Posição contrária a composição de chapas com golpistas no Senado e Câmara Federal


Posição contrária a composição de chapas com golpistas no Senado e Câmara Federal
O problema
O deputado estadual Zé Roberto (PT-TO) juntou-se a outros parlamentares assumindo posição contrária a qualquer tipo de aliança na Câmara e no Senado com políticos que apoiaram o golpe parlamentar de 2016. O movimento foi iniciado por parlamentares, militantes e cientistas sociais.
O parlamentar explica que a decisão do Diretório Nacional em deliberar que as bancadas do PT participem o máximo possível de todos os espaços de direção a que têm direito, proporcionalmente, nas direções da Câmara e do Senado, é “fruto do atual quadro político , e a posição da diretoria no momento não foi a melhor para o país, que está sofrendo com as consequências do governo ilegítimo de Temer”. O Diretório também remeteu para as bancadas a decisão final de fazê-lo ou como fazê-lo.
Para Zé Roberto, o atual quadro político e social requer a convergência de esforços de todas as trabalhadoras e trabalhadores. O petista explica que o golpe de Estado parlamentar dado pelo Congresso Nacional veio para derrubar as conquistas e direitos dos trabalhadores, tirar os direitos adquiridos e repassar as riquezas do país ao capital internacional. Nesse contexto, não cabe ao partido nem à bancada nenhum movimento de conciliação com os setores golpistas. “Na história da humanidade nunca houve nenhuma organização de trabalhadores que se deu bem fazendo alianças com a direita elitista”, defendeu Zé Roberto.
“Entendo que o PT e nossa bancada organizem, juntos aos partidos e militantes de esquerda e centro-esquerda, uma frente para que possamos em 2018 retomar o Governo através do presidente Lula e criar uma nova base social parlamentar a fim de garantir as mudanças que nosso país precisa”, afirmou.
O parlamentar explicou que o trabalho feito por parte significativa do Congresso, Judiciário, Ministério Público, organização de empresários e a mídia, traz ao país e ao partido um repensar na maneira que precisa agir na sociedade e nas atividades parlamentares.
“Nós, partido, militantes, parlamentares e organizações de esquerda e centro-esquerda, não podemos conciliar com golpistas que estão aliados fortemente para retirar os direitos e conquistas da grande maioria do nosso povo. É o momento de o PT, sua bancada e outros partidos e organizações de esquerda, se reconciliarem com sua base social e movimentos a fim de tomar atitudes que possam reconstruir a confiança da população no partido”, finalizou Zé Roberto.
O problema
O deputado estadual Zé Roberto (PT-TO) juntou-se a outros parlamentares assumindo posição contrária a qualquer tipo de aliança na Câmara e no Senado com políticos que apoiaram o golpe parlamentar de 2016. O movimento foi iniciado por parlamentares, militantes e cientistas sociais.
O parlamentar explica que a decisão do Diretório Nacional em deliberar que as bancadas do PT participem o máximo possível de todos os espaços de direção a que têm direito, proporcionalmente, nas direções da Câmara e do Senado, é “fruto do atual quadro político , e a posição da diretoria no momento não foi a melhor para o país, que está sofrendo com as consequências do governo ilegítimo de Temer”. O Diretório também remeteu para as bancadas a decisão final de fazê-lo ou como fazê-lo.
Para Zé Roberto, o atual quadro político e social requer a convergência de esforços de todas as trabalhadoras e trabalhadores. O petista explica que o golpe de Estado parlamentar dado pelo Congresso Nacional veio para derrubar as conquistas e direitos dos trabalhadores, tirar os direitos adquiridos e repassar as riquezas do país ao capital internacional. Nesse contexto, não cabe ao partido nem à bancada nenhum movimento de conciliação com os setores golpistas. “Na história da humanidade nunca houve nenhuma organização de trabalhadores que se deu bem fazendo alianças com a direita elitista”, defendeu Zé Roberto.
“Entendo que o PT e nossa bancada organizem, juntos aos partidos e militantes de esquerda e centro-esquerda, uma frente para que possamos em 2018 retomar o Governo através do presidente Lula e criar uma nova base social parlamentar a fim de garantir as mudanças que nosso país precisa”, afirmou.
O parlamentar explicou que o trabalho feito por parte significativa do Congresso, Judiciário, Ministério Público, organização de empresários e a mídia, traz ao país e ao partido um repensar na maneira que precisa agir na sociedade e nas atividades parlamentares.
“Nós, partido, militantes, parlamentares e organizações de esquerda e centro-esquerda, não podemos conciliar com golpistas que estão aliados fortemente para retirar os direitos e conquistas da grande maioria do nosso povo. É o momento de o PT, sua bancada e outros partidos e organizações de esquerda, se reconciliarem com sua base social e movimentos a fim de tomar atitudes que possam reconstruir a confiança da população no partido”, finalizou Zé Roberto.
Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
Abaixo-assinado criado em 26 de janeiro de 2017