

Intervenção Urgente da Secretaria Estadual de Saúde do RJ na UPA da Tijuca


Intervenção Urgente da Secretaria Estadual de Saúde do RJ na UPA da Tijuca
O problema
As UPA´s - Unidades de Pronto Atendimento - foram criadas para socorrer a população em casos mais ou menos corriqueiros, mas que envolvem sempre um grau de risco para a vida do paciente. No entanto, na prática, o "Pronto Atendimento" não acontece, e aqueles que buscam socorro emergencial numa UPA costumam esperar horas por algum médico disponível, sendo que cada vez mais a responsabilidade médica vem sendo transferida para enfermeiros e enfermeiras não preparados para avaliar o grau de risco em que se encontra o paciente, arbitrando aleatoriamente a calassificação desse risco, que pode variar de Emergência a riscos menos fatais. A UPA da Tijuca, em especial, vem desempenhado seu papel de péssima forma, como já testemunhei como paciente por duas vezes, sendo que, no dia 03.05.2016 havia de um a dois médicos atendendo e uma sobrecarga sobre a enfermagem, que inapropriadamente avaliava prioridades no atendimento, que mesmo sendo considerdo emergencial, levava uma média de 6 a 8 horas para ser realizado. Meu caso era de asma, e uma nebulização se fazia urgente, mas fui classificada como risco baixo, o que me teria feito virar a noite lá, mesmo tendo chegado às 11:15 h, em crise. Seis horas mais tarde, às 17: 15 h, depois de chamadas e boletins inócuos por parte da enfermagem, um dos 2 médicos saiu em ambulância para resgatar uma vítima de traumatismo craniano, o que causou revolta em quem estava aguardando atendimento desde as 09: 00 h, uma vez que não é função de UPA resgatar acidentados, que devem ser levados pelo SAMU a um Hospital que conte com emergência. Outra irregularidade gritante da UPA da Tijuca é a falta total de higiene nos banheiros, e também no amontoado de pacientes de idades e problemas de saúde diferentes num mesmo salão, ignorando a alta probabilidade de contaminação entre esses pacientes, bem como a idade de cada um. Saí sem ser atendida, sob proteção policial, uma vez que fui achacada por um segurança não identificado pelo fato de ter tirado fotos, que apaguei na presença da PM. Pelo caos que impera na forma da UPA Tijuca operar seus serviços mais básicos, como nebulização, no meu caso, e pelo descaso total pelos pacientes em geral, creio ser urgente uma intervenção pela autoridade estadual responsável por essa unidade para investigar e corrigir práticas e procedimentos absolutamente arbitrários, e que colocam em risco ainda maior aqueles que lá buscam ajuda.

O problema
As UPA´s - Unidades de Pronto Atendimento - foram criadas para socorrer a população em casos mais ou menos corriqueiros, mas que envolvem sempre um grau de risco para a vida do paciente. No entanto, na prática, o "Pronto Atendimento" não acontece, e aqueles que buscam socorro emergencial numa UPA costumam esperar horas por algum médico disponível, sendo que cada vez mais a responsabilidade médica vem sendo transferida para enfermeiros e enfermeiras não preparados para avaliar o grau de risco em que se encontra o paciente, arbitrando aleatoriamente a calassificação desse risco, que pode variar de Emergência a riscos menos fatais. A UPA da Tijuca, em especial, vem desempenhado seu papel de péssima forma, como já testemunhei como paciente por duas vezes, sendo que, no dia 03.05.2016 havia de um a dois médicos atendendo e uma sobrecarga sobre a enfermagem, que inapropriadamente avaliava prioridades no atendimento, que mesmo sendo considerdo emergencial, levava uma média de 6 a 8 horas para ser realizado. Meu caso era de asma, e uma nebulização se fazia urgente, mas fui classificada como risco baixo, o que me teria feito virar a noite lá, mesmo tendo chegado às 11:15 h, em crise. Seis horas mais tarde, às 17: 15 h, depois de chamadas e boletins inócuos por parte da enfermagem, um dos 2 médicos saiu em ambulância para resgatar uma vítima de traumatismo craniano, o que causou revolta em quem estava aguardando atendimento desde as 09: 00 h, uma vez que não é função de UPA resgatar acidentados, que devem ser levados pelo SAMU a um Hospital que conte com emergência. Outra irregularidade gritante da UPA da Tijuca é a falta total de higiene nos banheiros, e também no amontoado de pacientes de idades e problemas de saúde diferentes num mesmo salão, ignorando a alta probabilidade de contaminação entre esses pacientes, bem como a idade de cada um. Saí sem ser atendida, sob proteção policial, uma vez que fui achacada por um segurança não identificado pelo fato de ter tirado fotos, que apaguei na presença da PM. Pelo caos que impera na forma da UPA Tijuca operar seus serviços mais básicos, como nebulização, no meu caso, e pelo descaso total pelos pacientes em geral, creio ser urgente uma intervenção pela autoridade estadual responsável por essa unidade para investigar e corrigir práticas e procedimentos absolutamente arbitrários, e que colocam em risco ainda maior aqueles que lá buscam ajuda.

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Abaixo-assinado criado em 4 de maio de 2016