311103138
“Projetos e leis foram criados a fim de se reduzir a iluminação excessiva e prejudicial ao ser humano e ao ambiente, mas faz-se necessário a fiscalização para que se cumpram tais leis gerando punições a quem descumprir. Enquanto prefeituras comprarem luminárias dispersivas e poluentes, os fabricantes não mudarão o padrão de fabricação”;
[3]O uso da técnica para definir o que é nível adequado é preponderante nos projetos, assim como é de conhecimento público que o uso de produto químico pode causar vários efeitos, nenhum se a dose for pequena, matar se for excessiva e adequada se for definida por resultados de estudos técnicos.
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O problema
Queremos solicitar a correção da iluminação pública instalada atualmente nas praças de Atibaia.
Assim como a poluição do ar, do solo, da água, pelo som, a poluição pela luz artificial também é problema com reflexos diretos no meio ambiente natural e urbano.
A importância da iluminação pública dos espaços urbanos, e a consequente segurança e conforto da população é inquestionável[1]. Um bom projeto[2] com a utilização do nível adequado[3] de iluminação valoriza os espaços urbanos e permite que estes objetivos sejam atingidos, garantindo a economia de energia e principalmente minimizando impactos negativos no ambiente urbano.
Nesta ação queremos tratar da iluminação das áreas públicas, em especial das praças. A iluminação atual em diversas praças, como a da Rua Presidente Lincoln e do Centro de Convenções, por exemplo, geram ambientes exageradamente iluminados, ofuscamentos pela luz intrusa, através de postes muito altos interferindo em áreas maiores do que as desejadas. Temos exemplos de boa iluminação pública como à das praças da Santa Casa, da Matriz, do Colégio José Alvim, onde os postes e luminárias são adequados, todos anteriores ao novo conceito da utilização de boa tecnologia de forma errada.
A boa técnica não compromete aspectos fundamentais ao bem-estar não só humano – garantia ao sono, exposição à luz continua, mas também aos outros seres vivos – árvores e animais.
[1] jornal Folha de SP de 29 12 2003: Iluminação diminui roubos em até 63%;
[2]- ABNT- Associação Brasileiras de Normas Técnicas - NBR 5101 : https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=406808 , e Análise da Poluição Luminosa: https://www.researchgate.net/publication/311103138
“Projetos e leis foram criados a fim de se reduzir a iluminação excessiva e prejudicial ao ser humano e ao ambiente, mas faz-se necessário a fiscalização para que se cumpram tais leis gerando punições a quem descumprir. Enquanto prefeituras comprarem luminárias dispersivas e poluentes, os fabricantes não mudarão o padrão de fabricação”;
[3]O uso da técnica para definir o que é nível adequado é preponderante nos projetos, assim como é de conhecimento público que o uso de produto químico pode causar vários efeitos, nenhum se a dose for pequena, matar se for excessiva e adequada se for definida por resultados de estudos técnicos.
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Abaixo-assinado criado em 29 de agosto de 2021