Vídeo aulas através das Emissoras de TV.

O problema

Idealizado para que a Educação não pare. Não há aqui ideologia alguma. Leia e apoie!!!

Há uma dificuldade por muitos ignorada; o acesso à internet ou a computadores não é a realidade de uma grande parcela das residências no Brasil.

Vídeo Aulas Através de Emissoras de TV Governamentais e Privadas. Ação de Guerra para a Manutenção da Educação no Brasil.

Tvs Governamentais podem distribuir a carga horária durante a sua programação diária com mais facilidade. - veja o alcance da TV Senado por exemplo: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/TV_Senado

É a solução completa? Creio que não. Mas certamente é a inserção de Milhões de alunos que ficariam de fora por não terem Internet ou Computadores em suas Casas.

Há uma realidade por muitos ignorada; o acesso à internet ou a computadores não é a realidade de uma grande parcela das residências no Brasil.

O Governo Federal através do Ministério da Educação e também do Ministério da Ciência e Tecnologia, vêm fazendo um ótimo trabalho de expansão da internet no ambiente escolar.

Porém, devido à Pandemia, os alunos não podem se reunir em sala de aula e não sabemos ao certo por quanto tempo.

Sabendo que o número de aparelhos de TV é muito maior, sugiro que os Governos (Federal, Estadual e Municipal) elaborem Vídeo Aulas a serem passadas em horários pré determinados, afim de que os alunos não tenham prejuízo do ano letivo e para isso, trabalhem em parceria com iniciativa privada e Emissoras de TV, principalmente Governamentais.

O Ministério da Educação junto com as Secretarias de Educação, devem elaborar as Vídeo Aulas a serem passadas em horários pré determinados, afim de que os alunos não tenham prejuízo do ano letivo.

Exemplo: Canal "A"- 1°ano - de 7:00 às 8:10 (3 aulas de matérias distintas, com 5 minutos de intervalo entre elas) / Canal "B" 2° ano- de 7:00 às 8:10... Etc... (Os detalhes devem ser ajustados.)

Então aquela faixa etária assistiria suas aulas sempre pela mesma emissora. Principalmente nas Estatais. Que poderiam inclusive ceder um espaço bem maior em suas programações, assumindo assim outras faixas etárias.

O ideal seria centralizar tudo em uma só emissora. (Fica a questão a quem se interessar.)

Em todo esse processo será imprescindível a participação dos pais e/ou responsáveis, assim como deve ser na aula presencial. Cobrança com amor.

Ao mesmo tempo mantenham a manutenção dos salários dos educadores. Alguns deles devem inclusive ser chamados a fazer parte de alguma, das várias  etapas desse processo.

Como computar a presença? - Códigos podem ser exibidos na tela e o aluno deverá anotar junto ao cabeçalho (é totalmente seguro? R: NÃO... Até presencial um aluno responde pelo outro na hora da chamada. É vulnerável sim)

Como realizar avaliações? - em tempo futuro quando da volta às aulas. (Isso não impede que sejam elaboradas perguntas, trabalhos e pesquisas que deverão ser feitos e apresentados futuramente em sala de aula.)

Necessidade: Fazer levantamento por telefone sobre o alcance das Emissoras em cada região.

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O problema

Idealizado para que a Educação não pare. Não há aqui ideologia alguma. Leia e apoie!!!

Há uma dificuldade por muitos ignorada; o acesso à internet ou a computadores não é a realidade de uma grande parcela das residências no Brasil.

Vídeo Aulas Através de Emissoras de TV Governamentais e Privadas. Ação de Guerra para a Manutenção da Educação no Brasil.

Tvs Governamentais podem distribuir a carga horária durante a sua programação diária com mais facilidade. - veja o alcance da TV Senado por exemplo: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/TV_Senado

É a solução completa? Creio que não. Mas certamente é a inserção de Milhões de alunos que ficariam de fora por não terem Internet ou Computadores em suas Casas.

Há uma realidade por muitos ignorada; o acesso à internet ou a computadores não é a realidade de uma grande parcela das residências no Brasil.

O Governo Federal através do Ministério da Educação e também do Ministério da Ciência e Tecnologia, vêm fazendo um ótimo trabalho de expansão da internet no ambiente escolar.

Porém, devido à Pandemia, os alunos não podem se reunir em sala de aula e não sabemos ao certo por quanto tempo.

Sabendo que o número de aparelhos de TV é muito maior, sugiro que os Governos (Federal, Estadual e Municipal) elaborem Vídeo Aulas a serem passadas em horários pré determinados, afim de que os alunos não tenham prejuízo do ano letivo e para isso, trabalhem em parceria com iniciativa privada e Emissoras de TV, principalmente Governamentais.

O Ministério da Educação junto com as Secretarias de Educação, devem elaborar as Vídeo Aulas a serem passadas em horários pré determinados, afim de que os alunos não tenham prejuízo do ano letivo.

Exemplo: Canal "A"- 1°ano - de 7:00 às 8:10 (3 aulas de matérias distintas, com 5 minutos de intervalo entre elas) / Canal "B" 2° ano- de 7:00 às 8:10... Etc... (Os detalhes devem ser ajustados.)

Então aquela faixa etária assistiria suas aulas sempre pela mesma emissora. Principalmente nas Estatais. Que poderiam inclusive ceder um espaço bem maior em suas programações, assumindo assim outras faixas etárias.

O ideal seria centralizar tudo em uma só emissora. (Fica a questão a quem se interessar.)

Em todo esse processo será imprescindível a participação dos pais e/ou responsáveis, assim como deve ser na aula presencial. Cobrança com amor.

Ao mesmo tempo mantenham a manutenção dos salários dos educadores. Alguns deles devem inclusive ser chamados a fazer parte de alguma, das várias  etapas desse processo.

Como computar a presença? - Códigos podem ser exibidos na tela e o aluno deverá anotar junto ao cabeçalho (é totalmente seguro? R: NÃO... Até presencial um aluno responde pelo outro na hora da chamada. É vulnerável sim)

Como realizar avaliações? - em tempo futuro quando da volta às aulas. (Isso não impede que sejam elaboradas perguntas, trabalhos e pesquisas que deverão ser feitos e apresentados futuramente em sala de aula.)

Necessidade: Fazer levantamento por telefone sobre o alcance das Emissoras em cada região.

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Abaixo-assinado criado em 29 de abril de 2020