MANIFESTAÇÃO COLETIVA DA TURMA Solicitação de mediação e providências acadêmicas
MANIFESTAÇÃO COLETIVA DA TURMA Solicitação de mediação e providências acadêmicas
O problema
À Coordenação do Curso de Fisioterapia – UNIBRA
Turma: FIS1NA – 2026.2
ASSUNTO: Manifestação coletiva acerca de situações recorrentes em sala de aula e solicitação de
mediação institucional
Nós, estudantes da turma FIS1NA – 2026.2 do curso de Fisioterapia, vimos, por meio deste
documento, apresentar à Coordenação do Curso uma manifestação coletiva referente a situações
que vêm ocorrendo durante as aulas da Prof.ª Raiana Apolinário, as quais têm gerado desconforto,
constrangimento e dificuldades na relação entre parte dos estudantes e a docente.
Ressaltamos que esta manifestação não tem como objetivo desrespeitar, ofender ou prejudicar a
docente, tampouco questionar sua autoridade pedagógica. O objetivo é solicitar que a Coordenação
tenha conhecimento dos acontecimentos e possa mediar a situação de maneira institucional,
buscando restabelecer uma relação respeitosa e adequada ao ambiente acadêmico.
A turma reconhece que professores possuem autonomia para conduzir suas aulas e estabelecer
regras de funcionamento. Entretanto, também entende que a comunicação entre docentes e
estudantes deve ocorrer de maneira respeitosa, permitindo que dúvidas, dificuldades e situações
particulares sejam tratadas de forma adequada.
1. DOS EPISÓDIOS RELATADOS
1.1. Forma de comunicação com os estudantes
A turma relata episódios recorrentes nos quais a forma de comunicação utilizada pela docente é
percebida pelos estudantes como ríspida, pouco receptiva ou constrangedora. Em determinadas
situações, estudantes que realizam perguntas ou apresentam dúvidas relacionadas ao conteúdo
sentem-se desconfortáveis diante da maneira como suas manifestações são recebidas e
respondidas. A turma reconhece que dúvidas fazem parte do processo de aprendizagem e entende
que o ambiente de sala de aula deve permitir que o estudante possa questionar e buscar
esclarecimentos sem receio de constrangimento.
1.2. Situação envolvendo estudante que precisava sair mais cedo
Em uma determinada aula, uma estudante solicitou a possibilidade de sair antes do término da aula
em razão do horário do transporte utilizado para retornar ao município onde reside, sendo esse
transporte disponibilizado pelo poder público local. Segundo o relato dos estudantes presentes, a
resposta dada à solicitação foi no sentido de que a própria estudante deveria saber o horário em que
havia realizado sua matrícula. A situação gerou desconforto, especialmente porque a solicitação
estava relacionada a uma dificuldade de deslocamento.
1.3. Dificuldade de compreensão da aula A turma possui aproximadamente 70 estudantes. Em determinada ocasião, estudantes solicitaram
que a docente falasse um pouco mais alto para que todos pudessem acompanhar o conteúdo.
Segundo os estudantes, foi informado inicialmente que a professora não poderia elevar o tom de
voz. Posteriormente, foi explicado que isso estaria relacionado ao fato de a docente estar fazendo
uso de antibiótico. A turma compreende a existência de questões pessoais que possam limitar a
capacidade vocal da professora; entretanto, a situação acabou gerando dificuldades para que alguns
estudantes acompanhassem adequadamente a aula.
1.4. Situações envolvendo a comunicação cotidiana
Também foram observadas situações nas quais estudantes cumprimentam a docente ao entrar na
sala e não recebem resposta, havendo percepção, por parte de alguns alunos, de uma postura
pouco receptiva. Embora isoladamente essas situações possam parecer pequenas, a turma entende
que, quando somadas a outros episódios, contribuem para um ambiente de desconforto na relação
entre estudantes e docente.
1.5. Comportamentos percebidos como intimidatórios
A turma relata situações envolvendo manifestações físicas durante a condução da aula, como
batidas no quadro utilizando o apagador, que acabam sendo percebidas por alguns estudantes
como uma forma de repreensão ou intimidação. Não se pretende afirmar qual seria a intenção da
docente ao realizar esse comportamento, mas registrar que determinadas atitudes vêm sendo
recebidas pelos estudantes de maneira desconfortável.
