

Restauração da Estação Ferroviária de Quatis/RJ.


Restauração da Estação Ferroviária de Quatis/RJ.
O problema
Na cidade Quatis/RJ existem duas Estações Ferroviárias, uma no Centro e outra na zona rural em Joaquim Leite. Ambas são muito importantes historicamente para o município. Elas são dignas de conservação e preservaçoão pelos
moradores de Quatis munícipes e transformá-las em centros de
cultura e turismo a fim de preservar conhecimentos, histórias, crenças,
ideias e costumes.
Na época que a Ferrovia atravessou Quatis com malha de ferro, uma
extensa linha férrea com o Pontilhão foi construído. Com isso o movimento de migração foi importante para a cidade, na época, Distrito de Barra Mansa. Infelizmente muitas vidas foram ceifadas, segundo os contadores de "causos"
alguns trabalhadores tem seus corpos perpetuados nas enormes colunas de
sustentação da construção. Dos que resistiram aos intempéries, muitos fizeram família, outros não retornaram aos seus lares e se estabeleceram na cidade.
Tempo de mudanças, de progresso, um povo hospitaleiro, com costumes simples de vida pacata. Portanto, a Ferrovia é parte importante na história do desenvolvimento da cidade. Atualmente os moradores ficam apreensivos
e reféns do descaso, do abandono que transformaram a História da cidade em ruínas.
A de Joaquim Leite, compõe o cenário uma bela caixa d"água Belga. O
pontilhão com muito potencial para esportes radicais.
A Superintendência de Patrimônio da União Cedeu para uso gratuito da área de
217 metros quadrados, construída pela Estação Ferroviária de Quatis para a
perpetuação da memória ferroviária do município e a contribuição para o
desenvolvimento cultural e econômico local. A indignação torna-se maior ao
tomar conhecimento que o município recebeu a verba para a Restaurar e torná-la
"Museu Estação da Memória" e o Prefeito na época não investiu, o que obrigou a devolução integral da verba, com juros e correção.
O município é carente de cultura. Ter um Centro de Cultura coletiva, referência social, dinâmico e atual permitirá que os moradores se encontrem pela história e na conservação de sua cultura. Proporcionar transformação local, através da
arte, criatividade, enriquecimento cultural. Trata-se de um povo interessado,
festeiro, hospitaleiro e que fez a história com o próprio suor.
Por fim, o povo de Quatis quer que essa verba seja novamente
liberada para o mesmo fim porque ela retornou aos cofres públicos.
Acredito que tendo a segunda chance, o povo vai fiscalizar, incentivar e auxiliar para que essa irresponsabilidade e má administração de dinheiro público não se repita.
Grata
Quatiense presente!
O problema
Na cidade Quatis/RJ existem duas Estações Ferroviárias, uma no Centro e outra na zona rural em Joaquim Leite. Ambas são muito importantes historicamente para o município. Elas são dignas de conservação e preservaçoão pelos
moradores de Quatis munícipes e transformá-las em centros de
cultura e turismo a fim de preservar conhecimentos, histórias, crenças,
ideias e costumes.
Na época que a Ferrovia atravessou Quatis com malha de ferro, uma
extensa linha férrea com o Pontilhão foi construído. Com isso o movimento de migração foi importante para a cidade, na época, Distrito de Barra Mansa. Infelizmente muitas vidas foram ceifadas, segundo os contadores de "causos"
alguns trabalhadores tem seus corpos perpetuados nas enormes colunas de
sustentação da construção. Dos que resistiram aos intempéries, muitos fizeram família, outros não retornaram aos seus lares e se estabeleceram na cidade.
Tempo de mudanças, de progresso, um povo hospitaleiro, com costumes simples de vida pacata. Portanto, a Ferrovia é parte importante na história do desenvolvimento da cidade. Atualmente os moradores ficam apreensivos
e reféns do descaso, do abandono que transformaram a História da cidade em ruínas.
A de Joaquim Leite, compõe o cenário uma bela caixa d"água Belga. O
pontilhão com muito potencial para esportes radicais.
A Superintendência de Patrimônio da União Cedeu para uso gratuito da área de
217 metros quadrados, construída pela Estação Ferroviária de Quatis para a
perpetuação da memória ferroviária do município e a contribuição para o
desenvolvimento cultural e econômico local. A indignação torna-se maior ao
tomar conhecimento que o município recebeu a verba para a Restaurar e torná-la
"Museu Estação da Memória" e o Prefeito na época não investiu, o que obrigou a devolução integral da verba, com juros e correção.
O município é carente de cultura. Ter um Centro de Cultura coletiva, referência social, dinâmico e atual permitirá que os moradores se encontrem pela história e na conservação de sua cultura. Proporcionar transformação local, através da
arte, criatividade, enriquecimento cultural. Trata-se de um povo interessado,
festeiro, hospitaleiro e que fez a história com o próprio suor.
Por fim, o povo de Quatis quer que essa verba seja novamente
liberada para o mesmo fim porque ela retornou aos cofres públicos.
Acredito que tendo a segunda chance, o povo vai fiscalizar, incentivar e auxiliar para que essa irresponsabilidade e má administração de dinheiro público não se repita.
Grata
Quatiense presente!
Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 27 de novembro de 2015