

LABORATÓRIOS ISABELLY BALDIN


LABORATÓRIOS ISABELLY BALDIN
O problema
Dar seu nome aos laboratórios não é apenas prestar uma homenagem, é assumir publicamente um compromisso de memória, de reparação simbólica e de transformação institucional. É reconhecer que vidas como a de Isabelly não podem mais ser invisibilizadas, descartadas ou silenciadas.
Criar na UNILA os "LABORATÓRIOS ISABELLY BALDIN", em homenagem póstuma à estudante Isabelly Baldin.
Isabelly, jovem autista, estudante do curso de Medicina, sonhava em exercer a Medicina com o propósito maior de cuidar, acolher e salvar vidas. Esse sonho, no entanto, foi brutalmente interrompido no dia 16 de junho de 2025, aos 27 anos de idade, não apenas pela dureza da vida, mas, sobretudo, pela omissão institucional, pelo descaso e pela perpetuação de um ambiente acadêmico tóxico, excludente e adoecedor.
A UNILA, universidade fundada sobre o ideal da integração dos povos, da diversidade e da dignidade humana, falhou no compromisso de garantir a Isabelly o mínimo que qualquer ser humano, e especialmente qualquer estudante, tem direito: acolhimento, respeito, dignidade e acesso pleno à educação em condições de igualdade, conforme asseguram a Constituição Federal (art. 5º e art. 206), a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009), que possui status constitucional.
O sofrimento de Isabelly não foi isolado, mas expressão de uma cultura estrutural de capacitismo, negligência e violência institucional, infelizmente presente em diversos cursos de Medicina pelo país e, lamentavelmente, também na UNILA.
O problema
Dar seu nome aos laboratórios não é apenas prestar uma homenagem, é assumir publicamente um compromisso de memória, de reparação simbólica e de transformação institucional. É reconhecer que vidas como a de Isabelly não podem mais ser invisibilizadas, descartadas ou silenciadas.
Criar na UNILA os "LABORATÓRIOS ISABELLY BALDIN", em homenagem póstuma à estudante Isabelly Baldin.
Isabelly, jovem autista, estudante do curso de Medicina, sonhava em exercer a Medicina com o propósito maior de cuidar, acolher e salvar vidas. Esse sonho, no entanto, foi brutalmente interrompido no dia 16 de junho de 2025, aos 27 anos de idade, não apenas pela dureza da vida, mas, sobretudo, pela omissão institucional, pelo descaso e pela perpetuação de um ambiente acadêmico tóxico, excludente e adoecedor.
A UNILA, universidade fundada sobre o ideal da integração dos povos, da diversidade e da dignidade humana, falhou no compromisso de garantir a Isabelly o mínimo que qualquer ser humano, e especialmente qualquer estudante, tem direito: acolhimento, respeito, dignidade e acesso pleno à educação em condições de igualdade, conforme asseguram a Constituição Federal (art. 5º e art. 206), a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009), que possui status constitucional.
O sofrimento de Isabelly não foi isolado, mas expressão de uma cultura estrutural de capacitismo, negligência e violência institucional, infelizmente presente em diversos cursos de Medicina pelo país e, lamentavelmente, também na UNILA.
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Abaixo-assinado criado em 20 de junho de 2025