1.6. Reações diante das dúvidas dos estudantes
Estudantes relatam perceber, em determinados momentos, expressões faciais e respostas que
acabam transmitindo uma sensação de desconforto ao aluno que está realizando o questionamento.
A turma entende que o esclarecimento de dúvidas é parte fundamental do processo de
ensino-aprendizagem.
1.7. Situação envolvendo utilização de aparelho celular
Foi relatada uma situação na qual uma estudante estava utilizando o telefone celular durante a aula
e, segundo os estudantes presentes, não estava interferindo no andamento da atividade. Ainda
assim, a docente teria interrompido a aula e direcionado sua atenção à estudante até que ela
interrompesse a utilização do aparelho. Independentemente da existência de regras institucionais
sobre o uso de celulares, a situação foi percebida pela estudante e por outros alunos como
constrangedora. A turma não questiona a possibilidade de estabelecer regras, mas solicita que
situações dessa natureza sejam conduzidas de maneira proporcional e respeitosa.
2. DA PERCEPÇÃO DE GENERALIZAÇÃO DA TURMA
Mais recentemente, os estudantes manifestaram desconforto diante da caracterização da turma, de
maneira geral, como uma “turma ruim” ou de “difícil acesso”. A turma considera importante
registrar que uma avaliação negativa sobre o comportamento de determinados estudantes não
deveria necessariamente ser estendida à coletividade. Caso existam estudantes que eventualmente
tenham apresentado comportamentos inadequados, a turma entende que tais situações devem ser
tratadas individualmente, evitando que todos os alunos sejam responsabilizados ou caracterizados
de maneira uniforme.
3. DA AUSÊNCIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E REVISÕES
A turma relata que, em relação à disciplina, não foram disponibilizadas atividades de ajuda extra ou
revisão. A solicitação não representa pedido de facilitação de notas ou alteração dos critérios de
avaliação, mas sim a busca por estratégias pedagógicas que possam contribuir para a
aprendizagem e preparação dos estudantes.
4. DA RECORRÊNCIA DOS RELATOSO Os estudantes também relatam ter conversado com alunos de outras turmas e cursos que afirmam
ter vivenciado situações semelhantes envolvendo a docente. A turma reconhece que relatos de
terceiros não substituem uma apuração formal e, justamente por isso, não pretende apresentar tais
informações como fatos comprovados, mas entende que elas podem ser consideradas pela
Coordenação caso seja necessário realizar uma análise mais ampla da situação.
5. DAS CONSEQUÊNCIAS PARA O AMBIENTE ACADÊMICO
A reunião dos episódios relatados tem produzido, segundo os estudantes, um ambiente de
desconforto durante as aulas. A turma entende que uma relação saudável entre docentes e
estudantes é fundamental para que o processo de aprendizagem aconteça de maneira adequada.
Por essa razão, a presente manifestação busca principalmente uma solução e uma mediação, e não
um confronto.
6. DAS SOLICITAÇÕES DA TURMA
1. Que a Coordenação tome conhecimento formal dos fatos relatados e, se entender necessário,
realize a escuta dos estudantes e da docente, buscando compreender os diferentes pontos de vista
e promover uma mediação.
2. Que seja realizado, dentro das possibilidades da instituição, um acompanhamento da relação
pedagógica entre a turma e a docente, visando evitar a continuidade de situações que possam gerar
constrangimento.
3. Que seja avaliada a possibilidade de a docente mencionada não integrar a banca avaliadora do
Interdisciplinar da turma, considerando o histórico de situações relatadas e o desconforto
manifestado pelos estudantes. O pedido tem como objetivo preservar um ambiente de avaliação
imparcial, tranquilo e adequado, evitando que conflitos ou desconfortos previamente existentes
possam interferir na experiência dos estudantes durante a avaliação.
4. Que a Coordenação dialogue com o corpo docente sobre a possibilidade de estabelecer um
procedimento mais adequado para realização das chamadas, levando em consideração estudantes
que residem em municípios ou localidades distantes da instituição.
5. Que seja avaliada a possibilidade de realização da chamada por volta das 21h10, caso seja
compatível com as normas acadêmicas e com a organização das aulas, reduzindo prejuízos aos
estudantes que dependem de transporte público, intermunicipal ou disponibilizado por seus
municípios.
