Michel Temer não nos representa

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O problema

Diante do fato, de que durante as eleições presidenciais, o povo brasileiro não votou para escolher seu vice-presidente, mas para escolher seu presidente; o povo brasileiro não é responsável pela boa ou má escolha do político que exercerá o cargo de vice-presidente, pois este é escolhido pelo partido do presidente eleito por voto popular. Portanto, o povo brasileiro não é obrigado a tolerar um presidente não eleito pelo voto popular, somente para agradar partidos políticos, políticos nacionais ou setores da sociedade nacional e internacional com seus interesses privados. Além do mais, se a presidenta eleita cometeu realmente um crime de responsabilidade fiscal, tanto ela quanto o vice-presidente eleito por seu partido político para concorrer as eleições, devem se retirar de cena; dando lugar a um novo presidente, eleito democraticamente pelo voto popular. Afinal, o vice-presidente não é eleito pelo voto popular para o cargo de presidente, mas é eleito como vice-presidente pelo partido político do presidente eleito por voto popular; substituindo-o em caso de urgência ou viagens internacionais. Se houvesse a participação do vice-presidente em debates presidenciais durante as eleições, poderia-se ser dito que fora escolhido como um presidente da república secundário, e estaria disponível ao povo como um presidente secundário caso o presidente primário estivesse impedido. Mas não é essa a realidade ou esta não deveria ser a realidade no momento. O mais próximo de presidente elegível pelo povo depois do presidente eleito pelo povo, seria o segundo colocado nas eleições para presidente proporcionada ao povo; mas o vice-presidente é um político eleito pelo partido político do presidente eleito pelo povo, para substituir o presidente em caso de indisponibilidade por motivos pessoais, religiosos ou políticos do presidente eleito democraticamente. Logo, o que vemos no Brasil não é um presidente eleito pelo voto popular e nem próximo disso; mas um vice-presidente eleito pelo partido político do presidente eleito por voto popular, que tomou o cargo de presidente eleito pelo voto popular; como se este estivesse sido eleito pelo voto popular. Como este não foi eleito pelo voto popular, mas pelo voto do partido político da presidenta eleita pelo voto popular, isto se caracterizaria ao meu ver; um golpe político-partidário, de interesses particulares, longe do viés democrático e muito menos do interesse público.

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Fernando da CostaCriador do abaixo-assinado
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O problema

Diante do fato, de que durante as eleições presidenciais, o povo brasileiro não votou para escolher seu vice-presidente, mas para escolher seu presidente; o povo brasileiro não é responsável pela boa ou má escolha do político que exercerá o cargo de vice-presidente, pois este é escolhido pelo partido do presidente eleito por voto popular. Portanto, o povo brasileiro não é obrigado a tolerar um presidente não eleito pelo voto popular, somente para agradar partidos políticos, políticos nacionais ou setores da sociedade nacional e internacional com seus interesses privados. Além do mais, se a presidenta eleita cometeu realmente um crime de responsabilidade fiscal, tanto ela quanto o vice-presidente eleito por seu partido político para concorrer as eleições, devem se retirar de cena; dando lugar a um novo presidente, eleito democraticamente pelo voto popular. Afinal, o vice-presidente não é eleito pelo voto popular para o cargo de presidente, mas é eleito como vice-presidente pelo partido político do presidente eleito por voto popular; substituindo-o em caso de urgência ou viagens internacionais. Se houvesse a participação do vice-presidente em debates presidenciais durante as eleições, poderia-se ser dito que fora escolhido como um presidente da república secundário, e estaria disponível ao povo como um presidente secundário caso o presidente primário estivesse impedido. Mas não é essa a realidade ou esta não deveria ser a realidade no momento. O mais próximo de presidente elegível pelo povo depois do presidente eleito pelo povo, seria o segundo colocado nas eleições para presidente proporcionada ao povo; mas o vice-presidente é um político eleito pelo partido político do presidente eleito pelo povo, para substituir o presidente em caso de indisponibilidade por motivos pessoais, religiosos ou políticos do presidente eleito democraticamente. Logo, o que vemos no Brasil não é um presidente eleito pelo voto popular e nem próximo disso; mas um vice-presidente eleito pelo partido político do presidente eleito por voto popular, que tomou o cargo de presidente eleito pelo voto popular; como se este estivesse sido eleito pelo voto popular. Como este não foi eleito pelo voto popular, mas pelo voto do partido político da presidenta eleita pelo voto popular, isto se caracterizaria ao meu ver; um golpe político-partidário, de interesses particulares, longe do viés democrático e muito menos do interesse público.

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Fernando da CostaCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 15 de maio de 2016