O AÇO É NOSSO! PELA DEFESA DA INDÚSTRIA BRASILEIRA E DOS EMPREGOS

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Os abaixo-assinados com mais de 1.000 apoiadores têm cinco vezes mais chances de ganhar!

O problema

Defender o aço brasileiro é defender empregos, investimentos, empresas e o futuro da indústria nacional.

O Brasil não pode abrir mão da sua capacidade de produzir, investir e gerar empregos para se tornar cada vez mais dependente de produtos fabricados em outros países.

Nos últimos anos, o crescimento das importações de aço, especialmente de origem chinesa, acendeu um alerta para a indústria brasileira. Em 2025, o Brasil importou 5,7 milhões de toneladas de produtos laminados, um crescimento de 20,5% em relação ao ano anterior. Desse volume, 63,7% tiveram origem na China.

Essa realidade precisa ser debatida com seriedade. Não estamos falando apenas do preço de uma tonelada de aço. Estamos falando da capacidade de produção do Brasil, da realização de novos investimentos, da competitividade da nossa indústria e, principalmente, da manutenção dos empregos.

Quando a produção nacional perde espaço, o impacto não fica restrito às siderúrgicas.

Ele pode atingir uma extensa cadeia formada por fornecedores, transportadoras, empresas de transformação, manutenção, prestadores de serviços, comércio e milhares de trabalhadores.

A luta é Nacional, mas a  região  Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro possui uma das principais concentrações industriais e metalúrgicas do país. A siderurgia faz parte da história e da economia de cidades como Volta Redonda, Barra Mansa, Resende, Pinheiral e toda a região.

Aqui, o aço movimenta muito mais do que uma fábrica. Ele movimenta empregos, empresas, fornecedores, transportadoras, serviços, comércio e investimentos. Por isso, qualquer redução estrutural da produção siderúrgica pode gerar um efeito que ultrapassa os muros das empresas:

menos produção → menos compras → menos serviços → menos investimentos → menos empregos.

Não podemos esperar que os impactos se tornem irreversíveis para só então agir.

Não somos contra o comércio internacional. Somos a favor da concorrência justa.
O Brasil deve participar do comércio internacional e continuar tendo relações comerciais com outros países.

Mas é preciso garantir que a indústria brasileira possa competir em condições justas.

A indústria nacional enfrenta custos relacionados à energia, tributação, juros, logística, investimentos, tecnologia e outros fatores que precisam ser considerados quando discutimos competitividade.

Por isso, é fundamental que o Brasil acompanhe de forma permanente a entrada de aço importado e avalie se as atuais medidas de defesa comercial estão sendo suficientes para preservar a produção nacional.

O que estamos defendendo?
Por meio deste abaixo-assinado, pedimos às autoridades brasileiras:

  • 1. A defesa da produção e da indústria siderúrgica nacional, garantindo condições de concorrência justa para o aço produzido no Brasil.
  • 2. O monitoramento permanente das importações de aço, especialmente dos produtos de origem chinesa, avaliando seus impactos sobre a produção, os investimentos e os empregos brasileiros.
  • 3. A revisão e o aperfeiçoamento das medidas de defesa comercial sempre que necessário, incluindo a avaliação das cotas, tarifas, produtos e códigos de classificação abrangidos pelas medidas existentes.
  • 4. A proteção dos empregos e da cadeia produtiva nacional, considerando não apenas os trabalhadores diretamente empregados pelas siderúrgicas, mas também terceirizados, fornecedores, transportadoras, empresas metalúrgicas e prestadores de serviços.
  • 5. Transparência sobre os impactos das importações de aço, com acompanhamento de produção, importações, empregos, investimentos e atividade econômica nas regiões siderúrgicas.
  • 6.  A abertura de um diálogo permanente entre Governo Federal, trabalhadores, empresas, entidades do setor e representantes das regiões diretamente afetadas, para construir soluções que garantam produção, investimentos e empregos.
  • Nossa região precisa ser ouvida

O Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, por meio de seu presidente, Odair Mariano, encabeça essa luta em defesa da indústria brasileira, da produção nacional e dos empregos.

É o Sindicato que está levando essa discussão para Brasília, buscando apresentar às autoridades os impactos que o avanço das importações de aço pode provocar sobre a indústria, os investimentos e toda a cadeia produtiva do Sul Fluminense.

A liderança do presidente Odair Mariano representa o compromisso de colocar essa pauta no centro do debate nacional e cobrar das autoridades medidas capazes de garantir concorrência justa, fortalecimento da produção brasileira, investimentos e proteção dos empregos.

Mas essa não é uma luta apenas de um sindicato.

É uma discussão que interessa a todos que acreditam em um Brasil capaz de produzir, investir, gerar empregos e desenvolver sua própria indústria.

Se você trabalha na indústria, em uma empresa fornecedora, no transporte, no comércio ou em qualquer atividade ligada à cadeia produtiva do aço, essa discussão também diz respeito a você.

E mesmo que você não trabalhe diretamente nesse setor, a força da indústria movimenta a economia de cidades inteiras e sustenta milhares de famílias.

Por isso, precisamos da sua assinatura.
Assine o abaixo-assinado “O Aço é Nosso”.

Junte-se ao Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense e ao presidente Odair Mariano nessa mobilização.

Ajude a fortalecer a voz dos trabalhadores e da indústria brasileira.

Ajude a defender uma concorrência justa.

Ajude a proteger a produção, os investimentos e os empregos.

O AÇO É NOSSO!

ASSINE. PARTICIPE. DEFENDA A INDÚSTRIA BRASILEIRA.

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Sindicato dos Metalúrgicos do Sul FluminenseCriador do abaixo-assinadoSindicato dos Metalúrgicos da Região Sul Fluminense, em busca de direitos e melhores condições de trabalho para toda categoria e a sociedade!

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Abaixo-assinado criado em 17 de agosto de 2026