6. Que, quando possível e de acordo com a organização pedagógica de cada professor, seja
considerada a realização da chamada no início da aula, permitindo que estudantes que precisam
deixar a instituição em determinado horário possam ter seu comparecimento registrado.
7. Que eventuais problemas relacionados ao comportamento ou participação de determinados
estudantes sejam tratados de maneira individualizada, evitando generalizações que possam atingir
toda a turma.
8. Que seja avaliada a possibilidade de disponibilização de revisões, atividades complementares ou
outras estratégias pedagógicas de apoio, quando cabíveis, para auxiliar os estudantes no processo
de aprendizagem e preparação para as avaliações.
9. Que a Coordenação assegure que os critérios de avaliação sejam aplicados de forma objetiva e
uniforme, independentemente de eventuais dificuldades existentes na relação entre estudantes e
docentes.
10. Que sejam adotadas as medidas consideradas cabíveis para que a relação entre estudantes e
professores seja pautada pelo respeito, diálogo, equilíbrio, transparência e colaboração, garantindo
um ambiente adequado à formação acadêmica.
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A turma reforça que esta manifestação não possui caráter de perseguição pessoal ou de desrespeito
à docente. Trata-se de uma manifestação coletiva diante de situações que, segundo os estudantes,
vêm ocorrendo de maneira recorrente e que atualmente estão causando significativo desconforto
dentro da sala de aula.
Como estudantes do curso de Fisioterapia, compreendemos que o respeito deve existir de maneira
recíproca entre professores e alunos. Por isso, buscamos a Coordenação como instância responsável
pela mediação institucional, acreditando que o diálogo poderá contribuir para solucionar os
problemas apresentados e permitir que o restante do período letivo transcorra de maneira mais
tranquila e produtiva para todos os envolvidos.
Solicitamos, ainda, que a presente manifestação seja recebida e analisada formalmente pela
Coordenação, preservando-se, dentro das possibilidades institucionais, a identidade dos estudantes
que eventualmente desejarem relatar situações individualmente.
Recife/PE, 19 de setembro de 2026.
TURMA FIS1NA – 2026.2
Curso de Fisioterapia – UNIBRA

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O problema
À Coordenação do Curso de Fisioterapia – UNIBRA
Turma: FIS1NA – 2026.2
ASSUNTO: Manifestação coletiva acerca de situações recorrentes em sala de aula e solicitação de
mediação institucional
Nós, estudantes da turma FIS1NA – 2026.2 do curso de Fisioterapia, vimos, por meio deste
documento, apresentar à Coordenação do Curso uma manifestação coletiva referente a situações
que vêm ocorrendo durante as aulas da Prof.ª Raiana Apolinário, as quais têm gerado desconforto,
constrangimento e dificuldades na relação entre parte dos estudantes e a docente.
Ressaltamos que esta manifestação não tem como objetivo desrespeitar, ofender ou prejudicar a
docente, tampouco questionar sua autoridade pedagógica. O objetivo é solicitar que a Coordenação
tenha conhecimento dos acontecimentos e possa mediar a situação de maneira institucional,
buscando restabelecer uma relação respeitosa e adequada ao ambiente acadêmico.
A turma reconhece que professores possuem autonomia para conduzir suas aulas e estabelecer
regras de funcionamento. Entretanto, também entende que a comunicação entre docentes e
estudantes deve ocorrer de maneira respeitosa, permitindo que dúvidas, dificuldades e situações
particulares sejam tratadas de forma adequada.
1. DOS EPISÓDIOS RELATADOS
1.1. Forma de comunicação com os estudantes
A turma relata episódios recorrentes nos quais a forma de comunicação utilizada pela docente é
percebida pelos estudantes como ríspida, pouco receptiva ou constrangedora. Em determinadas
situações, estudantes que realizam perguntas ou apresentam dúvidas relacionadas ao conteúdo
sentem-se desconfortáveis diante da maneira como suas manifestações são recebidas e
respondidas. A turma reconhece que dúvidas fazem parte do processo de aprendizagem e entende
que o ambiente de sala de aula deve permitir que o estudante possa questionar e buscar
esclarecimentos sem receio de constrangimento.
1.2. Situação envolvendo estudante que precisava sair mais cedo
Em uma determinada aula, uma estudante solicitou a possibilidade de sair antes do término da aula
em razão do horário do transporte utilizado para retornar ao município onde reside, sendo esse
transporte disponibilizado pelo poder público local. Segundo o relato dos estudantes presentes, a
resposta dada à solicitação foi no sentido de que a própria estudante deveria saber o horário em que
havia realizado sua matrícula. A situação gerou desconforto, especialmente porque a solicitação
estava relacionada a uma dificuldade de deslocamento.
1.3. Dificuldade de compreensão da aula A turma possui aproximadamente 70 estudantes. Em determinada ocasião, estudantes solicitaram
que a docente falasse um pouco mais alto para que todos pudessem acompanhar o conteúdo.
Segundo os estudantes, foi informado inicialmente que a professora não poderia elevar o tom de
voz. Posteriormente, foi explicado que isso estaria relacionado ao fato de a docente estar fazendo
uso de antibiótico. A turma compreende a existência de questões pessoais que possam limitar a
capacidade vocal da professora; entretanto, a situação acabou gerando dificuldades para que alguns
estudantes acompanhassem adequadamente a aula.
1.4. Situações envolvendo a comunicação cotidiana
Também foram observadas situações nas quais estudantes cumprimentam a docente ao entrar na
sala e não recebem resposta, havendo percepção, por parte de alguns alunos, de uma postura
pouco receptiva. Embora isoladamente essas situações possam parecer pequenas, a turma entende
que, quando somadas a outros episódios, contribuem para um ambiente de desconforto na relação
entre estudantes e docente.
1.5. Comportamentos percebidos como intimidatórios
A turma relata situações envolvendo manifestações físicas durante a condução da aula, como
batidas no quadro utilizando o apagador, que acabam sendo percebidas por alguns estudantes
como uma forma de repreensão ou intimidação. Não se pretende afirmar qual seria a intenção da
docente ao realizar esse comportamento, mas registrar que determinadas atitudes vêm sendo
recebidas pelos estudantes de maneira desconfortável.
1.6. Reações diante das dúvidas dos estudantes
Estudantes relatam perceber, em determinados momentos, expressões faciais e respostas que
acabam transmitindo uma sensação de desconforto ao aluno que está realizando o questionamento.
A turma entende que o esclarecimento de dúvidas é parte fundamental do processo de
ensino-aprendizagem.
1.7. Situação envolvendo utilização de aparelho celular
Foi relatada uma situação na qual uma estudante estava utilizando o telefone celular durante a aula
e, segundo os estudantes presentes, não estava interferindo no andamento da atividade. Ainda
assim, a docente teria interrompido a aula e direcionado sua atenção à estudante até que ela
interrompesse a utilização do aparelho. Independentemente da existência de regras institucionais
sobre o uso de celulares, a situação foi percebida pela estudante e por outros alunos como
constrangedora. A turma não questiona a possibilidade de estabelecer regras, mas solicita que
situações dessa natureza sejam conduzidas de maneira proporcional e respeitosa.
2. DA PERCEPÇÃO DE GENERALIZAÇÃO DA TURMA
Mais recentemente, os estudantes manifestaram desconforto diante da caracterização da turma, de
maneira geral, como uma “turma ruim” ou de “difícil acesso”. A turma considera importante
registrar que uma avaliação negativa sobre o comportamento de determinados estudantes não
deveria necessariamente ser estendida à coletividade. Caso existam estudantes que eventualmente
tenham apresentado comportamentos inadequados, a turma entende que tais situações devem ser
tratadas individualmente, evitando que todos os alunos sejam responsabilizados ou caracterizados
de maneira uniforme.
3. DA AUSÊNCIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E REVISÕES
A turma relata que, em relação à disciplina, não foram disponibilizadas atividades de ajuda extra ou
revisão. A solicitação não representa pedido de facilitação de notas ou alteração dos critérios de
avaliação, mas sim a busca por estratégias pedagógicas que possam contribuir para a
aprendizagem e preparação dos estudantes.
