Retorno ao mercado do remédio digoxina


Retorno ao mercado do remédio digoxina
O problema
Farmácias de todo o País estão com falta do remédio digoxina 0,25 mg em comprimidos para o coração, pelo menos nos últimos 3 meses.
São milhares e milhares de pacientes com insuficiência cardíaca ou fibrilação atrial que recebem prescrições de digoxina no Brasil. Esses pacientes têm sido informados pelas farmácias para procurar seus médicos de forma a que eles prescrevam outros remédios, para substituir a digoxina.
A digoxina, assim como outros derivados da planta digitalis (dedaleira), usados há mais de 200 anos no tratamento da insuficiência cardíaca, não tem patente e o custo para o paciente no Brasil é mínimo, sendo que é encontrada a digoxina genérica em caixa de 20 a 30 comprimidos com preços inferiores a 10 reais. Talvez seja esse o motivo da falta da digoxina no mercado – um remédio de tão baixo custo, não existindo nenhuma justificativa cientifica para o que está acontecendo.
A digoxina pode estar sendo retirada do mercado apesar dela oferecer uma excelente resposta no tratamento de pacientes com insúficiência cardíaca e fibrilação atrial, o que inclui: Boa tolerância, sem efeitos colaterais quando usadas dentro da concentração da digoxina no sangue atualmente recomendada por diretrizes internacionais desde 2006 [(0,5 a 0,9 ng/mL) – o que é atingido através de baixas dosagens (0.125 mg por dia)], redução de queixas, e mínimos problemas na interação com outras drogas.
Um fato conhecido é que sua remoção pode induzir a exacerbação da insuficiência cardiaca nos pacientes, isto é aumentando o risco de vida deles. Esse fator, não considerado por aqueles que promovem sua remoção do mercado, sugerindo que a digoxina deva ser substituida por outros medicamentos não cardiotônicos sem as mesmas caracteristicas e eficácia é, no mínimo, uma grave irresponsabilidade.

O problema
Farmácias de todo o País estão com falta do remédio digoxina 0,25 mg em comprimidos para o coração, pelo menos nos últimos 3 meses.
São milhares e milhares de pacientes com insuficiência cardíaca ou fibrilação atrial que recebem prescrições de digoxina no Brasil. Esses pacientes têm sido informados pelas farmácias para procurar seus médicos de forma a que eles prescrevam outros remédios, para substituir a digoxina.
A digoxina, assim como outros derivados da planta digitalis (dedaleira), usados há mais de 200 anos no tratamento da insuficiência cardíaca, não tem patente e o custo para o paciente no Brasil é mínimo, sendo que é encontrada a digoxina genérica em caixa de 20 a 30 comprimidos com preços inferiores a 10 reais. Talvez seja esse o motivo da falta da digoxina no mercado – um remédio de tão baixo custo, não existindo nenhuma justificativa cientifica para o que está acontecendo.
A digoxina pode estar sendo retirada do mercado apesar dela oferecer uma excelente resposta no tratamento de pacientes com insúficiência cardíaca e fibrilação atrial, o que inclui: Boa tolerância, sem efeitos colaterais quando usadas dentro da concentração da digoxina no sangue atualmente recomendada por diretrizes internacionais desde 2006 [(0,5 a 0,9 ng/mL) – o que é atingido através de baixas dosagens (0.125 mg por dia)], redução de queixas, e mínimos problemas na interação com outras drogas.
Um fato conhecido é que sua remoção pode induzir a exacerbação da insuficiência cardiaca nos pacientes, isto é aumentando o risco de vida deles. Esse fator, não considerado por aqueles que promovem sua remoção do mercado, sugerindo que a digoxina deva ser substituida por outros medicamentos não cardiotônicos sem as mesmas caracteristicas e eficácia é, no mínimo, uma grave irresponsabilidade.

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Abaixo-assinado criado em 16 de junho de 2015