Dia das Mães: queremos filhos vivos! Revoguem o decreto que aumenta mortes por armas!

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Somos um grupo de mães e famílias preocupadas com a violência por armas de fogo que atinge as crianças cotidianamente. Nesse Dia das Mães, o presente que queremos é a revogação do decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, que facilita a posse de armas no país e pode aumentar os números de mortes, especialmente na população mais vulnerável: crianças e mulheres.

A cada 60 minutos uma criança morre por arma de fogo no Brasil.
A cada 60 minutos um dos nossos filhos é morto.
A cada 60 minutos.
Por arma de fogo.

Quando se perde o pai ou a mãe, você fica órfã/o. Quando se perde um companheiro, viúva/o. Cadê essa palavra para uma mãe que enterra um/a filho/a?

A dor de uma mãe que perde seu filho é tão dilacerante que não tem nem nome.

Armas de fogo criaram nos últimos 20 anos uma enorme quantidade de mães sem filhos. Foram 145 mil crianças mortas por disparos. São 145 mil mães que ainda choram por seus filhos e filhas. Esta violência atinge mais famílias negras e em vulnerabilidade.

O presente de dia das mães para essas mulheres precisa ser um compromisso público dos governos em aumento na rigidez para a posse e o porte de armas de fogo que tiraram a vida de seus filhos.  Revoguem esse decreto já! 

É hora de as mães se engajarem na luta para para dizer CHEGA!

Não queremos mais nenhuma morte por arma de fogo.

Não queremos sentir medo ao deixarmos nossos filhos na escola.

Não queremos temer que nossos filhos sejam mortos em brigas de adultos.

Não queremos que nossos filhos tenham acesso à armas quando estiverem enfrentando depressão ou momentos de dificuldade.

Não queremos que nossos filhos sejam expostos à armas na casa dos amigos.

As armas de fogo têm apenas uma função: matar.

Os números estão do nosso lado, o acesso às armas de fogo precisa ser restringido, à caminho da proibição como a exemplo do Reino Unido e da Nova Zelândia. A epidemia de mortes de crianças e adolescentes por armas de fogo só cresce (são 113% mais mortes hoje do que que há duas décadas) mas desacelerou a partir de 2003, quando o Estatuto de Desarmamento restringiu a posse de armas, e a média de crescimento de óbitos caiu de 3% para 1%.

A voz das mães - precisa ser ouvida; diante do desafio da segurança pública, pedimos medidas que não coloquem nossos filhos e filhas em risco ainda maior. Algo que tem como única função matar, não pode ser a solução.

Queremos escolas e lares seguros.

Queremos nossos filhos vivos.

Assine a petição online e espalhe a mensagem, usando as hashtags: #armadasdeinformação #politicaéamae #menosarmasmaislivros #maesnaluta #mãenifesto #MãesPelaPaz #AndoAmada

Política é a Mãe https://www.instagram.com/politicaeamae/

Fontes: Sociedade Brasileira de Pediatria, Fundação Abrinq, Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM)