Exigimos ser respeitados vivendo num contexto de segurança.


Exigimos ser respeitados vivendo num contexto de segurança.
O problema
Ex.mo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Olhão
Somos um grupo de moradores na Rua Dr. João Augusto Saias e arredores que prezamos pela nossa segurança, empenhados em viver num contexto de bem-estar, cordialidade e convivência social.
Ao longos dos últimos anos, fomos observando a ocupação sistemática ilegal de terrenos nesta área geográfica e construção ilegal por uma grande família romani. Ocupam os terrenos sem permissão dos legítimos proprietários, onde colocam animais de carga (cavalos e burros) que, por vezes, são violentos porque são maltratados e constroem "casas" sem condições minimas de habitabilidade, onde a falta de higiene impera. Fazem os dejectos e despejo de lixo nos terrenos dos vezinhos. O cheiro é nauseabundo. Destroem as árvores, destroem o ecossistema envolvente, essencialmemte um ribeiro que servia perfeitamente para desaguar a água da chuva na ria de Olhão e apresenta-se, quando não chove, com dejectos, lixo, etc., por ser mais visível. A partir do ano 2000, alguns membros desta família romani roubaram bens (televisores, bicicletas, etc.) em casas que estavam fechadas e foram arrombadas pelos mesmos. Entre 2021 e 2022, outros membros desta mesma família roubaram malas, fios de ouro, dinheiro e outros objectos de valor em plena rua, aproveitando-se da fragilidade das pessoas portadoras dos objectos, que eram de terceira idade e moradores nesta área. Costumam fazer caminhos de passagem secundários, após derrube das cercas que delimitam as propriedades privadas. Os proprietários dos terrenos têm feito queixa desta situação aos órgãos competentes, sem efeito algum na sua alteração. Após o derrube das cercas, transitam em carroças, guiadas por cavalos ou burros, que transportam crianças ou jovens (menores de idade) cujo direccionamento é a Rua Dr. João Augusto Saias. Quando alguém de nós adverte que é perigoso essa condução sem regras, somos injuriados, ameaçados e, por vezes, apedrejados. A maioria das vezes, transitam na Rua Dr. João Augusto Saias, em grande velocidade, batendo nos animais com as rédeas, a modo de chicote, tanto em carroça como cavalgando. Vivemos com medo, e receio de que algum dia haja uma tragédia nesta rua, tendo em conta que a estrada não é larga e as bermas são estreitas. Vivemos num ambiente sem paz, muito inseguro. A partir de 2022 à data presente o grau de agressividade deste grupo aumentou exponencialmente. Julgam-se impunes perante tudo e todos. Também verificamos a destruição de caixas de correio (CTT), caixas de contadores de água, contentores de recolha de roupa (vandalizados) e até contentores de lixo, que vão continuamente sendo renovados, pelo motivo apresentado. Acedem aos quintais das pessoas para roubarem bens que se encontram no exterior e usam as torneiras exteriores dessas casas assim como as bocas de água da Câmara, que as circundam, para recolher água em bidões sem a permissão de ninguém. Em determinados dias, sem razão aparente, ouvimos tiros na mesma rua e arredores, seja de dia ou de noite, momentos mais exacerbados últimamente em que a população fica extremamente assustada. Todos vivemos com muito medo e grande insegurança nesta área de Olhão.
O grupo de moradores Abaixo-Assinado e seus apoiantes, a nível nacional, que estão plenamente solidários com os moradores queixosos, considera que a situação relatada afeta diretamente a qualidade de vida da população local, esperando a pronta intervenção dos órgãos competentes para a resolução dos problemas apontados.
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O problema
Ex.mo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Olhão
Somos um grupo de moradores na Rua Dr. João Augusto Saias e arredores que prezamos pela nossa segurança, empenhados em viver num contexto de bem-estar, cordialidade e convivência social.
Ao longos dos últimos anos, fomos observando a ocupação sistemática ilegal de terrenos nesta área geográfica e construção ilegal por uma grande família romani. Ocupam os terrenos sem permissão dos legítimos proprietários, onde colocam animais de carga (cavalos e burros) que, por vezes, são violentos porque são maltratados e constroem "casas" sem condições minimas de habitabilidade, onde a falta de higiene impera. Fazem os dejectos e despejo de lixo nos terrenos dos vezinhos. O cheiro é nauseabundo. Destroem as árvores, destroem o ecossistema envolvente, essencialmemte um ribeiro que servia perfeitamente para desaguar a água da chuva na ria de Olhão e apresenta-se, quando não chove, com dejectos, lixo, etc., por ser mais visível. A partir do ano 2000, alguns membros desta família romani roubaram bens (televisores, bicicletas, etc.) em casas que estavam fechadas e foram arrombadas pelos mesmos. Entre 2021 e 2022, outros membros desta mesma família roubaram malas, fios de ouro, dinheiro e outros objectos de valor em plena rua, aproveitando-se da fragilidade das pessoas portadoras dos objectos, que eram de terceira idade e moradores nesta área. Costumam fazer caminhos de passagem secundários, após derrube das cercas que delimitam as propriedades privadas. Os proprietários dos terrenos têm feito queixa desta situação aos órgãos competentes, sem efeito algum na sua alteração. Após o derrube das cercas, transitam em carroças, guiadas por cavalos ou burros, que transportam crianças ou jovens (menores de idade) cujo direccionamento é a Rua Dr. João Augusto Saias. Quando alguém de nós adverte que é perigoso essa condução sem regras, somos injuriados, ameaçados e, por vezes, apedrejados. A maioria das vezes, transitam na Rua Dr. João Augusto Saias, em grande velocidade, batendo nos animais com as rédeas, a modo de chicote, tanto em carroça como cavalgando. Vivemos com medo, e receio de que algum dia haja uma tragédia nesta rua, tendo em conta que a estrada não é larga e as bermas são estreitas. Vivemos num ambiente sem paz, muito inseguro. A partir de 2022 à data presente o grau de agressividade deste grupo aumentou exponencialmente. Julgam-se impunes perante tudo e todos. Também verificamos a destruição de caixas de correio (CTT), caixas de contadores de água, contentores de recolha de roupa (vandalizados) e até contentores de lixo, que vão continuamente sendo renovados, pelo motivo apresentado. Acedem aos quintais das pessoas para roubarem bens que se encontram no exterior e usam as torneiras exteriores dessas casas assim como as bocas de água da Câmara, que as circundam, para recolher água em bidões sem a permissão de ninguém. Em determinados dias, sem razão aparente, ouvimos tiros na mesma rua e arredores, seja de dia ou de noite, momentos mais exacerbados últimamente em que a população fica extremamente assustada. Todos vivemos com muito medo e grande insegurança nesta área de Olhão.
O grupo de moradores Abaixo-Assinado e seus apoiantes, a nível nacional, que estão plenamente solidários com os moradores queixosos, considera que a situação relatada afeta diretamente a qualidade de vida da população local, esperando a pronta intervenção dos órgãos competentes para a resolução dos problemas apontados.
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Abaixo-assinado criado em 14 de novembro de 2025