4. DA RECORRÊNCIA DOS RELATOSO Os estudantes também relatam ter conversado com alunos de outras turmas e cursos que afirmam
ter vivenciado situações semelhantes envolvendo a docente. A turma reconhece que relatos de
terceiros não substituem uma apuração formal e, justamente por isso, não pretende apresentar tais
informações como fatos comprovados, mas entende que elas podem ser consideradas pela
Coordenação caso seja necessário realizar uma análise mais ampla da situação.
5. DAS CONSEQUÊNCIAS PARA O AMBIENTE ACADÊMICO
A reunião dos episódios relatados tem produzido, segundo os estudantes, um ambiente de
desconforto durante as aulas. A turma entende que uma relação saudável entre docentes e
estudantes é fundamental para que o processo de aprendizagem aconteça de maneira adequada.
Por essa razão, a presente manifestação busca principalmente uma solução e uma mediação, e não
um confronto.
6. DAS SOLICITAÇÕES DA TURMA
1. Que a Coordenação tome conhecimento formal dos fatos relatados e, se entender necessário,
realize a escuta dos estudantes e da docente, buscando compreender os diferentes pontos de vista
e promover uma mediação.
2. Que seja realizado, dentro das possibilidades da instituição, um acompanhamento da relação
pedagógica entre a turma e a docente, visando evitar a continuidade de situações que possam gerar
constrangimento.
3. Que seja avaliada a possibilidade de a docente mencionada não integrar a banca avaliadora do
Interdisciplinar da turma, considerando o histórico de situações relatadas e o desconforto
manifestado pelos estudantes. O pedido tem como objetivo preservar um ambiente de avaliação
imparcial, tranquilo e adequado, evitando que conflitos ou desconfortos previamente existentes
possam interferir na experiência dos estudantes durante a avaliação.
4. Que a Coordenação dialogue com o corpo docente sobre a possibilidade de estabelecer um
procedimento mais adequado para realização das chamadas, levando em consideração estudantes
que residem em municípios ou localidades distantes da instituição.
5. Que seja avaliada a possibilidade de realização da chamada por volta das 21h10, caso seja
compatível com as normas acadêmicas e com a organização das aulas, reduzindo prejuízos aos
estudantes que dependem de transporte público, intermunicipal ou disponibilizado por seus
municípios.
6. Que, quando possível e de acordo com a organização pedagógica de cada professor, seja
considerada a realização da chamada no início da aula, permitindo que estudantes que precisam
deixar a instituição em determinado horário possam ter seu comparecimento registrado.
7. Que eventuais problemas relacionados ao comportamento ou participação de determinados
estudantes sejam tratados de maneira individualizada, evitando generalizações que possam atingir
toda a turma.
8. Que seja avaliada a possibilidade de disponibilização de revisões, atividades complementares ou
outras estratégias pedagógicas de apoio, quando cabíveis, para auxiliar os estudantes no processo
de aprendizagem e preparação para as avaliações.
9. Que a Coordenação assegure que os critérios de avaliação sejam aplicados de forma objetiva e
uniforme, independentemente de eventuais dificuldades existentes na relação entre estudantes e
docentes.
10. Que sejam adotadas as medidas consideradas cabíveis para que a relação entre estudantes e
professores seja pautada pelo respeito, diálogo, equilíbrio, transparência e colaboração, garantindo
um ambiente adequado à formação acadêmica.
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A turma reforça que esta manifestação não possui caráter de perseguição pessoal ou de desrespeito
à docente. Trata-se de uma manifestação coletiva diante de situações que, segundo os estudantes,
vêm ocorrendo de maneira recorrente e que atualmente estão causando significativo desconforto
dentro da sala de aula.
Como estudantes do curso de Fisioterapia, compreendemos que o respeito deve existir de maneira
recíproca entre professores e alunos. Por isso, buscamos a Coordenação como instância responsável
pela mediação institucional, acreditando que o diálogo poderá contribuir para solucionar os
problemas apresentados e permitir que o restante do período letivo transcorra de maneira mais
tranquila e produtiva para todos os envolvidos.
Solicitamos, ainda, que a presente manifestação seja recebida e analisada formalmente pela
Coordenação, preservando-se, dentro das possibilidades institucionais, a identidade dos estudantes
que eventualmente desejarem relatar situações individualmente.
Recife/PE, 19 de setembro de 2026.
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Abaixo-assinado criado em 16 de setembro de 2026