Incentivo fiscal à proteção animal

O problema

Infelizmente as leis de proteção aos animais raramente são aplicadas, os abandonos são muitos e continuam aumentando. Os abrigos que acolhem as vítimas desta crueldade dependem da generosidade das pessoas que nem sempre podem fazer o suficiente e o poder público ainda ng não deu a devida atenção ao problema apesar dos muitos discursos sobre defesa do meio ambiente. Vele lembrar que, quando alguém tira das ruas um animal vítima de abandono está contribuindo com a saúde pública e protegendo a vida inocente, alem disso, quando alguém compra um saco de ração para um abrigo está ajudando a manter empregos em fábricas de ração, transportadoras, destribuidoras, pontos de revendas e também na agricultura já que usa-se milho e soja na produção de ração animal. Outros beneficiados são os laboratórios que produzem medicamentos veterinários.  Essa atividade amplia o campo da medicina veterinária fazendo crescer o número de clínicas e hospitais voltados aos animais e aumenta a busca por cursos universitários nesta área. O mercado Pet brasileiro é o terceiro que mais cresce no mundo, apesar das crises este mercado movimentou algo em torno de vinte e cinco bilhões de reais em 2018 mas, infelizmente e, de modo contraditório, muitos inocentes vivem perambulando pelas ruas. Por isso, creio que justifica-se a possibilidade de abater no imposto de renda a ajuda destinada aos abrigos legalizados e devidamente fiscalizados. Como providência adicional para diminuir o abandono sugiro proibição do comércio de algumas espécies como cães e gatos. 

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O problema

Infelizmente as leis de proteção aos animais raramente são aplicadas, os abandonos são muitos e continuam aumentando. Os abrigos que acolhem as vítimas desta crueldade dependem da generosidade das pessoas que nem sempre podem fazer o suficiente e o poder público ainda ng não deu a devida atenção ao problema apesar dos muitos discursos sobre defesa do meio ambiente. Vele lembrar que, quando alguém tira das ruas um animal vítima de abandono está contribuindo com a saúde pública e protegendo a vida inocente, alem disso, quando alguém compra um saco de ração para um abrigo está ajudando a manter empregos em fábricas de ração, transportadoras, destribuidoras, pontos de revendas e também na agricultura já que usa-se milho e soja na produção de ração animal. Outros beneficiados são os laboratórios que produzem medicamentos veterinários.  Essa atividade amplia o campo da medicina veterinária fazendo crescer o número de clínicas e hospitais voltados aos animais e aumenta a busca por cursos universitários nesta área. O mercado Pet brasileiro é o terceiro que mais cresce no mundo, apesar das crises este mercado movimentou algo em torno de vinte e cinco bilhões de reais em 2018 mas, infelizmente e, de modo contraditório, muitos inocentes vivem perambulando pelas ruas. Por isso, creio que justifica-se a possibilidade de abater no imposto de renda a ajuda destinada aos abrigos legalizados e devidamente fiscalizados. Como providência adicional para diminuir o abandono sugiro proibição do comércio de algumas espécies como cães e gatos. 

Os tomadores de decisão

Legislativo Federal
Legislativo Federal

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Abaixo-assinado criado em 27 de março de 2019