JUSTIÇA PARA TÁLITA!

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O problema

Olá, me chamo Tálita Pinho. Sou mulher, tenho 30 anos, casada e mãe de quatro lindas crianças. Sou natural do interior do Ceará, de uma cidade chamada São Luís do Curu. Minha história de vida tinha tudo para ser feliz, porém fui gravemente espancada e ameaçada de morte por cobrar por direitos básicos na cidade. Hoje, apelo para que as autoridades possam identificar e responsabilizar os envolvidos diante dessa tentativa de silenciamento. Por favor, junte-se a mim neste grito para que todos saibam sobre a minha história.

Tudo começou quando decidi exigir da prefeitura direitos fundamentais, como educação, merenda escolar e material escolar para meus filhos e outros alunos. Tornei-me a voz das mães ignoradas e dos cidadãos que sofriam com a falta de cuidado da gestão municipal de São Luís do Curu. Utiliza as redes sociais para publicar as reivindicações, explicações e críticas, sempre com respeito, e até enviava ofícios às secretarias municipais com as demandas da população. 

Por um tempo, tudo corria bem: recebíamos mensagens de apoio, ganhávamos notoriedade positiva e, às vezes, nossos pedidos eram atendidos. Como uma cidadã consciente dos seus direitos e deveres, nunca ultrapassei limites nem desrespeitei autoridades, apenas exercia meu ativismo como mãe e cidadã. No entanto, à medida que a população reconhecia nossa luta, a gestão municipal começou a se incomodar. Quero deixar claro que não agia como oposição ou por interesses políticos, mas sim como ativista social e política, lutando pelos direitos do povo ao qual eu também pertenço.

❗No dia 26 de agosto de 2022, às 22h30, vivi o pior momento da minha vida diante dos meus filhos, esposo, avô e tia. Dois homens invadiram minha casa e me agrediram, submetendo-me a uma verdadeira tortura. Foi aterrorizante, os momentos mais terríveis da minha vida. Eu tinha certeza de que iria morrer, sem saber o que fazer, apenas pensando nos meus entes queridos, mantidos reféns em um quarto, enquanto eu estava em outro, implorando aos céus para que os salvassem.

Enquanto me agrediam, os criminosos deixaram claro que eu deveria parar de falar do Prefeito, era um aviso. Caso contrário, na próxima vez, eles voltariam para me matar. Foi uma ameaça de morte explícita!

Fiquei gravemente ferida e precisei ser hospitalizada. Tanto eu quanto minha família ainda estamos tentando nos recuperar desse trauma, que nos infligiu de diferentes violências: física, psicológica, moral e institucional. Infelizmente, recebemos pouco apoio, mesmo com quatro crianças envolvidas nesse crime contra uma família comum e humilde que teve a audácia de falar. Para sobreviver, me mudei com minha família e deixei para trás minha cidade natal. Uma mudança radical de vida, perdendo vínculos familiares, comunitários e amigos… passamos a viver sem o direito à liberdade.

Há 9 longos meses, estou aqui, lutando por justiça, em meio a um inquérito complexo que envolve pessoas poderosas do poder executivo e legislativo. Acredito fervorosamente que nenhum ser humano, especialmente uma mulher e mãe de família, mereça passar por tamanha violência, ainda mais por motivos tão absurdos.

Apesar de testemunharmos tantos abusos de poder e influências sendo usadas para tentar enterrar ou enfraquecer meu caso, assim como outras atrocidades que vimos e ouvimos, que tanto nos angustiam, mantenho minha fé na Justiça dos Homens e, principalmente, na Justiça Divina. Apesar do medo que ainda sinto por ser uma mulher simples, continuarei lutando com todas as minhas forças. Não me renderia mesmo diante das poderosas figuras em minha cidade e dos influentes amigos que as rodeiam, pois possuímos provas sólidas de seu envolvimento. Estou disposta a esperar o tempo necessário, mas sei que alcançarei a justiça.

A justiça que acredito que receberei, não é apenas para mim, mas para meus filhos, familiares e todos os habitantes de minha cidade que vivem sob uma opressão velada, um medo inaceitável de falar e não saber as consequências. Lutamos por liberdade e respeito como cidadãos e cidadãs!

PEÇO SEU APOIO para que assine a petição na busca por JUSTIÇA! Desde já, agradeço imensamente.

#JustiçaPelaTálita

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Tálita PintoCriador do abaixo-assinadoMe chamo Tálita pinto sou mãe de 4º filhos fui brutalmente agredida na cidade onde eu lutava Por melhoria #JustiçapelaTálita

Atualizações do abaixo-assinado